Oblivion
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3,9
2952 notas

160 Críticas do usuário

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Osmar J.
Osmar J.

14 seguidores 45 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de dezembro de 2013
Filme interessante do ponto de vista visual, lindissimas as paisagens e tomadas, o enredo é bem confuso, mas a fotografia do filme e as cenas dentro da plataforma onde fica o personagem do Tom Cruise salvam o filme.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de março de 2014
Bom!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
FOCA
FOCA

31 seguidores 69 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de dezembro de 2013
Oblivion, tem em seu maior mérito e seu maior defeito o próprio diretor, enquanto ele nos traz um bom enredo, grandes atores, ótimos efeitos especiais e uma belíssima fotografia, parece que ele não está preparado pra lidar com tudo isso. O enredo que repito é muito bom, se perde algumas vezes e ele não consegue levar o filme num bom ritmo para o espectador, e parece que ele não consegue imprimir drama em seus atores, deixando o filme demasiadamente frio em cenas que deveriam ser mais intensas. Quanto as referências que existem à outros filmes, não tem nada de mau nisso, pelo contrário, percebemos claramente que é feito de propósito e pelo próprio filme sabemos que criatividade não falta para Joseph Kosinski. Como já disse as atuações são meio apagadas, acredito pelo próprio diretor, sem nenhum destaque, nem positivo e nem negativo para os atores. Apesar de obvilion ter um final um tanto quanto óbvio, gostei bastante do filme. ;D
Danilo Miranda
Danilo Miranda

10 seguidores 57 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de março de 2014
O Filme leva a uma análise diferente para quem conseguir perceber a história, de uma outra visão. Um mero 'ser', criado por um 'deus,' destruindo o próprio 'deus' que o criou.

Interessante também foi ver Tom Cruise x Tom Cruise.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de maio de 2014
A primeira uma hora é bem morto, pouca coisa acontece. Mas depois a história começa a ter sentido, e o filme melhora.
Stanislaus  Kat
Stanislaus Kat

24 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Uma história futurista que trata sobre uma Terra pós-apocalíptica destruida por um ataque alienígena, com a humanidade saindo vitoriosa na Guerra, sendo que os sobreviventes vivem em Titã, uma lua de Saturno. Um casal (Jack e Vika) ainda vive nesse ambiente inóspido, cuja missão seria recolher os últimos recursos vitais para a sobrevivência da humanidade. Alguns alienígenas ainda se encontram na Terra, oferecendo uma certa resistência. Esses fatos estão na mente do casal, mas serão verdadeiros? Com um roteiro original, boas atuações e efeitos especiais, garantem uma boa diversão. Além disso, essa ficção apresenta um apelo sócio-ambiental, mostrando a importância da preservação da cultura humana, e aprender com ela, e da conservação do meio ambiente, mostrando o quão frágil e dependente a humanidade é para com o seu planeta.
Diego Rafael R.
Diego Rafael R.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de abril de 2013
Déjà vu. O filme é bom e o enredo não deixa a desejar. Mas a receita do filme me pareceu simples. Pega-se o filme Lunar (Moon), adiciona-se um pouco de ação, e efeitos especiais. Por final, uma pitada de belas mulheres.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de abril de 2013
“Oblivion”, filme dirigido e co-escrito por Joseph Kosinski, se passa numa realidade que é bastante típica dos filmes de ficção científica. Nela, a terra encontra-se dizimada após uma grande guerra ocorrida em decorrência de uma invasão alienígena que exterminou a Lua. Os poucos sobreviventes que restaram vivem numa colônia em Titã, uma das luas de Saturno. Guardando a Terra dos invasores (liderados pelo personagem interpretado por Morgan Freeman) que ainda tentam obter os recursos humanos estão Jack Harper (Tom Cruise) e Victoria Olsen (a talentosa Andrea Riseborough, conhecida por “W.E. – O Romance do Século”), dois soldados que estão subordinados à Sally (Melissa Leo), a comandante da Tet, nave espacial que fica sobrevoando a órbita do planeta Terra.

Um fator importante para nos ajudar a tentar compreender a difícil trama de “Oblivion” (que se baseia no comic book escrito pelo diretor Joseph Kosinski e por Arvid Nelson) é prestar atenção à tradução do título do filme em português. Oblivion significa esquecimento. Antes de participarem da missão como guardiões da Terra, a memória de Jack e Victoria foi completamente apagada. Enquanto ela não parece ser atormentada pelas lembranças do seu passado, Jack tem pesadelos constantes com uma vida e uma mulher que ele não consegue saber quem são e o que representam. Além disso, a personagem interpretada por Tom Cruise tem um verdadeiro fascínio pelo planeta Terra e pela cultura dos humanos. Quando Julia (Olga Kurylenko) é resgatada por Jack após sofrer um acidente com uma nave espacial que cai na área cuidada pelos dois soldados, esses questionamentos que Jack possui ficam ainda mais fortes e é justamente isso que determina o destino de “Oblivion”.

Já faz um bom tempo, mais precisamente desde o início da década passada, quando ele se separou da atriz Nicole Kidman e sofreu com algumas crises de opinião pública, que muitos decretaram a decadência na carreira de Tom Cruise. Entretanto, chega a ser curioso perceber que, neste mesmo período, Tom Cruise trabalhou com alguns dos diretores mais notáveis da indústria cinematográfica (como Steven Spielberg, Edward Zwick, Michael Mann, J.J. Abrams, Robert Redford, Bryan Singer e James Mangold), em filmes em que ele interpretou tipos que ele nunca havia feito, como o Vincent de “Colateral” e o Les Grossman de “Trovão Tropical”. O que quero dizer com isso é que Tom Cruise, apesar de toda a torcida contrária (por causa mesmo do desgaste em torno de sua imagem), é um profissional que está sempre buscando desafios, em filmes em que ele dificilmente repete tipos e trejeitos.

Em “Oblivion”, ele trabalha com um jovem diretor, que está no segundo longa-metragem de sua carreira (e, ao mesmo tempo, sua segunda obra seguida no gênero de ficção científica – a primeira delas foi “Tron – O Legado”). Aqui, Joseph Kosinski trabalha, pela primeira vez, com um roteiro que ele mesmo ajudou a adaptar. E se encontra nessa área o ponto mais fraco de “Oblivion”. A trama do filme é muito confusa e existem elementos que nunca ficam explicados de forma clara para o espectador. Kosinski compensa isso com aquilo que ele sabe fazer melhor: criar um visual impressionante para o seu filme, com uma trilha sonora marcante (e que contou com a colaboração do grupo de música eletrônica francês M83) e atuações bem consistentes do elenco, com destaque para Andrea Riseborough, o próprio Tom Cruise e Melissa Leo.
Wesley J.
Wesley J.

19 seguidores 19 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de julho de 2013
Filme de ficção que segue a tabelinha... mas esperava mais.. no final decepciona.. mas valeu a pipoca...
Rafael A.
Rafael A.

23 seguidores 40 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de maio de 2013
Tom Cruise, Olga Kurylenko, Morgan Freeman, Andrea Riseborough e Nikolaj Coster-Waldau são os protagonistas do filme do jovem diretor Joseph Kosinski que ficou muito conhecido pelo filme Tron.
O filme conta a história de Jack Harper, um homem deixado na terra junto com Vika com a missão de manter algumas máquinas funcionando. Sua missão foi construida após a terra passar por uma invasão alienígena e os inimigos explodirem a Lua. Com uma situação tão crítica, os homens se viram obrigados a atacar com várias ogivas e assim, venceram a guerra. Porém essa vitória deixou sequelas no planeta, e toda a humanidade teve de se mudar para uma nave espacial. Em pouco tempo, novos ETs, chamados de “saqueadores” invadiram a Terra para roubar o que sobrou dela. Então, para garantir que a sobrevivência da humanidade, Jack e Vika foram designados a ficar na terra e garantir que essa “transição” da terra para a um novo lugar, seja feita com sucesso.
Desde o começo da história, já percebemos que Jack é um homem que não esta completamente confortável com sua situação, questionador e curioso, ele passa a tentar encontrar justificativas que o fariam sair do planeta e ir para uma nave espacial, sabendo que teria que deixar para tras belezar naturais que só a Terra o proporciona. Jack começa a demonstrar uma grande afetividade pelo planeta, e não sabe se vale a pena ir embora. Vika por outro lado é o racional, ela tem consciência que faltam apenas 2 semanas para sua missão acabar, e não quer que nada saia do comum para que possam finalmente ir para junto das outras pessoas. Neste sentido, o filme constroi um lado emocional e outro racional que se amam e ao mesmo geram conflitos.
Há algumas tomas de cenas que são muito boas, paisagem que conhecemos hoje, são mostradas no filme de uma forma devastada, pois, segundo a história, após a explosão da lua, a terra teve muitas tsumanis, e eventos naturais para se “readaptar”. Jack e Vika moram em uma casa de vidro no alto de uma torre, e muitas cenas nesta casa nos proporcionam fotografias belíssimas. Inclusive quando temos a lua explodida ao fundo. Além disso, em algumas cenas, como a de Jack no Empire State Building, são muito curiosas, pois para chegar ao local, o personagem percorre um longo caminho de areia, praticamente um deserto, e quando chega ao prédio, já esta no alto, ou seja, entendemos ali que realmente os eventos naturais cubriram a terra com um horror natural que chegou a enterrar o Empire State Building.
Com um cenário tão bem definido, a história também se desenrola bem, porém, a sensação é que o roteirista queria juntar muitas coisas em uma história e por isso, acaba complicando a narrativa. Ao mesmo tempo que o filme consegue ir explicando da onde vem a curiosidade de Jack, também mostra como a guerra se desenvolveu. Porém ao tentar levar o personagem a um patamar de vitima, acredito que tenham exagerado na dose. Chega um momento no filme que pensamos: “Ah! Que merda é essa?”. O roteiro tem alguns furos e a história não fica bem amarrada. Por exemplo, há claramente muito mais profundidade em Jack, porém o filme se contenta em mostrar algumas superficialidades, o que torna o personagem muito raso.
Oblivion é um filme que tem boa intenção, e é bem executado, porém perde em qualidade narrativa e em conexão com o público, estes, sem dúvida, são seus maiores defeitos.
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