Anaconda
Média
2,7
272 notas

103 Críticas do usuário

5
15 críticas
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22 críticas
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13 críticas
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Giselle Leigh
Giselle Leigh

13 seguidores 87 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de janeiro de 2026
Sem dúvida o pior filme do ano 2025. Com toda certeza esse lixo cinematográfico ganhará o prêmio Framboesa de Ouro de pior filme do ano.
Kleber L.
Kleber L.

8 seguidores 168 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2026
Q filme besta nooooossa! Começa até engraçadinho mas do meio pro fim se torna um lixo horrível de primeira qualidade,! Com a direção se tornando péssima, as piadas tristes e as atuações pra fossa e ainda parece que o diretor não sabe como terminar esse besteirol de primeira grandeza no panteão dos lixos de Hollywood!
Sandro L.
Sandro L.

5 seguidores 48 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2026
O filme para mim não é um reboot e sim uma tentativa frustrada de ser uma comédia com referência ao filme original de 1999. Nada funciona no filme, as piadas, as atuações, os efeitos especiais, é tudo muito fraco. Quase não se tem a "Anaconda" no filme e sim uma tentativa de se criar diálogos engraçados e com algum tipo de drama, que acaba se tornando um festival de clichês sem nenhuma graça. Mais um filme que retrata a Amazônia sendo no Rio de Janeiro (não sei se é intencional pois o Selton Melo poderia ter alertado).
O filme beira o trash, talvez seja essa a idéia. Só assisti por causa do Selton e ele fica pouco em cena, porém convence como um guia bobo e atrapalhado e é só isso, daí surge também uma aparição sem graça da JLo para destruir tudo o que já estava ruim.
fernandosgs_
fernandosgs_

2 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2025
Excelente! Dei boas risadas, o filme não te deixa entediado e brinca com essa situação atual de que “ninguém tem mais ideia boa, então bora de remake” kk aqui essa vibe pegou bem, ainda mais em tom de piada! Hilário!!
Silvano M.
Silvano M.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2026
que porcaria, nao gostei..... nao tem historia, na deveria ser mencionado como anaconda 6, conseguiram estragar....
Ricardo Fortes
Ricardo Fortes

2 seguidores 38 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 31 de dezembro de 2025
É ruim de doer, em mais de uma hora e meia de filme, a cobra aparece uns cinco minutos, (talvez nem isso), o resto do filme é um amontoado de piadas sem graça, cenas de ação escassas e genéricas, Jack Black e Paul Rudd interpretando no piloto automático, Steve Zahn até arranca algumas risadas e Selton Mello no pouco tempo de tela que tem é disparado a melhor coisa do filme, enfim, uma total perda de tempo.
Tharugolo
Tharugolo

2 seguidores 34 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de janeiro de 2026
Bom filme de comédia. Fui assistir no cinema e demos boas risadas. As cenas são absurdas, mas assim como no filme original era. É um ótimo reboot, conta uma história sobre amizade, não desistir dos sonhos, além de a coisa toda ser uma grande metalinguagem. Tem boas sacadas em relação ao filme original, para entender todas é legal ter assistido o filme de 1997. Fui assistir no cinema e não me arrependi e todos no cinema pareceram gostar bastante. Boa pedida para assistir com a família, não tem cenas indecentes ou violentas. Ótima pedida para assistir sem muito apego ao real e se deixando levar pela ideia.
Giorgio L
Giorgio L

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 29 de janeiro de 2026
CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA: “ANACONDA” – UMA ODIOSA CONSTRUÇÃO DE FRACASSO ARTÍSTICO E DESRESPEITO AO PÚBLICO

Quando se fala em cinema de entretenimento, é natural esperarmos uma certa liberdade criativa, concessões ao absurdo e até mesmo um certo charme na mediocridade. No entanto, há um abismo entre um filme simplesmente “ruim” e uma obra que parece desprezar activamente os fundamentos da sétima arte, a inteligência do espectador e o investimento financeiro que a sustenta. “Anaconda”, a comédia lançada pela Sony Pictures, não é apenas um filme de quinta categoria: é um estudo de caso sobre como não se deve fazer cinema, um desfile de incompetências técnicas, narrativas e éticas que deixa o público não apenas entediado, mas genuinamente insultado.

A FOTOGRAFIA (OU A AUSÊNCIA DELA): UM DESLEIXO VISUAL INACREDITÁVEL

Desde os primeiros minutos, é evidente que o filme foi rodado com uma urgência e um desinteresse chocantes. As cenas parecem ter sido iluminadas com lâmpadas de escritório, sem qualquer preocupação com atmosfera, profundidade ou composição. Os planos são estáticos, monótonos, ou então agitados de forma amadora, sem justificativa narrativa. Não há uma única imagem que se fixe na memória, nenhum enquadramento que demonstre cuidado estético. A cor é lavada, o contraste inexistente, e a sensação é de se estar a assistir a uma filmagem de testes, ou pior, a um vídeo caseiro de férias em que alguém se esqueceu de tirar a tampa da lente. Num tempo em que produções de baixo orçamento conseguem, com criatividade, superar limitações financeiras, “Anaconda” opta por uma preguiça visual que beira o insulto. A Sony, um estúdio com recursos quase infinitos, assina um produto com qualidade técnica inferior a muitos canais do YouTube.

A NARRATIVA: UM AMONTADO DE NONSENSE SEM NEXO

Se a fotografia é um crime, o argumento é o cadáver do filme. A história – se é que se pode chamar assim – é uma sucessão de cenas desconexas, que parecem ter sido escritas em guardanapos durante um almoço e montadas ao acaso. Não há desenvolvimento lógico, nem construção de conflito, nem mesmo uma premissa minimamente interessante. As supostas “reviravoltas” são tão previsíveis quanto absurdas, e os momentos de comédia caem num vazio sonoro, pois não se baseiam em timing, personagens ou situações genuinamente engraçadas. A sensação é de que os roteiristas desistiram antes mesmo de começar, entregando um esqueleto de piadas clichês e situações copiadas de filmes melhores (mas já não excelentes). O resultado é uma experiência narrativa que não provoca riso, não gera tensão, não cria identificação — apenas um profundo tédio e perplexidade.

O DESPERDÍCIO E O DESRESPEITO AOS ATORES BRASILEIROS: UM CAPÍTULO À PARTE

Este é talvez o aspecto mais revoltante da produção. O filme recrutou actores brasileiros talentosos e com currículo respeitável, apenas para confiná-los a papéis completamente irrelevantes, estereotipados e, como o crítico notou, com um destino uniforme: a morte. Não há qualquer esforço para desenvolver estas personagens, dar-lhes motivações, arcos ou dignidade. São meros corpos descartáveis no enredo, figurantes com um pouco mais de falas. Essa decisão não é apenas má escrita; é sintomática de um olhar colonialista e preguiçoso, que vê o talento estrangeiro como adereço exótico e dispensável. É um uso cínico de nomes para atrair um público específico, sem a mínima intenção de lhes oferecer algo substantivo para fazer. A mensagem que fica é clara: os personagens brasileiros estão ali apenas para morrer e sair de cena, um desprezo que reflecte mal não só no filme, mas em todos os envolvidos na decisão.

A PRODUÇÃO: COMO A SONY PERMITIU ISSO?

Eis a questão que fica ecoando: como um estúdio do calibre da Sony Pictures deu luz verde a um projecto tão evidentemente malfeito? Onde estavam os produtores executivos? Onde estava o controle de qualidade? Onde estava o mínimo de bom senso? “Anaconda” não parece o resultado de um risco criativo que falhou; parece o resultado de um processo negligente, talvez movido por incentivos fiscais, obrigações contratuais ou pura e simples falta de fiscalização. Lançar um produto com este nível de acabamento é uma afronta ao mercado. A Sony, responsável por franquias bilionárias e obras aclamadas, mancha o seu catálogo com um filme que nem sequer atinge o patamar do “tão ruim que é bom”. É apenas ruim. Ponto.

A EXPERIÊNCIA DO ESPECTADOR: UMA PERDA DE TEMPO IRRECUPERÁVEL

Assistir a “Anaconda” é uma experiência activamente desagradável. Não há prazer irónico, não há momentos de diversão involuntária. Há apenas a constatação de que cada minuto que passa é um minuto da sua vida que não volta. O filme falha no seu propósito mais básico: entreter. Em vez disso, gera frustração, incredulidade e, por fim, uma raiva contida pela total falta de respeito com o tempo e a atenção do público.

VEREDICTO FINAL: UMA RECOMENDAÇÃO URGENTE DE FUGA

“Corram desse filme”, aconselha o crítico. E não poderia haver conselho mais sábio. “Anaconda” é um desastre em todos os níveis: técnico, narrativo, ético e comercial. É a prova viva de que o cinema, quando feito sem paixão, sem competência e sem respeito, pode se transformar num antigo filme. A Sony deve prestar contas por este fiasco, e o público deve votar com a sua carteira e o seu tempo, afastando-se activamente deste tipo de produto. Há demasiado conteúdo de qualidade no mundo — inclusive no género comédia — para se perderem 90 minutos com esta ofensa cinematográfica. “Anaconda” não é apenas um filme de quinta categoria; é um aviso sobre os perigos da indústria cultural quando abdica de seus padrões mais básicos. Fuja.
Vislei
Vislei

100 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de abril de 2026
pelas criticas dos usuários que vi aqui, o filme foi bem aceito, mas eu particularmente não gostei. achei entediante, apesar do ótimo elenco. inclusive com a ilustre presença do grande Selton Mello.
Hiudy Santos
Hiudy Santos

47 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de abril de 2026












































































































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