Os 102 Dálmatas
Média
3,4
99 notas

8 Críticas do usuário

5
0 crítica
4
0 crítica
3
1 crítica
2
0 crítica
1
6 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Boa Sessão da Tarde, que consegueaté superar "Os 101 dálmatas", que achei apenas razoável quando o assisti. Oroteiro é um pouco repetitivo (a partir de certo momento, a história é praticamenteidêntica à do primeiro filme) e é até chover no molhado dizer que Glenn Close rouba acena, mais uma vez interpretando Cruela DeVil. Algumas boas cenas com os cachorros, como aem que eles assistem "A dama e o vagabundo", e Gérard Depardieu perdendocompletamente a noção do ridículo, ao interpretar Monsier LePelt."
anônimo
Um visitante
1,5
Enviada em 17 de setembro de 2015
Mais uma sequência desnecessária.O primeiro filme em live-action já não tinha sido algo bem adaptado.Esse segundo é bem pior,pois muda uma boa parte do elenco,salva-se apenas por Glenn Close,que interpreta Cruela,e faz bem feito.
Felipe
Felipe

13 seguidores 73 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A Disney está indo de mal a pior. A cada filmevemos que a Disney está querendo é ganhar dinheiro. A Disney começou a se importar maiscom dinheiro do que com o desenvolvimento da história, que em seus últimos filmes vemficando cansativo. VELHOS TEMPOS de "A Pequena Sereia"!!!"
Noemy O.
Noemy O.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de abril de 2012
porque eu nao consigo assistir°? )):
Marcio
Marcio

8 seguidores 46 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muita gente critica o filme pela sua"infantilidade", comédias bobas, etc. O filme foi feito para o públicoinfantil e nada mais justo do que o mesmo ser feito de uma maneira inocente e de fácilentendimento para o público infantil. Por isso que críticas feitas por adultos tem queser feitas com cuidado, pensando principalmente de que a trama é feita para crianças.Assim, a maneira do filme ter sido produzida deixa claro a mensagem para a garotada. Nãoé fácil manter animais em frente a uma câmera e mandar que eles façam exatamente o queo diretor manda. Sem contar com os poucos efeitos especiais, que aparentemente são bobos,mas que demoram para ser finalizados. A garotada gosta, não é a toa que ele estaliderando e brigando pelo primeiro lugar com os novos lançamentos para o públicoinfantil."
Gui-kun
Gui-kun

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O primeiro filme foi mais interessante do que este @~@ Digamos que nesse os personagens são bem mais chatinhos e a história não tem tanta graça assim... Msmo q seja para um público infantil, acho q nem as crianças curtiriam tanto assim o filme... @~@
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 1 de dezembro de 2023
Vem com a mesma carga de divertimento do primeiro.Não há tantos bons momentos assim,mas se saiu bem.
Glenn Close é a principal figura do filme e a sua presença é marcante.
O figurino continua luxuoso e merecidamente foi indicado ao Oscar.
Vinicius Monteiro
Vinicius Monteiro

Seguir usuário

1,5
Enviada em 31 de maio de 2026
É uma regra quase não dita em Hollywood: se um filme faz sucesso, a sequência é inevitável. Mas até que ponto adicionar um número ao título e reciclar uma vilã icônica justifica a existência de uma obra? Quando me sentei para revisitar o universo canino da Disney, a expectativa era reencontrar o charme que tornou o primeiro filme um clássico instantâneo. No entanto, o que encontrei foi uma produção que late muito, mas não morde, tentando desesperadamente equilibrar nostalgia com ideias requentadas. Será que um guarda-roupa fabuloso e um punhado de filhotes adoráveis são suficientes para sustentar quase duas horas de filme? A resposta, infelizmente, é mais complexa e decepcionante do que parece.

Se há algo que impede este filme de ser um desastre total, é o domínio absoluto de Glenn Close. Eu não posso deixar de aplaudir como ela rouba a cena completamente com uma performance fabulosa e deliciosamente perversa. Ela não sai do personagem por um segundo sequer. Aliado a isso, temos o seu guarda-roupa. As peças intrincadas, elegantes e cheias de texturas criadas por Anthony Powell não apenas complementam o prestígio da vilã, mas convencem o público de que ela se sente verdadeiramente superior aos "meros mortais". O problema é que o brilho de Close acaba evidenciando o quão ofuscado e sem graça é o resto do filme.

Na minha visão, a capacidade do diretor Kevin Lima de criar um filme em live-action onde os cães projetam inteligência e emoção quase humanas é notável e traz o conforto clássico da Disney. Porém, o mesmo não pode ser dito sobre o elenco humano de apoio. A ausência da maior parte do elenco original gera uma decepção imediata. Para substituí-los, temos Ioan Gruffudd e Alice Evans. Embora cumpram a função básica de trazer uma bondade genuína para contrabalançar a maldade de Cruella, eles são rostos apáticos na tela. O romance entre os dois é mal desenvolvido, superficial e facilmente esquecível diante das peripécias dos cachorros.

Outro ponto que salta aos olhos — nem sempre pelos melhores motivos — é a escalação de Gérard Depardieu como o estilista francês Jean-Pierre Le Pelt. Se no filme original tínhamos a dinâmica clássica e trapalhona de Gaspar e Horácio, aqui temos um vilão secundário que beira o cartunesco. A atuação de Depardieu é tão exagerada que muitas vezes ultrapassa a linha do humor e cai no constrangimento. Embora funcione em momentos isolados para arrancar algumas risadas fáceis das crianças com seu sotaque carregado e trejeitos bizarros, no geral, sua presença soa como uma tentativa desesperada de preencher a lacuna deixada pela falta de antagonistas mais carismáticos.

É inegável que os filhotes de dálmata são o coração da franquia, especialmente a simpática filhote sem manchas, Oddball (Albina). No entanto, o roteiro tenta injetar mais energia introduzindo novos animais como alívio cômico, destacando-se o papagaio Tagarela (Waddlesworth), que acredita firmemente ser um rottweiler. Embora a ideia de um pássaro com crise de identidade seja criativa no papel, na tela ela acaba se tornando uma distração barulhenta. Esse excesso de personagens não-caninos rouba um tempo precioso de tela dos verdadeiros protagonistas, diluindo o foco da narrativa e testando a paciência do espectador mais velho.

No aspecto técnico, a obra é um produto claro de sua época, marcando uma transição visual incômoda. Por um lado, a direção de arte entrega cenários práticos que são visualmente interessantes e vibrantes — a exemplo do covil industrial e do apartamento estiloso de Cruella. Por outro, os efeitos visuais gerados por computador (CGI) não envelheceram bem. A tecnologia usada para apagar as manchas de Oddball e para animar as sequências de ação mais absurdas destoa do charme tátil e realista do live-action de 1996. É um ponto mediano na produção: a cenografia encanta, mas o abuso de um CGI embrionário quebra frequentemente a imersão na magia do filme.

O grande pecado de 102 Dálmatas é a sua completa falta de originalidade. A principal crítica que faço ao roteiro é que ele é uma repetição cansativa da fórmula do primeiro filme, o que faz a continuação soar puramente como uma tentativa corporativa do estúdio de lucrar com a franquia. O enredo é raso e pouco inspirado. Para o público adulto que acompanha as crianças, a história se torna arrastada e, em muitos momentos, um teste de paciência frente a uma narrativa previsível.

A direção falha gravemente ao tentar encontrar o tom do filme, resultando em uma verdadeira montanha-russa desconfortável. Por um lado, há um excesso de comédia pastelão extrema — pessoas caindo em banheiros, sendo jogadas em bolos gigantes — que subestima a inteligência do espectador. Por outro lado, o filme flerta com um tom surpreendentemente sádico em seu terceiro ato. Cenas envolvendo fornos industriais e máquinas de cortar são intensas e sombrias demais para a classificação indicativa livre, podendo assustar o público infantil mais jovem. Essa bipolaridade narrativa impede que a obra atinja perfeitamente qualquer um de seus públicos-alvo.

102 Dálmatas é um filme que se sustenta unicamente no visual extravagante de sua vilã e na fofura de seus animais, falhando em entregar uma história que justifique sua existência. É uma obra de roteiro fraco, tom desequilibrado e personagens humanos descartáveis, servindo apenas como um entretenimento passageiro e esquecível. Contudo, a experiência cinematográfica é sempre subjetiva. Recomendo que você assista ao filme, tire suas próprias conclusões e veja se a genialidade caricata de Glenn Close é suficiente para compensar as derrapadas da direção. Afinal, a melhor crítica é aquela que você mesmo constrói após a sessão.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa