K-Pax - O Caminho da Luz
Média
4,0
380 notas

35 Críticas do usuário

5
17 críticas
4
8 críticas
3
7 críticas
2
1 crítica
1
2 críticas
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
"K-Pax" tem um grande problema: ele é frio demais. Da trilha sonora à própria condução da história o que menos se vê no filme é algum tipo de emoção por parte dos personagens. Mas ainda assim o filme consegue se manter interessante para o espectador, principalmente pelas informações sobre K-Pax que Prot fornece no decorrer do filme. Pena que aos poucos elas vão sumindo de cena, dando espaço para uma trama mais investigativa sobre o passado do personagem. Em relação às atuações, Jeff Bridges está apenas burocrático em cena, sendo que Kevin Spacey alterna bons momentos com outros realmente patéticos, como quando imita um cachorro. Destaque também para a bela cena em que Bridges e Spacey vão até um observatório astronômico."
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de março de 2015
Não o considero um filmaço, mas ele prende a atenção e ainda passa uma mensagem legal...
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 1 de janeiro de 2015
Um anjo?Um alienígena?Ninguém sabe ao certo quem é o misterioso senhor Prot (Kevin Spacey).Que de repente,nos estalar dos dedos ,ele aparece em uma estação,causando confusão.K-Pax é dirigido por Iain Softley,o mesmo que trabalhou com Angelina Jolie e companhia em Hackers.Ou seja,filmes com assuntos totalmente diferentes a base de uma direção exemplar de Iain.Porque ele transforma um filme que parece bem simples do começo até o meio,e nos faz mudar de ideia do meio até o fim.Passando outro tipo de mensagem do personagem de Kevin Spacey.Um dos pontos mas bacana do filme,é ver o confinamento de Prost com o resto de seus colegas em algo parecido com uma clínica.Lá ele conhece e interage com várias pessoas,e ele faz todos pensarem que é mesmo um ser iluminado.Onde todos a sua volta passarão a olhar com outros olhos ,e também despertará a vontade de visitar o tal planeta K-Pax.A atuação da dupla Jeff Bridges e Kevin Spacey dispensa qualquer tipo de comentários...
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2017
Sem espaços e na íntegra: h t t p s : / /rezenhando . wordpress . com /2017/10/17/rezenha-critica-k-pax-2001/

Voltando aquela positiva onda de excelentes filmes desta vez um que há anos, desde que comecei a assistir House of Cards prometia ver e nunca conseguia ou simplesmente esnobava, sabe-se Deus porquê, sabendo que era um filme cuja temática me cativa e sem contar que estamos falando de Kevin Spacey (que não é este Deus da dramaturgia, mas nestes filmes mais pirados ele se sobressai). Finalmente fui conferir e me arrependo arduamente de ter perdido no mínimo 15 anos sem ter assistido esta obra prima mais de uma vez, e quando falo obra prima não é apenas pela magistrosa atuação do “Presidente”, também por todas as nuances que o filme nos remete. Confiram a “rezenha” crítica de K-PAX: O Caminho da Luz.

O nome não instiga nenhum marketing para si, tanto que a costumeira distribuição brasileira resolveu adicionar ao nome original os dizeres “O Caminho da Luz” que mais abaixo saberão o porquê e que neste caso tem toda a significância, diferente de muitos filmes com o título alterado ou traduzido por aí.

O personagem de Kevin Spacey chama-se Prot, um homem misterioso, que vive dizendo ter vindo do planeta K-Pax, distante 1000 anos-luz da Terra. Por causa disto ele é internado em um hospício, onde conhece o Dr. Mark Powell (Jeff Bridges), um psiquiatra disposto a provar que ele na verdade sofre de um grave distúrbio de personalidade. Mas as descrições de Prot sobre como é a vida em seu planeta acabam encantando os demais pacientes do hospício, fazendo com que eles queiram ir com Prot quando ele diz que está próximo o dia em que deverá voltar ao seu planeta.

O filme divaga sobre discussões bastante pertinentes, inclusive, tornou-se ainda mais atual em relação a data que o filme foi lançado. Quando se trata dos duvidosos e viciantes tratamentos psicológicos através de remédios, as discussões e situações contraditórias entre Prot e o psicologo Mark são um tapa com luva de pelíca na cara dos mais atentos ou também àqueles que acham que ainda estão vivos apenas à base de remédios inventando inúmeras desculpas esfarrapadas.

Fora isso, o até então ganhador do Oscar de Melhor Ator já nos primeiros segundos mostra o quão foda é como personagem, sua chegada em meio a um feixe de luz com aqueles óculos vermelhos dão o toque de mistério, e em sua primeira expressão já nos prende, e isso destoa pelo filme todo. Porque além dos trejeitos de Prot, em vários momentos o personagem esteve sob hipnose e o ator muda drasticamente a interpretação, fora outros momentos igualmente incríveis, como a memorável cena onde Prot come as frutas na frente do psicologo, inesquecíveis.

Relativiza a ideia de loucura, denunciando a institucionalização da mesma, com um final inspirado em Nietzsche e seu “Amor Fati” (Eterno Retorno).
Maravilhoso: Inspirador, delicado, cheio de minúcias emocionantes para quem consegue perceber, principalmente na transição do segundo para o terceiro ato quando é entregue o que o telespectador mais ânsia, ali dependendo do seu estado de espírito pode até chorar, porque não?

Além do ceticismo dos médicos e a constante provação que Prot os faz passar (de forma bem convincente por sinal) o filme entra de cabeça na ambientação do próprio hospício e os anseios dos que lá estão, até então sendo tratados a base de remédio apenas procrastinando seus distúrbios, sendo que quando surge um ser com tamanha elevação espiritual, apenas com uma boa conversa e entendendo de fato o que estas pessoas precisam “as cura”.

Se analisarmos um pouco mais afundo conseguimos inclusive entender como nossa sociedade destroi os que até inconscientemente destacam-se, todos os que perturbam a ordem social com sua mera presença por mais elevado que seja o espírito desses como é o caso do protagonista da trama (vide Jesus Cristo também, mas aí poderia escrever uma “rezenha” exclusivamente sobre este tema. O filme nos faz questionar não só sobre se Prot é de fato um louco como também sobre a loucura institucionalizada em nossa sociedade tida como normal.

É o tipo de filme que foi subestimado quando saiu, muito por conta do simplório e confuso nome, mas que nunca perderá a essência, e que tornou-se atemporal e com um dos melhores plot twisties (desfechos) do cinema deixando você por dias pensando e analisando várias teorias.

Iria assistir de novo? Com certeza.

Minha nota é 5/5.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de agosto de 2013
A química entre os dois protagonistas diante de uma trama instigante, e uma atuação eficiente e inspirada de Spacey, tecem o interesse do espectador que não consegue cessar seu encanto com mais um personagem inesquecível que figura no universo do Drama psicológico. Esta sessão que dura um pouco mais de 90 minutos... nos conduz diante de uma análise atenta a uma viagem que reflete o tônus de uma subjetividade em busca de uma paz que nem sempre se é permitido resgatar na sanidade. E é exatamente nesta fronteira que permeia a alma deste belo filme.
Carlos
Carlos

67 seguidores 117 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Uma obra de arte...um dos maiores filmes de ficção que já vi. Asssiti inúmeras vezes...Kevin Spacey ótimo ator como sempre, ele trabalha com a alma. Por um momento ao ver esse filme pela primeira vez...vi um mundo melhor, uma sociedade justa e superior...como a citada pelo personagem principal, onde ele dizia que em seu mundo não há regras, nem leis, nem governo e nem família. E muito menos egoísmo. Eu sonho a sociedade na terra desse jeito, como Buda e Cristo pregaram, mas pelo jeito estamos a anos luz de conseguir tal feito. Filme genial, brilhante, inteligentíssimo. A trilha sonora é cativante e inesquecível...E Prot (Kevin Spacey) é um herói dentro do filme, um homem justo e superior...nunca saberemos se ele era mesmo um extraterrestre no corpo de um humano...ou se era um homem com transtornos psiquiátricos. Mas que a mensagem passada por ele foi humana e real..isso foi e muito. ESSE FILME MARCOU FUNDO A MINHA VIDA...
Matheus A.
Matheus A.

33 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de julho de 2014
Simplesmente fantástico o filme, me surpreendeu, quando vi o nome pensei que fosse apenas mais um, porém me admirei com tanta simplicidade e ao mesmo tempo qualidade !!
Pedro R.
Pedro R.

32 seguidores 46 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de abril de 2013
Me surpreendeu! Achei que poderia ser muito ruim, mas é interessante!

A atuação de Kevin Space, como sempre, é fenomenal. O que é mais curioso é que, durante todo o filme, o protagonista tenta convencer a todos de que é um ET. Kevin Space interpreta isso com tanta maestria que você, telespectador, também é persuadido por sua tremenda confiança. É possível mudar sua percepção duas ou até três vezes sobre qual o desfecho.

Em contrapartida, tem bastante cena entediante. De alguma maneira poderiam fazer o filme com um pouco mais de dinamismo.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 19 de agosto de 2013
Um filme lindo, centrado e surpreendente. Só o Spacey paga o ingresso de qualquer videozinho caseiro. Mas não é o caso desse filme maravilhoso e bem dirigido.
No fim, será que o Prot é mesmo de K-pax. O psicólogo pode ter lá suas dúvidas (Jeff Bridges), mas no fundo ele sabe que o Prot é um ser evoluído de outra dimensão.
Airton Reis Jr.
Airton Reis Jr.

25 seguidores 66 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de agosto de 2013
E se você realmente se deparasse com uma presença alienígena, como é que você reagiria? Esse é o tema central de K-Pax, com excelentes atuações de Kevin Spacey e Jeff Bridges. Num dia qualquer de forma furtiva, impõe-se uma misteriosa presença, cujo caráter especial só é notado pelo veterano Ernie (Saul Williams), frequentador da estação de trem. Deparando-se com uma situação de violência cotidiana essa presença logo é classificada pelas autoridades como um demente, ao afirmar que tem origem em outro planeta. Enviado a um hospital psiquiátrico, Prot (Spacey) intriga o psiquiatra Mark (Bridges) por sua articulação e aparentemente vastos conhecimentos de astronomia, que são testados por “doutores na área” os quais pertencem ao seu círculo de convivência. No entanto, existe um paradoxo, pois o ser é fisiologicamente “apenas” um homem. Tratado como especial, pelos conhecimentos e articulação demonstrados por Prot, Mark envolve-se pessoalmente com o caso esforçando-se para determinar qual a história daquele homem, indo além da hierarquia psiquiatra-paciente, até que descobre um certo Robert Porter, vítima de uma tragédia pessoal e familiar. Então se emparelham múltiplos conceitos a serem absorvidos para os espectadores do filme: como poderia ser a nave de um ET? Um ET precisaria ter uma presença física? Somos nós mesmos os ETs? Qual é a relação entre a consciência e o nosso corpo? Qual é a nossa relação com as coisas, todos os seres e com o mundo? São todas questões primordiais e que mereceriam uma vida cada uma para serem totalmente entendidas, mas que o roteiro de K-Pax consegue sintetizar de forma brilhante e singela.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa