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Thiago Delapola
1 seguidor
13 críticas
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4,5
Enviada em 16 de setembro de 2020
Um filme belíssimo. Roteiro inteligente que sabe muito bem mesclar partes de comédia com o drama de um robô com centimentos. A parte mais fraca do filme é o romance com a Portia, ainda que sirva para spoiler: que Andrew, de fato, se torne humano.
Um dos melhores que filme que assisti. Particularmente porque adoro robótica e também pela seção dramática da metade do filme para o final. Baseado na novela de Isaac Asimov, tem bastante ficção e futurismo. Em diversas cenas a natureza humana é mostrada de forma muito pura e bela, com uma trilha sonora adequada e uma grande interpretação dos atores. Faz-nos refletir sobre o futuro próximo, na relação humana com o avanço tecnológico. Até que ponto a inteligência artificial poderá se equiparar com a complexidade do cérebro humano? Andrew era apenas uma máquina eletromecânica complexa, de personalidade única, curioso e com sede de aprender. Ele desenvolveu a sensibilidade de ver o mundo de forma complexa na medida em que servia as pessoas que gosta da melhor forma possível, não apenas como máquina que deve cumprir comandos, e isso instiga nosso raciocínio sobre o que é ser humano ou máquina. O filme também traz-nos a reflexão sobre momentos de nossas vidas, como lidar com a morte de quem gostamos e o prazer das coisas simples da vida. Definitivamente é emocionante assisti-lo. 5 Stars!!
Um filme tocante, pra refletir sobre muitas coisas, alem da ficção ótima, enfim é um filme que emocionou, o robô vivido por Robin Williams é um personagem inesquecível.
A base do filme vem do brilhante mestre de ficção, Isaac Asimov, e toda sua estrutura robótica, espelhada aqui apenas em parte. Robin Williams está muito bem, embora não chegue perto de “Uma babá quase perfeita”. Ótimo roteiro, desenvolvido com comédia, estrutura e até certa emoção. O ruim é que lembra um “Pinóquio” bem caprichado. A personagem Little Miss é uma gracinha quando jovem (Hallie Kate), mas não convence muito na fase adulta (Embeth Davidtz – Mary Parker do “The Amazing Spider Man 1 e 2”). Muita ficção cientifica e efeitos apenas simples (se comparado ao que temos hoje). Imperdível para fãs do Asimov, C.Clarke, G. Wells,...
Um filme extremamente emotivo. Gosto de filmes dramaticos com um enredo inteligente, e esse me prendeu rapidamente assim que Andrew apareceu pela primeira vez na tela, logo vi que era um filme em potencial, como seria a convivencia de um ROBO "artificial" convivendo com uma familia com um casal e duas crianças. Aos poucos o filme foi ganhando ainda mais conteúdo, Andrew começa a demonstrar sentimentalidades unicas dos outros Robôs, chegando até a exigir uma reformulação em sua face, para que pudesse demonstrar suas emoções, sendo esta só uma das primas modificações do Robo mais humano que o cinema já presenciou!!! Muito bom, sem duvidas ficará marcado na memória.
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