Média
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É FEIO mesmo! Filme futurista com um CGI horrível, sem muitas explicações e bem previsível. O filme ficou "engavetado" por mais de 10 anos e quando lançam, esse é o resultado.
Não acrescente nada de novo ao gênero, muito pelo contrário, repete todos os clichês de filmes distópicos, mas de forma incompetente, a motivação da vilã é estapafúrdia, vilã, que aliás, é uma das mais burras que eu já vi,
spoiler:
acho que a tal cirurgia acabou com cérebro dela também.
Não é muito revolucionário, tive uma sensação de mais no mesmo. Parece divergente, uma cópia so que pior kkkk
Filme fraco, apelos bem batidos, sem fundamento, erros básicos no enredo e um tédio total no desenvolvimento. Um dos piores filmes da Netflix que já vi.
O filme é abaixo do medíocre. Traz todos os cacoetes do esquerdismo woke assossiados a uma de suas pautas narrativas: a da ditadura da beleza.
O mundo fora devastado pelo uso de combustíveis fósseis, e um grupo de cientistas (os iluminados) foi responsável por pesquisar e criar uma fonte de "energia renovável" para resolver seus problemas. Essa fonte: uma flor! Mas o simplismo não para aí! O "problema" persiste, porque a o ser humano continua a se dividir, a criar fronteiras e países e a se desentender com os seu semelhantes. A solução: realizar cirurgias estéticas que tornarão as pessoas "perfeitas", livres de todo ódio e discriminação. Entretanto, há nessa sociedade um grupo de revolucionários que decidiu lutar e afirmar as suas diferenças. Em razão disso foram marginalizados e combatidos como uma ameaça. Mais clichê do que isso é impossível, e o pior é que o filme todo é embalado com um sentimentalismo tacanho em todas as cenas. A singularidade, por exemplo, é apresentada como o gosto em utilizar apelidinhos carinhosos e fazer atividades radicais adolescentes, como se arriscar por aí em skates voadores.
Não se pensa que as divisões entre os seres humanos são frutos de sua subjetividade e que é isso que enseja as tais fronteiras, algo curiosamente criticado pelo filme, muito menos que os anseios humanos estejama além da estética de um rosto, que é a única coisa que a tal cirurgia corrige. Mais que isso, problemas como o envelhecimento, a necessidade de manutenção da beleza do corpo através de exercícios físicos, o desgaste e as vicissitudes causados pelo labor ou outros aspectos da estética, como a altura, não são abordados. De todo modo, todas as pontas soltas são "explicadas" através de mais um clichê: a lavagem cerebral causada por essa cirurgia, através de uma intervenção física no cérebro, que supostamente consegue implantar uma nova forma de pensar e de ver o mundo.
A ideia de que uma intervenção FÍSICA no cérebro pode implantar ideias e visões de mundo é um acinte à inteligência, mas retrata bem o modo de pensar dos roteiristas adolescentes (malgrado as suas 3, 4, 5 décadas de existência) que dominam Hollywood. E esse simplismo é aplicado ao filme inteiro, tudo é raso, inverossímil e caricato, mas, ainda assim, pretensioso. Tenho certeza de que esses roteiristas devem se achar extremamente criativos, quando apenas repetem todos os clichês dos gêneros saturados a que foram expostos a vida inteira, nesse caso as distopias. A questão é que cada nova versão parece mais desleixada, repleta das mesmas frases prontas e empurrada de mais sentimentalismo travestido de "emoção e profundidade narrativa".
O mundo fora devastado pelo uso de combustíveis fósseis, e um grupo de cientistas (os iluminados) foi responsável por pesquisar e criar uma fonte de "energia renovável" para resolver seus problemas. Essa fonte: uma flor! Mas o simplismo não para aí! O "problema" persiste, porque a o ser humano continua a se dividir, a criar fronteiras e países e a se desentender com os seu semelhantes. A solução: realizar cirurgias estéticas que tornarão as pessoas "perfeitas", livres de todo ódio e discriminação. Entretanto, há nessa sociedade um grupo de revolucionários que decidiu lutar e afirmar as suas diferenças. Em razão disso foram marginalizados e combatidos como uma ameaça. Mais clichê do que isso é impossível, e o pior é que o filme todo é embalado com um sentimentalismo tacanho em todas as cenas. A singularidade, por exemplo, é apresentada como o gosto em utilizar apelidinhos carinhosos e fazer atividades radicais adolescentes, como se arriscar por aí em skates voadores.
Não se pensa que as divisões entre os seres humanos são frutos de sua subjetividade e que é isso que enseja as tais fronteiras, algo curiosamente criticado pelo filme, muito menos que os anseios humanos estejama além da estética de um rosto, que é a única coisa que a tal cirurgia corrige. Mais que isso, problemas como o envelhecimento, a necessidade de manutenção da beleza do corpo através de exercícios físicos, o desgaste e as vicissitudes causados pelo labor ou outros aspectos da estética, como a altura, não são abordados. De todo modo, todas as pontas soltas são "explicadas" através de mais um clichê: a lavagem cerebral causada por essa cirurgia, através de uma intervenção física no cérebro, que supostamente consegue implantar uma nova forma de pensar e de ver o mundo.
A ideia de que uma intervenção FÍSICA no cérebro pode implantar ideias e visões de mundo é um acinte à inteligência, mas retrata bem o modo de pensar dos roteiristas adolescentes (malgrado as suas 3, 4, 5 décadas de existência) que dominam Hollywood. E esse simplismo é aplicado ao filme inteiro, tudo é raso, inverossímil e caricato, mas, ainda assim, pretensioso. Tenho certeza de que esses roteiristas devem se achar extremamente criativos, quando apenas repetem todos os clichês dos gêneros saturados a que foram expostos a vida inteira, nesse caso as distopias. A questão é que cada nova versão parece mais desleixada, repleta das mesmas frases prontas e empurrada de mais sentimentalismo travestido de "emoção e profundidade narrativa".
“Feios” tenta, mas não consegue se destacar em um gênero que já produziu obras mais impactantes e memoráveis. Embora o filme traga à tona discussões relevantes sobre padrões de beleza e conformidade, sua execução não faz jus ao potencial da história.
O filme não é legal, um contexto meio clichê, mais do mesmo realmente. Ele entrega pouco, mas também propõe pouco, do início ao fim, a premissa é cansativa e até um pouco entediante. Um filme meio adolescente, e ele não se vende assim na sinopse tampouco no trailer. Não houve uma GRANDE crítica social, tem sim o seu valor em alguns aspectos, como por exemplo, a ditadura da beleza, e com isso a falta de humanidade e até a oposição do grupo “Fumaça”, que é bacana de acompanhar, pois mostra que ainda há pessoas com sentimentos e comportamentos reais. No mais, é um filme fraco, genérico e sem muito fundamento. Não te prende, não te cria muita expectativa e te frusta no final.
aí gente os efeitos realmente são muito "feios" e mal feitos kkkk mas a história é legalzinha, filme pra passar o tempo...
Filme fraco, tanto no conto quanto na realização. Até os atores e atrizes não agradaram. Muitos cliches, nenhum suspense ou aventura, enfim foi perda de tempo.
Horrível.
Chato.
Péssimos atores.
Roteiro ridículo.
Perda de tempo total.
Nada convence no filme.
Sem nenhuma atração.
Chato.
Péssimos atores.
Roteiro ridículo.
Perda de tempo total.
Nada convence no filme.
Sem nenhuma atração.
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