Existem filmes em que a gente se esforça para encontrar alguns elementos que nos fazem entrar de cabeça em suas histórias. E existem filmes como “Águas Profundas”, do diretor Adrian Lyne, que tem uma trama tão complicada e que nos causa tanta falta de empatia, que fica difícil tentar enxergar algo de positivo nele.
O roteiro, que é baseado no livro “Em Águas Profundas”, de Patricia Highsmith, é um suspense centrado no casal Vic (Ben Affleck) e Melinda (Ana de Armas), que preferem sustentar um casamento infeliz do que tomar a decisão de cada um seguir seu próprio caminho.
No código de ética que eles adotaram no relacionamento deles, Melinda tem a autorização para se envolver com quantos homens ela desejar. O desconforto de Vic com esse conceito de casamento aberto está claro e o grande conflito por trás de “Águas Profundas” é o destino comum que todos os amantes de Melinda possuem e qual seria o papel de Vic nessas fatalidades.
“Águas Profundas” é uma representação perfeita sobre o caráter doentio que envolve alguns relacionamentos, sobre a falta de responsabilidade afetiva que algumas pessoas demonstram possuir e, principalmente, sobre o egoísmo que envolve alguns adultos. No caso particular de Vic e Melinda, as situações ganham um contorno ainda mais sério, pois os atos e escolhas deles influenciam diretamente na criação e na formação do caráter da filha dos dois, Trixie (Grace Jenkins). Vendo os atos de Trixie, também percebemos o quanto ela é afetada por essa verdadeira bagunça emocional na qual seus pais se encontram.
É um suspense interesso, que nos prende do início ao fim, curto filmes nessa pegada. Ben Affleck e Ana de Armas estão bem, a história tem horas que empaca, mas no geral, o longa não é ruim. Bom filme.
Ben Afleck sendo... Ben Afleck! E Ana de Armas... talentosa e linda como sempre! O filme é ao mesmo tempo óbvio e desafiador! Como assim? Bem, você, ou torce pelo Afleck, ou pelos "pegadores". De Armas? Sua personagem, no fim das contas, só quer continuar uma adolescente travessa. Afleck, neste suspense, intriga mais ainda com seu ar meio "especial" (lembram de "O contador"? Pois é). O filme vale! Quatro estrêlas!
Olha, o filme é bom, viu??? O que a Melinda me deixou atormentado com as atitudes dela, vou te falar. Não que eu aprove as atitudes do Vic Van Allen, pelo contrário. O Ben Affleck consegui me passar uma carga de suspense que me fez entrar na trama do filme e ficar realmente envolvido. Não sei se posso chamar de plot twist, mas, o final me surpreendeu...
Confesso que assisti sem grandes expectativas. E para minha surpresa... O filme é horrível. Mais uma vez a impunidade impera. O sentimento que tenho quanto ao filme é de decepção!
Cara, pensa em um filme tosco, agora multiplica por 5: BINGO!!! aqui está esse Águas Profundas... A esposa é uma vagabunda pervertida que chega a dar raiva, vivida pela belíssima Ana de Armas (aliás essa uma estrela é graças a beleza dela, senão seria 0 estrelas). O marido (Afleck) é um corno conivente que chega a dar ódio do cara, sério, fiquei com vergonha alheia do cara por ter aceitado esse papel. E só, o filme fica nesse lenga lenga que você já saca no começo #spoiler que o marido vai dando cabo em todos os amantes da mulher, que por sinal é um amante atrás do outro, vagaba profissa a danadinha. Soma-se isso a um final idiota (não sei o que o outro cara estava fazendo no meio do nada) e voilá!!! temos um dos piores filmes do ano!!! Na moral, 2 horas perdidas da minha vida.
Eu esperava mais do filme, achei que teria umas teorias. mas não tem. o filme não promete nada e não entrega nada. o vic chega da raiva dele e da esposa.
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