Dirigido e roteirizado por Marielle Heller e protagonizado por Amy Adams, Canina é inspirado no romance satírico de Rachel Yoder lançado em 2021. Na trama original, uma mulher interrompe sua carreira após ter um filho. Focada agora em cuidar da criança em tempo integral, ela assume o papel de dona de casa enquanto seu marido está sempre ausente, por conta de suas longas e frequentes viagens de negócios. Vivendo em uma casa suburbana, o estresse da nova rotina começa a afetar sua sanidade, e ela passa a acreditar que está se transformando em um cachorro.
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3,0
Legal
Canina
Amy Adams late horrores e expõe as angústias da maternidade em Canina
por Nathalia Jesus
Presente na seleção do Festival do Rio 2024, Canina foi um filme que atiçou minha curiosidade de um jeito peculiar naquela época. Pela sinopse, você não espera por algo muito maior do que uma comédia “estranha”. No entanto, o longa-metragem surpreende e acaba oferecendo uma experiência sensorial carregada de simbolismo e desconforto, que vai do absurdo ao trágico, questionando os limites da psique humana e da transformação pessoal. Baseado no livro homônimo de Rachel Yoder, Canina (ou Nightbitch, no título original) mergulha no universo de uma mulher que, no IMDb, é creditada somente como “Mãe”, o que diz bastante sobre o enredo do filme — e, por mais esquisito que possa soar, é assim que a chamarei ao longo dessa crítica.
Searchlight Pictures
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2:04





Lindo filme. Me bateu forte, fiquei emocionada.
Mulheres, mães ou não, assistam que é lindo!
Tem política, essência selvagem, antepassadas sendo compreendidas, perdoadas e muita resignificação.
Mulheres, mães ou não, assistam que é lindo!
Tem política, essência selvagem, antepassadas sendo compreendidas, perdoadas e muita resignificação.
Maternidade nua e crua, sem laço rosa, sem idealização.
Amy Adams representa muito bem as mulheres que tinham interesses na vida para além de formar família, que não têm temperamento doméstico, que são ferais naquilo que sentem e que podem ser ótimas mães, resistindo às mentiras sociais e religiosas às quais homens e mulheres são expostos e que mata a alma de qualquer pessoa, mata relacionamentos e adoece a vida.
Uma ode a mulher ...
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Simplesmente poderoso. Adorei como é estranho e intimista. Os diálogos são sensacionais, inteligentes e tocantes. Embora fantasioso, é muito real! A atuação da Amy Adams, como sempre, maravilhosa. Adorei a mensagem passada, as críticas feitas e toda a construção desse filme.
Eu me senti identificado com o filme, mas a história é meio gelada e eu não curti o paralelo com os cachorros. Eu compreendo que a intenção é mostrar que, spoiler: quando uma mulher se casa e vira mãe, ela meio que esquece das paixões que ela tinha antes de ser mãe e esposa, e por isso ela pode acabar surtando
. Mas não entendi os cachorros, podia ser leões hahaha
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Outro streaming
Originalmente, o filme deveria ser lançado diretamente no streaming do Hulu, mas a boa recepção nas exibições de teste levou a Searchlight Pictures a lançá-lo em vários cinemas.
Parceiros de cena
Amy Adams e Scoot McNairy estrelaram anteriormente Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016).
Mais uma parceria
Zoe Chao e Mary Holland apareceram no The Afterparty.
Nacionalidade
EUA
Distribuidor
-
Ano de produção
2024
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-