Inés (Erica Rivas) trabalha como atriz de dublagem e canta em um coral em Buenos Aires. Após uma experiência traumática durante uma viagem de férias, ela desenvolve um distúrbio do sono e começa a sofrer pesadelos muito vívidos. No trabalho, os microfones de estúdio captam sons estranhos vindos de seu corpo, ameaçando sua carreira e seu canto. Inés fica paranóica, pois tem problemas crescentes em dizer o que é real e o que não é. Ela começa a acreditar que os personagens de seus sonhos estão tentando dominar seu corpo.
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3,5
Bom
El Prófugo
Mixando ruídos
por Barbara Demerov
Em El Prófugo, a diretora Natalia Meta brinca com o que é real e o incoerente ao nos apresentar o universo particular da protagonista Inés (Érica Rivas, de Relatos Selvagens). Ela se divide em dois empregos que dependem puramente de sua voz; dedica-se um período do dia como dubladora e, no outro, canta em um coral. Até aí, tudo em sua rotina seria perfeitamente normal - mas a história verdadeira está abaixo desta camada. No início do filme, Inés diz ao seu namorado que ouve vozes de vez em quando e, mais grave do que isso, tem pesadelos recorrentes. Seu companheiro possui uma curiosidade quase sombria em saber com quem Inés fala durante seus sonhos, não estando preocupado com a situação em si. O comportamento soa bastante bizarro, mas ainda assim tem traços cômicos. Mas, após um grande trauma, a comicidade de El Prófugo não é mais delineada pela situação de Inés, que piora cada vez mais.
Ler a crítica
Nacionalidades
Argentina,
México
Distribuidor
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Ano de produção
2020
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Espanhol
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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