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Jessé Claro
1 crítica
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1,0
Enviada em 10 de janeiro de 2026
Muito mais uma apologia a um casamento fora do convencional, cujo papel de mãe é desvalorizado e desconexo. Além do mais, o filme não agrada em nada: não é uma comédia (como se propõe), não prende o espectador em nenhum momento da produção. Não recomendo.
Simplesmente poderoso. Adorei como é estranho e intimista. Os diálogos são sensacionais, inteligentes e tocantes. Embora fantasioso, é muito real! A atuação da Amy Adams, como sempre, maravilhosa. Adorei a mensagem passada, as críticas feitas e toda a construção desse filme.
Profundo, intenso, explora o tema da maternidade e outras questões existenciais com maestria, de uma forma muito inteligente, quem falar mal é pq não é mulher nem mãe rs
O "karma" da maternidade e a ojeriza que um número cada vez maior de mulheres sente em relação à ela são temas complexos que devem ser encarados de frente e sem demagogia, mas em CANINA, o típico "protesto a favor" para deixar as coisas como estão hollywoodiano, o assunto é tratado de forma eu diria até misógina e irresponsável. A mensagem do filme às mulheres é a seguinte: "Não se avexem, pois as coisas são assim mesmo...". Como!!!??? Não há fórmula pronta de como se deve encarar a maternidade e as coisas não são, de maneira alguma, "assim mesmo"...
Eu me senti identificado com o filme, mas a história é meio gelada e eu não curti o paralelo com os cachorros. Eu compreendo que a intenção é mostrar que, spoiler: quando uma mulher se casa e vira mãe, ela meio que esquece das paixões que ela tinha antes de ser mãe e esposa, e por isso ela pode acabar surtando . Mas não entendi os cachorros, podia ser leões hahaha
Em que pese a obra trazer um tema importantíssimo como a vivência da maternidade que pode trazer solidão, angústia, cansaço e desgaste mental, o ritmo do filme alternando em gêneros antagônicos não dá créditos para ser levado a sério.
Lindo filme. Me bateu forte, fiquei emocionada. Mulheres, mães ou não, assistam que é lindo! Tem política, essência selvagem, antepassadas sendo compreendidas, perdoadas e muita resignificação.
Estranhamente estranho. Essa abordagem de tema não me agrada, mas para quem gosta de ver os "monstros" sociais e psicológicos sendo abordados de forma abastada, talvez se conecte com essa história.
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