Minari - Em Busca da Felicidade: Críticas - Página 2
Minari - Em Busca da Felicidade
Média
4,0
199 notas
26 Críticas do usuário
5
2 críticas
4
12 críticas
3
10 críticas
2
1 crítica
1
0 crítica
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
skywalker_br
5 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 8 de outubro de 2025
O filme trata sobre uma família coreana imigrante nos EUA lutando para se estabelecer em solo estrangeiro e construir a vida. Abordando questões sociais, dilemas familiares e a busca por sucesso e independência financeira de forma leve e ao mesmo tempo profunda, Minari é uma obra de arte simples e delicada que conquista o coração. Tem como se apaixonar por um filme? Pois eu estou apaixonado por Minari. Belo. Real. Singelo. Tudo é leve e bem sincronizado. Até esqueci que estava vendo um filme de tão sutil e verdadeiro. Excelentes atuações, roteiro e direção!
O termo Minari, que está presente no título do filme dirigido por Lee Isaac Chung, faz referência a uma planta comestível de origem coreana, que pode ser utilizada em pratos refogados ou em sopas. Como iremos perceber, no filme, a planta será um símbolo de esperança, na medida em que ela representará a crença em dias melhores para a família formada pelo casal Jacob (Steven Yeun) e Monica (Yeri Han), os dois filhos Anne (Noel Cho) e David (Alan S. Kim) e a mãe de Monica, Soonja (Yuh-Jong Youn), em atuação vencedora do Oscar 2021 de Melhor Atriz Coadjuvante).
"Minari: Em Busca da Felicidade" acompanha a jornada desta família coreana, que emigrou para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor - ou seja, do chamado Sonho Americano. Após uma passagem pelo Estado da Califórnia, eles se mudam para o Arkansas, onde Jacob espera poder nutrir o seu sonho de ter uma grande fazenda, e viver da plantação de vegetais e legumes coreanos.
O roteiro escrito por Lee Isaac Chung não enfoca com profundidade as questões que envolvem pessoas que deixam o seu país natal para viver em outro - de cultura e valores diferentes. O filme opta por abordar os efeitos da emigração na rotina familiar de Jacob e Monica - principalmente na relação deles como um casal - e como o sacrifício deles tem impacto na vida dos filhos - com ênfase a partir do instante em que a avó passa a morar com a família.
Indicado a seis Oscars 2021 (a maioria deles nas categorias principais), "Minari: Em Busca da Felicidade" é um daqueles filmes envoltos em aparência simples, porém com uma mensagem bonita e muito bem transmitida pelo seu diretor/roteirista e pelo seu elenco. Apesar do filme terminar num novo momento de dificuldade a ser vivido pela família de Jacob e Monica, fica a certeza de que eles têm a força necessária para recomeçar, sempre que isso for necessário.
A proposta do filme é muito boa, com personagens cativantes e bem realista quanto ao sonho de vários imigrantes e alguns de seus perrengues. Porém, o filme é maçante, com cenas longas, o que torna o filme um pouco difícil de assistir até o final.
Depois de Parasita temos Minari que embora não tão bom quanto é outro filme sul-coreano de excelente qualidade e com mensagens importantíssimas. Nesse filme eu destacaria a estética muito bonita e a atuação super merecedora do Oscar da atriz Yuh-jung Youn.
Minha opinião: Um filme sensível, com um elenco desconhecido para o público mundial , só que de boa qualidade. O roteiro é bom, talvez a edição prejudique um pouco, algumas partes são lentas demais. Basicamente é o que a sinopse diz, não tem nenhuma surpresa e isso prejudica o resultado final. Quem já foi estrangeiro em outro país, talvez se identifique com as dificuldades de adaptação e choque de culturas. Não acho que seja o melhor filme do ano, deveria concorrer na categoria de melhor filme estrangeiro.
MINARI (2020) provocou reações extremadas por causa de suas indicações a prêmios neste ano. Grande parte do público sensibilizou-se, a maioria dos críticos achou exagero deslavado. Sem ater-se a qualquer das pontas, é necessário um mínimo de empatia a qualquer imigrante e a qualquer um que decida desbravar hostilidades, seja a da terra que se lavra ou da própria família que resolva, um dia, se rebelar. É um filme que, em sua superfície, parece frugal. Mas, existem camadas e camadas a serem revolvidas e, enfim, aceitas. Há momentos de profunda e tocante beleza e há outros em que a agilidade cairia bem. Mas, qualquer obra, filme ou não, é fruto de um enfoque, uma visão, um sonho a ser mostrado ou uma ousadia a ser exibida. Há momentos que prefiro sonhos, noutros prefiro ousadias. O roteirista/diretor partiu da experiência de sua família também asiática, também imigrante, também sonhadora. Hoje, preferi conferir o seu sonho. Filme de singeleza gritante, uma boniteza.
(Insta: @cinemacrica): O sonho americano também alicia uma humilde família coreana. Na expectativa de prosperar, Jacob muda-se com sua mulher e filho da Califórnia para o Arkansas. A transição é marcada pela continuidade do estilo de vida desprovido de possibilidades requintadas e as distintas aspirações das entidades familiares. A sensibilidade é notável, mas é difícil segregá-la da amarração íntima da cartilha dramática genérica. O ponto de equilíbrio narrativo, por vezes, aparenta direcionar-se para o pequeno filho David. Mas o desenvolvimento recruta outros pontos de vista, sobretudo o paterno. Em meio à incorporação das perspectivas familiares individuais: pai, mãe, filho e avó, há uma delineação determinística sobre os valores de cada membro. Os personagens são apresentados como tais e assim persistem, a exposição tem amplo domínio sobre a revelação. A escolha não seria tão rasa caso a contemplação recaísse com mais foco, por exemplo, sobre o olhar do filho nesse novo ambiente. Mas, ao invés disso, outras frustrações são absorvidas e a tentativa de embasá-las resulta em soluções fracas em empatia. Perdem força o inocente desbravamento infantil e a divergência de valores entre marido e esposa. Bonito, mas ordinário.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade