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Marcelo Soares
1 crítica
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5,0
Enviada em 22 de março de 2021
Excelente versão do que seria o filme original da Liga da Justiça. Difere em muito do seu irmão gêmeo quasímodo, lançado em 2017, logo após a Warner dar uma rasteira no enlutado Zack Snyder e passar a direção ao polêmico (para dizer pouco) Joss Whedon, o qual nos fez o desfavor de desfigurar toda a obra de Snyder. Contudo, há males que vêm para bem e depois de um esforço hercúleo de Snyder e seus fãs, o filme finalmente aconteceu. E que filme! Fomos presentados com essa belíssima obra de pouco mais de 4 horas de duração que, para mim, passou num instante e me deixou com um gostinho agradável de "quero mais". Estou esperançoso de que haja uma continuação e de que os executivos da Warner abram seus olhos e entendam de vez que os fãs são seus clientes e que terão de aprender a agradá-los, isto é, se quiserem obter seus tão queridos lucros substanciais, advindos do seu universo cinematográfico.
Esse filme mostra como um bom roteiro pode transformar um dos maiores fracassos em um dos maiores sucessos. Entre tantos acertos e erros, as 2 horas iniciais viaja numa lentidão desgastante, acho que pelo exagero das cenas em slow motion e a espetacularização de cenas pífias, quando tenta engrandecer alguns murros e chutes em parademônios fracos e quando da mais vez às entradas triunfais do que à real atuação e astúcia dos personagens, prejudicando a fluidez das cenas, como se o telespectador não conseguisse notar isso com os próprios olhos. E quanto ao figurino, o batman está parecendo um marombeiro com um traje colado e a armadura de Power Ranger(filme 2017) do Flash acaba dando um aspecto de lentidão aos movimentos, mas nada que atrapalhe a atuação excepcional do Flash, já o Ciborgue é praticamente um robô, sem a presença de pelo menos um braço humano, e a sensacional mulher maravilha é perfeita em cada detalhe, a atriz e a roupa traz total verossimilhança, assim como o Aquaman e o Superman, ofuscando os deslizes feitos nos outros. Mas fora isso, a introdução dos personagens e a engrenagem dos acontecimentos ficaram coesas, conectando perfeitamente cada qual, trouxe à tona o clima mais sombrio e realista da Dc, semelhante às animações e aos quadrinhos, falhando um pouco no excesso de modernização do figurino, das armas, dos carros e prédios de Gotham, do asilo Arkham, algo que quebra a realidade sombria, mas se aproxima da realidade atual de mundo. O final é excelente, abre espaço para a temática do Flashpoint, mostra o Coringa do jeito que os fãs querem, um Exterminador brabo e um desfecho que nos da a sensação de missão cumprida, com o desejo de uma improvável sequência, Snyder conseguiu fazer algo que parecia impossível, sem sombra de dúvidas, os rumos dos filmes da Dc seriam outros se esse fosse o filme de 2017. #ForAutumn
spoiler: Filme mais chato, podia ser melhor, forrado de clichês, texto fraco, nossa nem acredito que gastou milhões pra fazer isso, pra quem gosta de quadrinhos com falas curtas é o que lembra. O Aquaman não gosta de nada e de ninguém ai sou o fodão prefiro ficar sozinho. Quando o flash participa das cenas parece que é sempre o personagem mais lento de todos, toda vez que ele é filmado passa em câmera lenta, tudoooo, incrível, estranho, o Super Man coitado acorda dando um pau em seus amigos e quando vê a Lois do nada meio que acorda pega ela e some do pro além, vai pro sitio relaxar haha, cara muito clichê barato. Nossa tinha muito potencial pra tudo, mas o cinema tem que refletir..............
O Snyder CUT é bem melhor que a versão anterior do filme. É verdade que quatro horas de filme são exageradas, mas elas conseguem deixar algumas coisas mais bem explicadas, diferentemente do filme do Joss Whedon.
Ali estão o contra luz frequente, a metáfora com figuras bíblicas e o colorido sem cor. No entanto, o filme proporciona cenas visualmente muito bonitas. Snyder usa a câmera lenta em excesso, o que causa um cansaço pela repetição.
A grande melhora nesse filme é o Cyborg, que foi completamente deixado de lado na versão anterior. Todo o arco do personagem conduz a equipe durante o enredo.
O epílogo é meio decepcionante. Acrescenta pouca coisa na história em si e nada para o futuro, pois o Snyderverso não deve continuar. Jared Leto entrega um Coringa melhor do que em Esquadrão Suicida.
O filme mostrou ser muito competente, senti os heróis da minha infância serem bem representados, sem dúvidas valeu a pena todas as 4hrs, tenho que parabenizar o esforço do diretor para esse filme sair, os fãs agradecem... pra quem não assistiu ainda, recomendo.
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