Minari - Em Busca da Felicidade
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4,0
199 notas

26 Críticas do usuário

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skywalker_br
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5,0
Enviada em 8 de outubro de 2025
O filme trata sobre uma família coreana imigrante nos EUA lutando para se estabelecer em solo estrangeiro e construir a vida. Abordando questões sociais, dilemas familiares e a busca por sucesso e independência financeira de forma leve e ao mesmo tempo profunda, Minari é uma obra de arte simples e delicada que conquista o coração. Tem como se apaixonar por um filme? Pois eu estou apaixonado por Minari. Belo. Real. Singelo. Tudo é leve e bem sincronizado. Até esqueci que estava vendo um filme de tão sutil e verdadeiro. Excelentes atuações, roteiro e direção!
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de outubro de 2021
O termo Minari, que está presente no título do filme dirigido por Lee Isaac Chung, faz referência a uma planta comestível de origem coreana, que pode ser utilizada em pratos refogados ou em sopas. Como iremos perceber, no filme, a planta será um símbolo de esperança, na medida em que ela representará a crença em dias melhores para a família formada pelo casal Jacob (Steven Yeun) e Monica (Yeri Han), os dois filhos Anne (Noel Cho) e David (Alan S. Kim) e a mãe de Monica, Soonja (Yuh-Jong Youn), em atuação vencedora do Oscar 2021 de Melhor Atriz Coadjuvante).

"Minari: Em Busca da Felicidade" acompanha a jornada desta família coreana, que emigrou para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor - ou seja, do chamado Sonho Americano. Após uma passagem pelo Estado da Califórnia, eles se mudam para o Arkansas, onde Jacob espera poder nutrir o seu sonho de ter uma grande fazenda, e viver da plantação de vegetais e legumes coreanos.

O roteiro escrito por Lee Isaac Chung não enfoca com profundidade as questões que envolvem pessoas que deixam o seu país natal para viver em outro - de cultura e valores diferentes. O filme opta por abordar os efeitos da emigração na rotina familiar de Jacob e Monica - principalmente na relação deles como um casal - e como o sacrifício deles tem impacto na vida dos filhos - com ênfase a partir do instante em que a avó passa a morar com a família.

Indicado a seis Oscars 2021 (a maioria deles nas categorias principais), "Minari: Em Busca da Felicidade" é um daqueles filmes envoltos em aparência simples, porém com uma mensagem bonita e muito bem transmitida pelo seu diretor/roteirista e pelo seu elenco. Apesar do filme terminar num novo momento de dificuldade a ser vivido pela família de Jacob e Monica, fica a certeza de que eles têm a força necessária para recomeçar, sempre que isso for necessário.
Lucas De Oliveira Linhares
Lucas De Oliveira Linhares

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de outubro de 2021
A proposta do filme é muito boa, com personagens cativantes e bem realista quanto ao sonho de vários imigrantes e alguns de seus perrengues. Porém, o filme é maçante, com cenas longas, o que torna o filme um pouco difícil de assistir até o final.
Reynaldo Costa
Reynaldo Costa

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de setembro de 2021
de uma sensibilidade que não precisa de grandes diálogos ou explicações. Outra grata surpresa. n existem coadjuvantes.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 31 de julho de 2021
Depois de Parasita temos Minari que embora não tão bom quanto é outro filme sul-coreano de excelente qualidade e com mensagens importantíssimas. Nesse filme eu destacaria a estética muito bonita e a atuação super merecedora do Oscar da atriz Yuh-jung Youn.
Marcel Aoki
Marcel Aoki

16 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de maio de 2021
Minha opinião:
Um filme sensível, com um elenco desconhecido para o público mundial , só que de boa qualidade.
O roteiro é bom, talvez a edição prejudique um pouco, algumas partes são lentas demais.
Basicamente é o que a sinopse diz, não tem nenhuma surpresa e isso prejudica o resultado final.
Quem já foi estrangeiro em outro país, talvez se identifique com as dificuldades de adaptação e choque de culturas.
Não acho que seja o melhor filme do ano, deveria concorrer na categoria de melhor filme estrangeiro.
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

96 seguidores 138 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de maio de 2021
MINARI (2020) provocou reações extremadas por causa de suas indicações a prêmios neste ano. Grande parte do público sensibilizou-se, a maioria dos críticos achou exagero deslavado. Sem ater-se a qualquer das pontas, é necessário um mínimo de empatia a qualquer imigrante e a qualquer um que decida desbravar hostilidades, seja a da terra que se lavra ou da própria família que resolva, um dia, se rebelar. É um filme que, em sua superfície, parece frugal. Mas, existem camadas e camadas a serem revolvidas e, enfim, aceitas. Há momentos de profunda e tocante beleza e há outros em que a agilidade cairia bem. Mas, qualquer obra, filme ou não, é fruto de um enfoque, uma visão, um sonho a ser mostrado ou uma ousadia a ser exibida. Há momentos que prefiro sonhos, noutros prefiro ousadias. O roteirista/diretor partiu da experiência de sua família também asiática, também imigrante, também sonhadora. Hoje, preferi conferir o seu sonho. Filme de singeleza gritante, uma boniteza.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 4 de maio de 2021
muito bom filme surpreendente, do início ao fim, grandes atuações, divertido e emocionante, parabéns
JARS G.
JARS G.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de maio de 2021
Um filme divertido brilhante surpreendente emocionante, uma verdadeira obra, com excelentes atuações
@cinemacrica
@cinemacrica

21 seguidores 107 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de abril de 2021
(Insta: @cinemacrica): O sonho americano também alicia uma humilde família coreana. Na expectativa de prosperar, Jacob muda-se com sua mulher e filho da Califórnia para o Arkansas. A transição é marcada pela continuidade do estilo de vida desprovido de possibilidades requintadas e as distintas aspirações das entidades familiares.
A sensibilidade é notável, mas é difícil segregá-la da amarração íntima da cartilha dramática genérica. O ponto de equilíbrio narrativo, por vezes, aparenta direcionar-se para o pequeno filho David. Mas o desenvolvimento recruta outros pontos de vista, sobretudo o paterno. Em meio à incorporação das perspectivas familiares individuais: pai, mãe, filho e avó, há uma delineação determinística sobre os valores de cada membro. Os personagens são apresentados como tais e assim persistem, a exposição tem amplo domínio sobre a revelação.
A escolha não seria tão rasa caso a contemplação recaísse com mais foco, por exemplo, sobre o olhar do filho nesse novo ambiente. Mas, ao invés disso, outras frustrações são absorvidas e a tentativa de embasá-las resulta em soluções fracas em empatia. Perdem força o inocente desbravamento infantil e a divergência de valores entre marido e esposa.
Bonito, mas ordinário.
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