Sam (Sanaa Giwa), é uma adolescente hiperinteligente e trabalhadora que leva uma vida feliz com o pai e os dois irmãos no sul da Holanda. Desde que a mãe Vera (Romana Vrede) morreu, Sam se sente responsável pela família e, agora, cuida da casa com o pai. Uma dia, ela é atingida por um caminhão e morre. No futuro, a jovem encontra sua mãe esperando por ela e descobre que existe um caminho de volta à vida. Porém, decisões difíceis deverão ser tomadas para que pelo menos uma delas consiga ressuscitar.
2,0
Fraco
Afterlife
Sobra cor, falta alma
por Barbara Demerov
Os primeiros minutos de Afterlife já poderiam formar um curta-metragem por si só. Ao apresentar rapidamente a personagem principal, a trágica situação que ela precisa encarar ainda na adolescência e a "solução" um tanto maluca que acaba por mover a trama, o filme de Willem Bosch não tem dificuldade alguma em ambientar o espectador no universo fantasioso que o mesmo se encontra, mas ao mesmo tempo peca por não desenvolvê-lo a fundo, sendo as cores e as imagens o maior destaque.As questões imagéticas do longa - que não sabe se encaixar nem como comédia, nem como drama - não trazem deméritos à história, mas simultaneamente a limitam de se subir um degrau rumo a um resultado mais poético e menos clichê. É curioso observar que, após os aproximados 20 minutos que abrem Afterlife, a história não progride muito e apresenta mais elementos do que pode lidar enquanto narrativa cinematográfica, pois
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Festival
Selecionado na Mostra de São Paulo, em 2019.
Mostra SP
Selecionado na Mostra SP, em 2019, na categoria "Novos Diretores".
Nacionalidade
Holanda
Distribuidor
-
Ano de produção
2019
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Holandês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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