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Jackson A L
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1.245 críticas
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3,5
Enviada em 9 de abril de 2021
Filme nacional com muito do bom humor nordestino e sem apelação. Edmilson Filho muito em em seu papel. Já Matheus Nachtergaele pareceu meio "engessado", no papel de Trindade, mas não deixa de ser um ótimo ator. Divertiu bem!
Curto muito os trabalhos de Nachtergaele, e nunca tinha visto nada de Edmilson Filho, mas curti os dois nesse filme. Engraçado e ótimo pra passar o tempo
Ama boa comédia, Edmilson Filho já é engraçado por natureza e nessas comédias sertanejas ele se encaixa muito bem. Matheus não foi tão bem quanto seu parceiro, mas o filme diverte sem apelar.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Edmilson Filho, esse cabra da peste, macho, fio de uma rapariga, comedor de rapadura e calango, nas horas vagas lutador de artes-marciais, deu mais um show (como em "Kung-fú do sertão"). Matheus foi um ótimo coadjuvante, meio que fazendo a "parte mais séria" da trama. Comédia bem desenvolvida, com temática simples e tomadas corretas, faz rir muito! Leva quatro estrêlas com louvor!!
(Insta: @cinemacrica) - Uma comédia nacional que explicitamente assume-se como escrachada. Como tal, a avaliação não deve levar em conta a logicidade argumentativa, mas o prazer de ser guiado pela sequência de episódios exageradamente irreverentes. O enredo vale-se da fusão cultural brasileira, cearense e paulista, dentro da ambientação policial. A dupla de protagonistas, cada um a princípio atuando em suas cidades, são profissionais desacreditados. Após a cabra sob os cuidados do policial nordestino ser sequestrada para São Paulo, a tentativa de resgate aproxima os oficiais que logo se enveredam numa investigação de tráfico de drogas de modo a obterem o prestígio que nunca tatearam. A temática policial não é nova, são inúmeros os exemplos de comédias que se valem das contradições do rigor dos defensores da lei que pouco remetem à ordem. Apesar disso, a investida nacional faz bom uso das nossas regionalidades e tem no toque nordestino seus maiores pontos altos. Mesmo não sendo uma constante, é possível se divertir genuinamente em mais de um momento com a irreverência do policial cearense Bruceuilis. A própria passagem onde comenta a inspiração do seu nome e irmãos é seguida de boas tiradas. Já Trindade, interpretado por Matheus Nachtergaele, faz o contraponto do típico oficial de escritório e um corpo estranho quando demandado em ações de campo. Nessa frente, as piadas inerentes à falta de intimidade com o ofício não se destacam. Dada a adoção da sátira extrema, o roteiro passa a ter outro nível de cobrança. O longa tem um bom ritmo, mas caberiam doses mais caprichadas de elucidação de fatos e evolução da investigação. Entre o predomínio de piadas medianas e alguns pontos altos hasteados pela cativante irreverência nordestina, é uma comédia capaz de entreter.
Não sei pq ainda perco tempo vendo os filmes desse Edmilson filho, nenhum filme que eu vi desse sujeito é bom, são de ruim pra péssimo. Enredo fraco, atuações fracas (Principalmente da Letícia Lima, que faz a capitã, forçada, não convence nem um pouco como policial), montagem sem noção, pouquíssimas coisas salvam como a atuação do Matheus e a fotografia, de resto pode jogar no lixo.
achei o filme uma m. assisti até os 30min e parei quando o cara vai pra SP atrás da cabra. roteiro furado, mas o que me impressionou foi o Matheus nastergari SIC irreconhecível como ator. enfim...
Uma das melhores comédias nacionais recentes. Cabras da Peste conta com um bom ritmo e piadas engraçadas, no tom certo. Achei bem interessante a forma como o filme brinca com estereótipos sem ser ofensivo. Destaque para a ótima atuação e o carisma de Edmilson Filho.
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