Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas
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4,4
1373 notas

65 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 26 de setembro de 2019
Possivelmente o melhor filme de Tim Burton, Big Fish é uma doce fábula tragicômica que se utiliza magistralmente do absurdo para tocar em temas bem reais e extremamente identificáveis. Um charmoso conto de pai e filho com as típicas assinaturas visuais e narrativas pra lá de divertidas do diretor. Ewan McGregor numa de suas melhores atuações, o grande Albert Finney emocionante em uma de suas últimas aparições de destaque no cinema. Se você está procurando um filme tranquilo, divertido, e tocante para se assistir num final de semana desses, Peixe Grande é a escolha perfeita.
André C
André C

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5,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2019
É um maravilhoso conjunto de alegorias bíblicas !! Elas vão se sucedendo... Mas lembro que tive um estalo, isso ficou evidente com a alegoria de Davi e Golias...
Fabrício Madureira
Fabrício Madureira

6 seguidores 55 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de abril de 2018
Muito bom o filme. Ótima fotografia, uma história belíssima, bastante criativa, e um final até previsível, mas necessário. Recomendo
Prisley Guimaraes J.
Prisley Guimaraes J.

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5,0
Enviada em 23 de agosto de 2017
Sem dúvidas esse é Top 5 melhores da historia pra mim, já assisti e reassisti várias vezes, história linda e emocionante, é um daqueles filmes wue você viaja, entra na historia e nem vê o tempo passar, o final é lindo.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.483 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Mais um da série "filmes fofos para ver com a família", Peixe Grande explora o conceito da Verdade (que não existe sem uma versão) com um argumento dos mais sensacionais: o que distingue os fatos dos "causos" contados por nossos pais, tios, avós? Um causo é uma série de fatos contada com emoção?
Evelyn K.
Evelyn K.

5 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de janeiro de 2016
Ed consegue pescar um peixe famoso na região por nunca ser pescado, no dia do nascimento do seu filho Will. A isca é uma aliança e a mensagem: um peixe grande precisa de uma aliança para ser pescado. (Entenderam homens? quando encontrarem uma mulher que seja muito para vocês, o único jeito de pesca-la é com uma aliança).
Ed é um homem ambicioso, cativante e social e cheio de criatividade. Sempre tinha uma história inacreditável com lições. Seu filho Will é um homem prático, prestes a ter seu primeiro filho, que se sente distante e magoado por acreditar que cada história é uma maneira do pai esconder seus sentimentos.

Pra quem já viu...
spoiler: Ed é um pescador, e sua história favorita, traz seus três elementos favoritos: sua esposa e seu filho. Ele não se acomoda com o confortável, e é muito persistente. Essas características fizeram dele um grande garoto. Quando criança uma doença o impediu de sair da cama por 3 anos o que fez ele ler e desenvolver a criatividade. Com uma auto estima forte, ele acredita que isso contribuiu para que ele tivesse uma perspectiva única sobre o restante da sua vida. Ele foi o único que passou por isso, e por isso ele era o mais resistente, forte e veloz de sua cidade. Foram tantas conquistas em sua cidade que ele decidiu procurar uma cidade maior. Fez amizade com um homem peculiar, que por ser muito grande era solitário, incompreendido e ameaçador. Ed consegue ver nele alguém que também procurava um desafio do "seu tamanho". Ele não cria raízes, e continua saindo de sua zona de confronto, mesmo encontrando uma cidade utópica e pitoresca, perfeita. Em determinado momento ele encontra Sandra, e coloca toda sua energia para conquista-la. Mesmo apaixonado, ele é chamado para guerra, trabalha como vendedor externo, e tem pouco tempo para ficar com ela. Ed tem sorte dela ser compreensiva e apaixonada por ouvir suas cativantes histórias. Ed foi um pai ausente, passando muito tempo fora de casa e voltando com histórias inacreditáveis, que Will amadurece e entende como mentiras para justificar suas ausências. Adulto, após anos sem falar com o pai, que está agora morrendo ele o confronta, pedindo "a verdade". Percebe por fim, que a vida de Ed foi inacreditável e sente novamente orgulho do pai, assumindo o papel de contador de histórias.
Giovanna M.
Giovanna M.

30 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de dezembro de 2015
Um filme para sonhadores, pessoas com a mente aberta e grande ambição. Reflete a imaginação e a fantasia por dentro das histórias, mostrando-se um filme inteligente e maravilhoso. A imaginação faz-nos capazes de ter mais de uma vida, de conhecer mais de um mundo, e, sem dúvida, este filme realmente usa a imaginação. Certamente, qualquer um que não goste deste filme, não o entendeu, ou é cético demais.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.334 seguidores 3.258 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de novembro de 2015
Um filme para um ótimo elenco, como o grande Alber Finney, Ewna MAc Gregor, Jessica Lange e Danny de Vito, uma história bacana e uma fotografia maravilhosa, vale a pena vê!!!
Eveline F.
Eveline F.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de novembro de 2015
O filme é cheio de historias fantásticas e muito interessantes, mas que por serem em grande quantidade se tornam um tanto cansativas, o que pode fazer querer desistir de assistir-lo. Mas o final é emocionante e compensa as 2h. O filme é lindo, recomendo!
Kamila A.
Kamila A.

7.946 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de agosto de 2015
As pessoas que conhecem Edward Bloom (interpretado quando jovem por Ewan McGregor e na velhice por Albert Finney), o protagonista de “Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas”, filme do diretor Tim Burton (“Edward Mãos de Tesoura” e “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça”), são unânimes em afirmar que ele é uma pessoa extremamente sociável. Não há dúvidas disso, afinal Edward fez amizades para toda a vida em todos os lugares pelos quais passou.

Porém, o próprio Edward vê a si mesmo como um homem de grandes ambições, as quais ultrapassam os limites da sua cidadezinha. Essa escolha faz com que ele viva uma vida bem distante da sua família. Para o seu filho Will (Billy Crudup), a personalidade do pai aparece na forma das histórias que Edward o conta sobre as aventuras que ele viveu – as quais são devidamente aumentadas para dar o caráter heroico que todo pai quer parecer ao seu filho.

Apesar de Tim Burton, num primeiro momento, querer que a platéia entenda que Edward é um peixe grande, pois conta histórias de pescador; nós entendemos – ao mesmo tempo em que Will – justamente o contrário: Edward é um peixe grande, pois se tornou um ser humano grande demais para ser pego, para sossegar e para se conformar com uma vida pacata.

“Peixe Grande” é, provavelmente, um dos melhores e mais sensíveis filmes da carreira de Burton. Um filme que fala de amor, aventuras, fantasias, família, casamento e paternidade do modo mais lírico possível – a fotografia de Philippe Rousselot e a música de Danny Elfman (indicado ao Oscar 2004) corroboram essa intenção. O filme é uma fantasia, que leva a platéia a experimentar momentos que emocionam e que nos dão uma nova noção dessa figura, tantas vezes subestimada, que é o pai.
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