Na minha opinião, Terrifier 2 melhorou bastante em comparação com o primeiro filme. Ainda não considero um dos melhores filmes de terror, mas a sequência conseguiu evoluir em vários aspectos.
O que mais gostei foi que agora existe uma história mais desenvolvida. O roteiro tenta construir melhor os personagens e dar mais contexto aos acontecimentos, o que deixou o filme muito mais interessante. Além disso, a produção parece mais caprichada e bem feita do que a do primeiro.
O filme consegue prender a atenção do começo ao fim e, mesmo sendo longo, achei que a experiência foi mais envolvente. O gore continua muito presente, mas desta vez senti que ele faz parte de uma história um pouco mais elaborada, e não apenas de uma sequência de cenas violentas.
Ainda assim, não achei que fosse um filme excepcional ou um dos melhores do gênero. É uma boa evolução em relação ao primeiro, mas ainda tem alguns pontos que poderiam ser melhores. Por isso, minha nota é 3 estrelas.
Eu me diverti com o filme! Principalmente no segundo ato. As atuações são fracas, o ART manda bem. E que história é essa que a menina vira a Sheera! Morri!!!! Kkkkkk
Terrifier 2 aposta fortemente no gore e no apelo sexual, este último concentrado principalmente na personagem Sienna. Há cuidado com figurinos, identidade visual e fotografia, que ajudam a sustentar a atmosfera, mas a trilha sonora nem sempre trabalha a favor do horror: a ideia musical do “Art Café” é fraca e conceitualmente deslocada. Art não combina com esse tipo de abordagem, pois sua força está na presença ameaçadora, teatral e ritualística; quando o filme flerta com a banalidade ou a ironia, o impacto do personagem se dilui. No conjunto, o longa funciona mais como experiência estética do que como terror pleno, faltando sadismo melhor direcionado e teatralidade mais agressiva. O resultado é regular: tem identidade e atmosfera, mas se perde quando o estilo passa a existir sem função narrativa clara; com escolhas mais contidas e crueldade melhor conduzida, o impacto seria maior.
tinha tudo pra ser melhor que o primeiro, mas foi tão ruim quanto, sinceramente, nesse filme só tem gore, então não assista esperando por uma história.
"Terrifier 2" é uma sequência que consegue melhorar bastante em relação ao primeiro filme e entrega uma experiência de terror que é tanto grotesca quanto fascinante. A trama é um pouco mais estruturada, dando mais contexto ao vilão Art, o palhaço, e suas motivações, o que acaba tornando o filme mais interessante do que o original. A violência gráfica e o gore continuam presentes, mas dessa vez há uma sensação de que essas cenas têm mais propósito, contribuindo para a tensão e o horror da história.
A performance de David Howard Thornton como Art é fenomenal – ele consegue ser assustador, mas também cativante de uma forma peculiar, tornando o personagem mais imersivo e memorável. O filme tem um ritmo bom, com mais momentos de suspense e construção de tensão, além de ser ainda mais ousado em suas cenas perturbadoras.
"Terrifier 2" é uma grata surpresa para os fãs de terror slasher. Ele consegue ser um filme muito mais interessante, com um equilíbrio melhor entre o gore e a narrativa, fazendo jus à fama do primeiro filme e ganhando seu próprio espaço dentro do gênero. Se você gosta de filmes de terror mais extremos, essa sequência vale muito a pena.
No primeiro filme a crítica era não ter uma história, mas nesse a crítica vai pela história ser levemente clichê mas completamente sem sentido e até mesmo forçado. Apesar disso, seu gore (o mais procurado) cumpre bem com o que promete e até mesmo passa das expectativas. Apesar de ser melhor que o primeiro, seu final foi extremamente clichê e desapontante.
O filme melhora tudo em relação ao primeiro, é um filme muito mais bem feito e com muito mais preocupação. Dessa vez há um roteiro, mas esse filme não tem cenas marcantes igual o seu antecessor, e ele levanta mais dúvidas do que responde, e isso me incomoda. O primeiro filme apresenta de forma brilhante o Art e o segundo só repete, e acrescenta mais alguns mistérios no personagem. Ainda prefiro o primeiro.
Esse filme é longo desnecessariamente. O filme fica maçante e se perde algumas vezes. Alguns furos de caminhos que levam a uma estória de fundo inútil.
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