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Nelson Jr
24 seguidores
235 críticas
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4,0
Enviada em 12 de janeiro de 2023
Esse é um dos filmes que vc assiste e não esquece mais., por ser um assunto contemporâneo , .. O roteiro é muito criativo e interessante , e nos trás lições de como o alcool é uma faca de dois gumes, pode te libertar , mas a linha para deixar vc preso a ele é muito tênue.., Mads Mikkelssen está muito bem! Um filme divertido e dramático e que deixa uma reflexão. Obs: e dá vontade de comprar um bafômetro! kkk
Druk- mais uma rodada é um filme dinamarquês que foi dirigido por Thomas Vinterberg que também elaborou o roteiro ao lado de Tobias Lindholm. O filme recebeu 2 indicações ao oscar de 2021: melhor direção, melhor filme internacional (vencendo essa última). O filme conta a história de Martin (Mads Mikkelsen) um professor de ensino regular que está passando por uma crise de meia idade. Com isso, seus amigos também professores resolvem provar uma suposta teoria na qual acredita que o ser humano deve viver com uma determinada porcentagem baixa de álcool no sangue. Porém, à medida que passam a fazer isso, encontram algumas complicações em suas vidas. A premissa inicial do roteiro é muito “estupida” pois ao acreditarem e testarem a teoria, estão condenados a serem alcoólatras (algo que foi comprovado entre eles no decorrer do filme). Contudo, a narrativa vai se apresentando para algo mais do que isso. Observamos que cada um dos 4 amigos possuem uma vida pessoal diferente, mas todos tem seus problemas (seja eles matrimonial ou envolvendo a solidão), mas o grande personagem do filme é o Martin. O filme mostra que ao invés dos personagens procurarem melhorar procurando respostas para suas vidas e aqueles que estão ao seu redor, procuram um aditivo que é a bebida e logo a conta chega para todos, mas de forma diferente. O filme toca (principalmente em seu bom terceiro ato) sobre como é fácil conseguir bebida e como a decadência por meio dela é silenciosa, podendo pegar pessoas que não estavam degradadas. O problema é muito mais grave do que o recorte mostrado no filme.
Apesar de seu verniz intelectual, DRUK se assemelha muito a um livro de auto ajuda. Sua mensagem moralista é clara: se enquadre na sociedade em que você vive e não questione muito, senão seu destino será a desgraça ou a tragédia. O único personagem humano do filme, percebendo que para se viver em uma sociedade tão limitante e castradora só bebendo bastante, tem um fim nada digno ou digno demais, dependendo de quem vê. Não sei se na Dinamarca o alcoolismo é um problema de saúde no que diz respeito à meia idade, mas DRUK parece muito ser uma campanha institucional do país nórdico para que pessoas nessa faixa etária não enfiem o pé na jaca. E é muito triste ver um cineasta que parecia não querer se enquadrar no moralismo hollywoodiano, como fica claro no excelente A CAÇA, aqui se sujeitar à ele alegre e faceiro.
Filme bem legal, simpático, gostoso demais de assistir. Mesmo que o tema seja simples, eu gostei bastante da construção da história. As atuações são ótimas e a direção é boa, apesar de não ser muito meu estilo. Não é um filme grandioso, por isso não dou nota maior, mas com certeza foi um dos melhores de 2020. Foi muito divertido, até mesmo engraçado em alguns momentos, tal como triste em outros. O final é simplesmente um dos meus favoritos de todos: eu amei. Em algumas partes, porém, o filme não faz muito sentido e acaba sendo um pouco arrastado. Essa é minha única crítica a ele. Tirando isso, bom, eu recomendo, pode assistir sem medo. Mereceu o oscar de melhor filme estrangeiro.
Um dos filmes mais chatos que já vi. Quatro homens com vidas super chatas e infelizes que resolvem beber com o ridículo pretexto de uma teoria de déficit de álcool. Patético. São homens que não conseguem amadurecer e encarar seus problemas do cotidiano. Se esse filme fosse com adolescentes na puberdade numa fase natural de conflitos seria até aceitável, mas não, são marmanjos imaturos mesmo. E quais são os dramas? Uma classe de alunos que reclamam de aula chata e uma rotina entediante e solitária. Uau, que drama, né? O protagonista não passa de um cara super chato que deveria recorrer a sessões de terapia. Nem mesmo o suposto conflito com a mulher faz algum sentido. Os amigos também, são apenas caras com rotinas chatas sem grandes questões. Faz até vergonha achar que há algum drama nesse filme. Não tem drama algum, só tem 4 homens imaturos e mimados que se esqueceram de crescer e não sabem lidar com as coisas mais simples da vida, como lidar filhos pequenos que fazem xixi na cama ou resolver qualquer conflito bobo no trabalho. O que mais me surpreende é um filme tão sem sal e tão maçante ganhar o Oscar. Só perdi meu tempo vendo essa bobagem. BORING ao extremo.
Filme bem interessante para quem gosta desse estilo cult. Os filmes Dinamarqueses são sempre muito bons, sem contar com a atuação do Mikkelsen. Ele é fantástico. O filme trás diversas reflexões ainda, sobre a vida, bebida, felicidade, juventude....
A ideia do filme é ate legal, mas esperava que seria um filme sobre a consciência sobre o alcoolismo o que tornaria o filme muito melhor, mas não vai nessa ideia. O cara perdeu a família, mas não deixou a bebida kkkkk
Druk é um filme que marca pelo jeito único de tratar o alcoolismo, misturando drama com momentos de humor sem exagerar. Ele mostra os prós e contras do álcool de uma forma honesta e equilibrada, deixando a história muito envolvente. Mesmo sendo previsível no final, o filme te prende até o último minuto, te fazendo questionar o que vai acontecer em cada virada.
Mads Mikkelsen, como sempre, é quem brilha. Ele tem uma atuação tão forte que, por mais que o resto do elenco também esteja bem, ninguém chega perto dele. A direção de Thomas Vinterberg, que já fez um trabalho incrível em A Caça, aqui também arrasa, com uma fotografia que combina perfeitamente com o clima do filme. Embora eu ainda prefira A Caça, Druk tem uma premissa bem interessante e uma mensagem importante, e vale muito a pena assistir.
"Druk - Mais uma Rodada", dirigido por Thomas Vinterberg e estrelado por Mads Mikkelsen, explora as vidas de quatro professores infelizes que decidem experimentar manter um teor alcoólico constante no sangue para melhorar suas existências. Inicialmente, os resultados são promissores, mas a trama sutilmente revela as consequências negativas dessa escolha. Com uma direção fluida e envolvente, o filme destaca a pressão social e os desafios pessoais, proporcionando uma reflexão profunda sobre a condição humana. Mads Mikkelsen entrega uma atuação marcante, enquanto o filme equilibra a atenção entre os personagens, resultando em uma obra cinematográfica significativa e impactante.
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