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Emanuel
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30 críticas
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3,5
Enviada em 22 de maio de 2022
Para discorrer sobre ‘’Ataque dos Cães’’ tenho que confessar uma prática nada ortodoxa, usada por este colunista metido a crítico de cinema.
É de costume meu ler algumas outras críticas de cinema para me inspirar após ter assistido a um filme, e confesso que algumas me revelaram novos olhares em relação a alguns aspectos.
A minha primeira impressão foi a total desprezo com a obra e incredulidade com a academia de colocar um filme qualquer da Netflix de tão parado e novamente com a discussão da homo afetividade estar sendo disputada a uma estatueta.
Analisando por fora deste escopo, o longa tem algo a ser dito no momento atual, da famigerada ‘’masculinidade tóxica’’ a obra de ficção homônima de Thomas Savege publicada em 1967 transportada as telonas, traz questões antigas com roupagens novas que não diminuem a obra na sua essência, e voltam a reverberar, sem qualquer interesse no apelo a imagem ideológica formada hoje, ao redor do tema da homossexualidade, que passa muito desapercebida.
O drama gira em torno da velha conhecida dramaticidade das escolhas, do que nos tornamos ou pelo menos poderíamos nos tornar se não tivéssemos outra escolha.
Com uma fotografia pastel, o filme explora uma vibe western no cenário que, não intencionalmente, dá os personagens suas características.
Ataque dos Cães é a tradução sem sentido algum que deram ao original Power of the Dog, título inspirado na passagem bíblica: ‘’ Entregue minha alma a espada; minha querida do ataque dos cães’’.
Mas o filme brilha quando traz um duelo interior entre o que é certo e reprimir o que o personagem julga não ser ‘’preciso’’ para o trabalho diário em sua propriedade.
Um filme para se pensar a respeito da repressão de sentimentos, sobre a dualidade entre que é necessário fazer e do que fazemos por nós, para nos fazer bem.
O filme toca na questão da solidão, do que se perde na relação humana primordial quando há o isolamento, quanto que não se enxerga do outro como uma parte também do caminho, ao nos fecharmos somente no casulo de nós mesmos.
Excelente história adaptada com um roteiro impecável, grande direção de Jane Champion e atuações forte e perfeitas permeadas por uma fotografia deslumbrante resultam numa grande obra da sétima arte. RECOMENDO A TODOS!!!
É a sequência do filme Segredo de BrokeBack Montain. O filme conta a história de 2 gays enrustidos, e quando saem do armário acontece um assassinato, simples assim! Mas concordo, a atuação dos atores foram impecáveis
Obra de arte. Um filme que diz muito mesmo nada sendo dito. Tecnicamente muito bem executado, com planos que remetem a vastidão da solidão em enormes pinturas moldadas pelo enquadramento preciso da diretora. As atuações são ótimas, não há o que questionar.
Achei interessante como a homossexualidade, o machismo e o alcoolismo foram abordados. Como o preconceito é tóxico e como os "cães" atacam. Outro ponto interessante é o fato de que o filme deixa todo o julgamento para nós, expectadores.
É uma pena, filme ruim, sem classe, sem sal, um filme notavelmente frouxo em enredo, embora com atores maravilhosos é sem princípios verdadeiros a esse incentivo massivo ao homossexualismo.
Para quem tem tem insônia eu recomendo, para quem tem algum traço de hiperatividade é uma tortura. O filme é absurdamente lento, os personagens andam, falam, reagem e raciocinam em uma velocidade letárgica, como raramente vi no cinema. Além disso os desejos, descontroles, passividades patológicas e psicopatias ficam muito claros com 1/3 do filme, tornando tudo muito previsível. Só não dei meia estrela porque tecnicamente é uma ótima obra e os atores trabalham bem. Direção e roteiro merecem nota negativa.
O filme é interessante e complexo. Precisa ser assistido com atenção porque muitos detalhes importantes para a compreensão da história são sutis, expressos em olhares, em silêncios, em timmings.
Neste filme, não espere nada referente a um bom "faroeste", além da bela fotografia adequada à época. O filme é só mais um drama "lacração" hollywoodiana tratando de homossexualidade reprimida e para não espantar espectadores com esses clichês identitários da atualidade, a sinopse em nada da entender sobre isso.
É um filme fraco não só por causa disso, mas uma trama com um final 'mequetrefe' e mal explicado. O clichê fica por conta do 'machão' não poder sair do armário nos idos dos anos de 1925 como o seu alter ego, o filho da Rose. Enfim, é um filme que você assistirá esperando grandes revelações ou reviravolta, para ao fim, ser só mais uma película de propaganda doutrinária identitária de gênero "binarie".
Contando a história de uma forma lenta, fazendo com que nós tenhamos que ir ligando muito bem os acontecimentos, para ir entendendo a mensagem do filme. Resumindo, é um filme que não é fácil de entender. Com vários momentos tensos e angustiantes, principalmente nas cenas da Kirsten Dunst em que ela está spoiler: embriagada ou nas cenas do Kodi Smit-McPhee spoiler: em que ele asssasina animais e nas cenas em que está junto com Benedict Cumberbatch. .
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