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helder siqueira
1 crítica
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5,0
Enviada em 1 de março de 2026
Filme épico, spoiler: fala sobre o amor e a prioridade que se dá ao relacionamento. . Gostei muito, é bem distinto dos demais filmes de ficção sobre androides.
O homem bicentenário é um filme de ficção científica/drama que foi dirigido por Chris Columbus e roteiro de Nicholas Kazan, baseado na novela de nome homônimo de Isaac Asimov. O filme recebeu 1 indicação ao Oscar de 2000: melhor maquiagem. Na trama, acompanhamos Andrew (Robin Wiliams), um robô programado para fazer funções domésticas que foi adquirido por Martin (Sam Neill) e sua família. Porém, com passar dos anos Andrew começa a desenvolver características humanas como emoção e passa a aumentar o seu desejo de ser reconhecido como um humano. O filme tem uma boa trilha sonora que parece estar ali para tentar cobrir o buraco da falta de dramaticidade. O enredo do filme não consegue se aprofundar em nenhum tema relevante ( e tinha muitas opções para se aprofundar, como dilema filosóficos, morais, sociais etc). O filme pode trilhar um outro caminho do que um romance que surge do nada no final do segundo ato. Na verdade, o que se esperava era como um robô se dava com o luto de estar perdendo pessoas ao seu redor. Pois, o filme leva praticamente 1 hora para mostrar as relações entre o robô e os membros da família de Martin. Com mais de 2 horas de filme, a narrativa fica chata e cansativa. E aqui me refiro ao roteiro e não as interpretações que foram boas e convincentes ( Robin Williams maravilhoso).
Um robô (Robin Williams) busca se tornar humano ao longo de dois séculos, questionando o significado da humanidade e da vida. Uma reflexão sobre a humanidade e o desejo de pertencimento, com performances emocionantes. O filme mistura ficção científica com uma abordagem filosófica, embora o ritmo lento e a longa duração possam cansar em alguns momentos. Apesar da popularidade pelo público, os críticos consideram o filme presunçoso e sem inovações significativas.
Um filme incrível! O enredo vai ficando melhor à medida que o filme avança e o robô Andrew vai desenvolvendo sua personalidade. O filme possibilita muitas reflexões sobre a nossa humanidade, tais como, a necessidade de liberdade para que possamos nos desenvolver, a complexidade das nossas emoções (amor, medo de errar, raiva…), a luta pelos nossos direitos e, principalmente, a não aceitação de situações /condições que não agradavam Andrew o levou a evoluir e se desenvolver e que também trouxeram progressos para a humanidade, spoiler: como a possibilidade de transplantes com órgãos artificiais.
Um dos melhores filmes que já vi na minha vida ,se tivesse um top 3 com certeza esse filme estaria nele.Tem uma história tão linda que te faz se envolver do começo ao fim, não me canso de assistir esse filme
Será que esse filme foi o primeiro filme de Robin Williams que assisti? Filme jurássico e incrível esta marcado para eu assistir de novo a calma e a paciencia do ator são as grandes qualidades desse filme que retrata um tema transcendental um robô assumindo a forma de pessoa, afinal a maioria de outros filmes fez o inverso: retratar pessoas assumindo no seus corpos partes robóticas. Essa e a tarefa árdua do filme trabalhar ao longo do filme. Embeth Davidtz atuou muito bem no filme assumindo o papel de Amanda e a neta de Amanda a tarefa de trabalhar bem duas personagens de personalidades opostas, a dócil Amanda para a desconcertante Portia. O filme além de trabalhar a temática de Androide, biônica, trabalha a famosa história do paradoxo do Navio de Teseu. Criatividade não faltou nesse filme. Como complemente a esse filme que foi o inovador e o primeiro assistam então A.I. - Inteligência Artificial filme de 2001 com Spielberg (sim Homem Bicentenario não foi obra de Spielberg apesar de tudo é um incrivel filme).
Filme q tem uma mensagem linda E que deixa a gente pensativo. O homem Bicentenário marcou minha infância E gostei de revê-lo. Uns dos melhores filmes de Robin Williams
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