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William T.
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4,5
Enviada em 6 de julho de 2013
Este filme é de 2001, mas só assisti em 2013, tive que assistir 2x para perceber os Detalhes. Ótima atuação do Kevin Spacey, já que não sou muito fã, mas acredito que por KPAX, merecia uma indicação ao Oscar. Concluo que Prot era mesmo de KPAX, um cara comum que vivia no campo, se transformou no único humano a "enxergar luz ultravioleta", "conhecimentos de astronomia, maior do que os Doutores", "não reagiu à medicação", "batimentos cardíacos abaixo de 50bpm durante regressão", "cura de doenças mentais", sempre esses acontecimentos causavam espanto nos que viviam ao seu redor, dizendo que um ser humano não tinha essas capacidades. Entende-se que os Kpaxianos são entidades que ajudam os seres humanos em situações de sofrimento extremo, assim livrou "Robert" do sofrimento, por ter perdido sua família. No final do filme essa entidade de Kpax passou para o corpo de "Bess" que minutos antes tinha feito sua carta dizendo "que não tinha um lar", a carta foi que estava em poder de “Prote” foi deixada em cima da cama dela. Assim como “Prote” anteriormente, “Bess” foi liberta de seu sofrimento, e passará a ajudar outras pessoas com seus poderes. Esse poder de transformação vai passando entre os seres humanos para curar os seus sofrimentos.
E se você realmente se deparasse com uma presença alienígena, como é que você reagiria? Esse é o tema central de K-Pax, com excelentes atuações de Kevin Spacey e Jeff Bridges. Num dia qualquer de forma furtiva, impõe-se uma misteriosa presença, cujo caráter especial só é notado pelo veterano Ernie (Saul Williams), frequentador da estação de trem. Deparando-se com uma situação de violência cotidiana essa presença logo é classificada pelas autoridades como um demente, ao afirmar que tem origem em outro planeta. Enviado a um hospital psiquiátrico, Prot (Spacey) intriga o psiquiatra Mark (Bridges) por sua articulação e aparentemente vastos conhecimentos de astronomia, que são testados por “doutores na área” os quais pertencem ao seu círculo de convivência. No entanto, existe um paradoxo, pois o ser é fisiologicamente “apenas” um homem. Tratado como especial, pelos conhecimentos e articulação demonstrados por Prot, Mark envolve-se pessoalmente com o caso esforçando-se para determinar qual a história daquele homem, indo além da hierarquia psiquiatra-paciente, até que descobre um certo Robert Porter, vítima de uma tragédia pessoal e familiar. Então se emparelham múltiplos conceitos a serem absorvidos para os espectadores do filme: como poderia ser a nave de um ET? Um ET precisaria ter uma presença física? Somos nós mesmos os ETs? Qual é a relação entre a consciência e o nosso corpo? Qual é a nossa relação com as coisas, todos os seres e com o mundo? São todas questões primordiais e que mereceriam uma vida cada uma para serem totalmente entendidas, mas que o roteiro de K-Pax consegue sintetizar de forma brilhante e singela.
Ótimo! Só posso ficar com o olho meio torto com algumas atuações de Kevin Spacey mas acredito ser algo mais pessoal sobre este Ator. Tem uma Fantasia e um Draminha muito legal, não tem muito o que dizer sobre o filme, ele só é muito bom mesmo! Assistam.
Sutil , mas muito impactante , um filme redentor , roteiro simples e ao mesmo tempo muito profundo , varias dúvidas pairam após o final do filme , e talvez elas não precisem ser respondidas para que o filme passe a sua metáfora , na minha opinião k-pax existe em cada um de nós , basta apenas procura-lo
Filme muito interessante . Mostra situações dramáticas e até trágicas a que todos nós podemos estar sujeitos, fazendo nos refletir sobre as complexidades da nossa existência.
O Filme é simples e inpactante ao mesmo tempo, consegue te prender do início ao fim, te faz refletir sobre tempo e espaço, família e traumas psicológicos. De certa forma a visão geral do filme aborda uma teoria dentre várias de como nós ainda não somos evoluídos, acredito muito na ideia que o filme apresenta que nosso universo se renova e que podemos melhorar a cada retorno, um filme que transede as barreiras do nosso inconsciente. Fazendo a gente pensar se estamos sozinhos no universo.
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