A diretora Tetê Moraes dá voz ao Alberto Ribeiro Santana, Pai de Santo baiano e de sua família afro-brasileira. O documentário faz uma viagem de descobrimento sobre festas, rituais, culinária, música e dança, revelando a luta para manter viva a cultura de seus ancestrais africanos e do candomblé.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind
2,0
Fraco
Família de Axé
Portas semi-abertas
por Sarah Lyra
Imagine uma série de vídeos caseiros compilados em pouco mais de uma hora de duração, com personagens discorrendo sobre suas respectivas relações com o candomblé. O problema deste documentário é que, em nenhum momento, essa premissa parece intencional. Na maior parte da projeção, a ausência de uma estrutura elaborada se faz notável, e a obra parece tatear o caminho sem muita certeza de onde este o levará. Isso vai desde o recorte temático, que acaba concentrando um excesso de informações sobre a religião, até a estética, cujas características oscilam sem critérios previamente estabelecidos. Tetê Moraes, talvez por conta do profundo envolvimento com seus entrevistados, o que ela assume já nos primeiros instantes de filme, exibe uma dificuldade em abrir mão de cenas que, no conjunto final, se tornam dispensáveis. Há claramente uma disposição em manter todos os personagens, dar espaço para
Ler a crítica
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Bretz Filmes
Ano de produção
2019
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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