Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Adriano Côrtes Santos
1.010 seguidores
1.229 críticas
Seguir usuário
4,0
Enviada em 8 de dezembro de 2024
Dirigido por George C. Wolfe e baseado na peça de August Wilson, A Voz Suprema do Blues aborda as tensões raciais e culturais na indústria musical dos anos 1920. Viola Davis encarna Ma Rainey, a pioneira do blues, com uma performance transformadora, enquanto Chadwick Boseman, em sua última atuação, brilha como o ambicioso trompetista Levee, cujo confronto com Ma simboliza a luta por autonomia frente à exploração cultural.
Embora limitado por sua origem teatral e um ambiente claustrofóbico, o filme se destaca pelas atuações arrebatadoras e pela força de seus temas, especialmente nas cenas que denunciam a apropriação cultural e a exploração da música negra. Atuações memoráveis e relevância temática compensam a falta de ousadia cinematográfica.
Um filme fraco, cansativo e muito carregado no drama, com diálogos longos e bem comuns. Viola e Chadwick estão muito bem nos seus papeis, mas o roteiro não ajuda. A história sobre uma passagem na vida da "mãe do blues" Ma Rainey, com seu temperamento forte e arrogante e de seus músicos, não evolui, fica andando em círculos e quando pensamos que vai decolar, volta ao drama interminável. Não é uma perda de tempo, mas para assistir é preciso estar com disposição para um filme com falhas e dramas intermináveis.
Atores dispostos e com qualidade de atuação. Porém o filme é arrastado, muitas falas desnecessárias e sem emoção. Não dá pra saber exatamente aonde o filme quer chegar. Não existe nenhuma emoção e desfecho cinematográfico. Sem sal.
“A voz suprema do blues” ou simplesmente “Ma Rainey's Black Bottom” é um filme cheio de estilo, significados e metáforas apoiados por um ótimo texto e atuações maravilhosas.
O longa que se desenrola a partir de um impulso narrativo muito simples, a gravação de um disco em um estúdio, pode parecer simples, mas o roteiro é apoiado em diversos textos dados aos personagens que brilham a todo instante, o filme consegue de um jeito metafórico expressar o preconceito e o racismo da época, temos poucas coisas claras e explicitas aqui, o diretor George C. Wolfe respeita seu publico e consegue dialogar temas complexos a partir de analogias, como a porta que demora a abrir, a assinatura do contrato, o pedido de Coca-Cola e até o ótimo desfecho, que pode até parecer bobo em uma primeira olhada mas são coisas simples que causam uma reflexão e expõe a dificuldade dos negros da época.
Temos uma direção bem ao estilo Tarantino aqui, com cenas baseadas em roteiro e atuação juntamente com uma câmera muito participativa e uma trilha presente, em outros momentos conseguido sentir muito a inspiração do também ótimo filme "Fences" do Denzel Washington, por fim, a direção utiliza uma fotografia agonizantemente quente, com um ótimo figurino e maquiagem.
As atuações todas são muito boas, mas Viola Davis e Chadwick Boseman estão espetaculares, ambos estão perdidos dentro de seus personagens entregando uma interpretação vivida e magnifica, é muito justa a indicação do oscar aos dois.
“A voz suprema do blues” é um filme muito simples, mas entrega muito, entrega um dialogo bem construído acerca do racismo, entrega um grande texto e atuações espetaculares. NOTA 8/10“A voz suprema do blues” ou simplesmente “Ma Rainey's Black Bottom” é um filme cheio de estilo, significados e metáforas apoiados por um ótimo texto e atuações maravilhosas.
O longa que se desenrola a partir de um impulso narrativo muito simples, a gravação de um disco em um estúdio, pode parecer simples, mas o roteiro é apoiado em diversos textos dados aos personagens que brilham a todo instante, o filme consegue de um jeito metafórico expressar o preconceito e o racismo da época, temos poucas coisas claras e explicitas aqui, o diretor George C. Wolfe respeita seu publico e consegue dialogar temas complexos a partir de analogias, como a porta que demora a abrir, a assinatura do contrato, o pedido de Coca-Cola e até o ótimo desfecho, que pode até parecer bobo em uma primeira olhada mas são coisas simples que causam uma reflexão e expõe a dificuldade dos negros da época.
Temos uma direção bem ao estilo Tarantino aqui, com cenas baseadas em roteiro e atuação juntamente com uma câmera muito participativa e uma trilha presente, em outros momentos conseguido sentir muito a inspiração do também ótimo filme "Fences" do Denzel Washington, por fim, a direção utiliza uma fotografia agonizantemente quente, com um ótimo figurino e maquiagem.
As atuações todas são muito boas, mas Viola Davis e Chadwick Boseman estão espetaculares, ambos estão perdidos dentro de seus personagens entregando uma interpretação vivida e magnifica, é muito justa a indicação do oscar aos dois.
“A voz suprema do blues” é um filme muito simples, mas entrega muito, entrega um dialogo bem construído acerca do racismo, entrega um grande texto e atuações espetaculares. NOTA 8/10
Já aposto nesse filme para algumas categorias no Oscar. Viola Davis é brilhante e deve concorrer a uma estatueta. No entanto, Chadwick Boseman rouba a cena. Antes de partir ele deixou essa atuação, capaz de nos deixar atônitos perante à tela. As emoções de um ator, cujos conflitos finais agora conhecemos, parecem impulsionar o drama de seu personagem.
O enredo do filme poderia ter sido mais explorado. O filme se passa quase todo no galpão de uma gravadora e a música é bem pouca explorada, fora que o final achei um pouco sem sentido.
Um filme baseado em fatos reais e em uma peça teatral traz para telona cenas de como se estivéssemos assistindo a peça, com interpretação incrível de Viola Davis, que com certeza levará indicação ao Oscar, impagável e perfeita na atuação. Recomendo o filme.
Um roteiro com toda expressividade em seus diálogos e caracterizações, mas falta um pouco na estrutura que parece solta na passagem. A diferença fica com as interpretações fortes e incríveis.
Filme com roteiro extremamente raso sobre Ma Rainey, a mãe do Blues, que influenciou várias cantoras incluindo a maior de todas elas: Bessie Smith, considerada a imperatriz do Blues. No entanto o que o filme Bessie ( 2015), produzido pela HBO com atuação soberba de Queen Latifah, tem de sensacional e atmosférico, em termos de reconstituição de época e roteiro biográfico, a Voz Suprema do Blues não sabe onde quer chegar. Não entendemos por que Ma Rainey realmente foi importante na cena do Blues feminino. O que a tornou uma estrela? Enquanto isso o filme parece se limitar a indicações tapa buracos, Viola Davis não está na sua melhor atuação, já Boseman, embora faça um personagem brigão insuportável, tem uma atuação marcante, mesmo que o filme trabalhe seus personagens de forma tão superficial como retalhos de tapete cobrindo espaços para formar o conjunto, com término vago e sem nenhuma reflexão. Tipo e... Decepcionante.
Ma Rainey´s Black Bottom é um filme de drama lançado em 2020 e dirigido por George C. Wolf.
O longa me surpreendeu muito, estava esperando apenas um filme com boas atuações, mas acabei encontrando um filme com uma excelente direção de arte, uma boa direção, e claro, atuações excepcionais. No sentido técnico o longa é perfeito, os figurinos a ambientação, etc, você realmente se sente na Chicago dos anos 1920, o que em um filme de "época" é sempre essencial. O filme oferece atuações ótimas, sem dúvidas as atuações de Viola Davis e Chadwick Boseman são uma das melhores da temporada e uma das minha favoritas ao Oscar 2021. Também vale destacar que o filme tem um ótimo discurso sobre o racismo, e aborda o tema de uma das melhores formas dês de Black Klansman.
Confesso que quando estava vendo o filme eu me senti um pouco triste, pois essa será infelizmente a última vez que veremos Chadwick Boseman nas telas, e esse é o melhor papel de sua carreira, espero realmente que ele tenha pelo menos uma indicação ao Oscar. Viola Davis mesmo com pouco tempo de tela tem uma ótima presença e é uma personagem muito marcante, e sua maquiagem está ótima e acredito que será reconhecida na categoria de melhor maquiagem e penteado. Porém, sem dúvidas esse é um filme de Boseman , é nele que o filme foca a maior parte do tempo e tem os melhores e mais surpreendentes monólogos. Acredito que esse seria um filme perfeito, se não fosse pelo fato de que o diretor não soube muito bem adaptar a peça de teatro na qual o longa se baseia, sendo assim, em alguns momentos ele lembra demais uma peça gravada, e para uma adaptação isso nunca é bom, sei que tem gente que se incomodou muito com isso, mas mesmo que tenha atrapalhado um pouco a minha experiência, não me incomodou tanto assim.
Ma Rainey´s Black Bottom é um filme ótimo, uns dos melhores do ano com duas das melhores atuações de 2020, mas a adaptação da obra original não é muito boa, fazendo o longa lembrar uma peça de teatro gravada.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade