Não recomendado para menos de 14 anos
Em Um Crime em Comum, Cecilia, professora de sociologia, recebe a visita do filho adolescente da governanta, Kevin, em sua porta durante uma noite de chuva forte. Receosa em deixá-lo entrar, ela acaba recebendo a notícia de que, no dia seguinte, seu corpo fora encontrado em um rio. O bairro acusa a polícia de ter perseguido o rapaz, o que desperta a revolta das pessoas de mesma situação socio-econômica. Além disso, Cecilia também está tendo que lidar com seu conceito de realidade cada vez mais abalado, sua culpa e seu sentimento de perseguição.
2,0
Fraco
Um Crime em Comum
Terror particular
por Barbara Demerov
Ao longo da narrativa monótona de Um Crime Comum, uma dúvida paira no ar: o problema de ritmo se origina por conta de Cecilia (Elisa Carricajo), a protagonista, ou da falta de curiosidade que a história transmite? É difícil saber a resposta, uma vez que o longa-metragem de Francisco Márquez não parece estar disposto a entregar ao espectador uma experiência completa dentro do drama ou do terror. O que acontece é uma meia experiência, que sempre acaba por ser interrompida quando ambos os gêneros tentam se fundir.A professora interpretada por Carricajo parece absorta do próprio universo em que vive por boa parte do tempo. Aterrorizada por uma escolha que fez em uma noite chuvosa (não abrir a porta para o filho de sua empregada, que acabou por ser encontrado morto no dia seguinte), Cecilia carrega o tempo inteiro essa culpa. Porém, Um Crime Comum se esquece de pontuar que a vítima não é a pr
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1:00
Isso é que é mergulhar fundo em um personagem. São raríssimos os momentos em que se mostra alguma coisa sem a presença de Ceci. Ou melhor, seu rosto, por vezes seu tronco e às vezes seu corpo inteiro. Ela vai afundando em sua culpa e temos que acompanhá-la, vivendo por ela até mesmo suas alucinações. Se é que o são. E isso é extremamente incômodo se recordarmos que também somos capazes de procederes distanciados de empatia pelo ...
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Isso é que é mergulhar fundo em um personagem. São raríssimos os momentos em que se mostra alguma coisa sem a presença de Ceci. Ou melhor, seu rosto, por vezes seu tronco e às vezes seu corpo inteiro. Ela vai afundando em sua culpa e temos que acompanhá-la, vivendo por ela até mesmo suas alucinações. Se é que o são. E isso é extremamente incômodo se recordarmos que também somos capazes de procederes distanciados de empatia pelo ...
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Horrível! Não percam tempo! Filme parado, sem nexo, sem ação, sem algo que prende pra continuar assistindo.
Nacionalidades
Argentina,
Brasil,
Suiça
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2020
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-