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Ben marvi Lopes
1 crítica
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5,0
Enviada em 28 de maio de 2026
Muitos Falaram que era ruim, mais não conseguem reparar né uma verdadeira obra de arte, uma coisa magnífica dessas, eu amei muito com certeza pagaria de novo para ir assistir ele.
Filme com ótima fluidez, trás o drama vivido por Michael que pode ser sentido por quem viveu também na infância o abuso psicológico e físico pelo pai. Pontos fortes do filme é a movimentação do advogado para por o clipe de Billie Jean na MTV na época que o racismo era grande e o comercial da Pepsi. Arrisco a dizer que três categorias já são cravadas Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Figurino. Esperando a continuação do filme.
Maravilhoso Uma viagem pela trajetória musical e familiar de Michael Jackson até 1988, quando finalmente se distancia do controle do pai. Haverá continuação. Fica claro seu talento extraordinário e sua busca por propósito e significado para si mesmo em relação ao mundo.
Filme de cinema. Excelente caracterização e cronologia sonora, pecando apenas na superficialidade com que sua vida pessoal é retratada. Poderiam ir mais a fundo, explorando as questões polêmicas familiares. Michael foi e segue sendo uma lenda, indiscutivelmente.
Vou dá quatro estrelas pelo filme, pois a nostalgia contagia quem assiste. Eu era pequeno, mas lembro de ter visto vários clipes no fantástico e esperávamos pra ver mais uma performance do rei do pop. Os shows passavam na globo e nesse quesito de demonstrar a grandeza genial do artista o filme foi bem, graças a atuação de seu familiar. Mas com tantas polêmicas, muitas coisas, as mais leves foram tratadas de forma bem superficial, vamos ver o segundo pra ver se mostra o drama real do fim de sua carreira.
Michael segue à risca a cartilha das cinebiografias: condensar uma vida gigante em poucas horas e apostar no espetáculo para segurar tudo. E, sendo justo, funciona. As performances, a música e a energia em cena fazem o filme fluir com facilidade.
Mas também fica claro que estamos vendo uma versão cuidadosamente controlada da história. Por trás do brilho, muita coisa é suavizada, acelerada ou simplesmente deixada de lado. A sensação é de assistir a um grande show que evita sair do roteiro.
Ainda assim, é difícil não se envolver. O filme entende o peso cultural que carrega e sabe usar isso a seu favor, entregando momentos que empolgam e emocionam.
No fim, é uma homenagem que funciona muito bem como entretenimento, mas que prefere o palco à profundidade.
Um filme simplesmente sensacional. A obra trabalha muito bem o lado emocional ao retratar a trajetória conturbada do Michael Jackson, mostrando como um garoto marcado por traumas conseguiu se tornar um dos maiores astros da música.
A narrativa é envolvente e bem explicada, conduzindo o espectador por momentos intensos e marcantes da vida do artista. As cenas dos shows são um espetáculo à parte, com uma energia tão bem construída que dá a sensação de estar dentro das apresentações.
Destaque absoluto para Jaafar Jackson, que entrega uma atuação impressionante. Para um primeiro papel, é algo realmente notável — uma performance segura, intensa e digna de aplausos.
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