Bonequinha de Luxo
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4,5
917 notas

90 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 12 de novembro de 2015
O diretor Blake Edwards conseguiu a proeza de adaptar com perfeição o conto,meio que pesado,mas não perdendo o brilho dos protagonistas.
A história que gira em torno de Holly,interpretada por Audrey Hepburne,uma linda mulher que vive em Nova York,que está prestes a se casar com um milionário,apenas por interesse.Indicada ao Oscar de Melhor Atriz ,Hepburne consegue ser um ponto forte na trama.Consegue envolver sua delicadeza na forma de atuar,e também um certo sensualismo.Belo trabalho da atriz.Tem classe,charme e beleza.

-Filme assistido em 11 de Novembro de 2015
-Nota 6/10
Airton Reis Jr.
Airton Reis Jr.

25 seguidores 66 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de agosto de 2015
O filme é inspirado no romance do jornalista Truman Capote e é feito para o brilho e glória de Audrey Hepburn (Holly Golightly). Trilha sonora inesquecível, que emoldura as belas imagens de Nova York. O filme é uma ode à vida e a libertação feminina, embora o faça de forma ambígua, sem deixar claro se a protagonista é explorada ou protagonista de sua própria vida, ao enfocar a biografia de uma mulher orfã que ainda adolescente luta para conquistar sua autonomia, com destaque para o personagem brasileiro que encarna o estereótipo do rico brasileiro, dentro da perspectiva anglo-saxã, desde o assalto ao trem pagador, cujo protagonista Ronald Bighs se escondeu no Brasil até resolver por livre e espontânea vontade retornar à Inglaterra. De onde vem o dinheiro da nossa elite que não é aristocrática e nem tem os dois pés no mundo produtivo ? Enfim, são temas secundários que estão lá, mas absolutamente eclipsados pela ternura de Hepburn. Apaixonante. Vale a pena ser assistido.
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de outubro de 2017
Na íntegra sem espaços e sem preconceitos: h t t p s : / /
rezenhando . wordpress . com /2017/10/09/rezenha-critica-bonequinha-de-luxo-1961/

Na sessão nostalgia deste domingo a bola da vez foi o “clássico” Bonequinha de Luxo, que teoricamente é considerado uma lenda cinematográfica. Alguns filmes são como o vinho, quanto mais velhos, melhores, não é o caso deste, que ficou parado no tempo e datado por possuir muitos padrões de beleza e orientação que hoje podem ser consideradas preconceituosas ou absurdas. Descubram porquê na “rezenha” crítica de Bonequinha de Luxo.

O filme fala sobre uma garota chamada Holly Golightly que tem o sonho de casar-se com algum homem rico que possa sustentá-la. Ela nada mais é que uma acompanhante de luxo da época, hoje esta profissão nem existe mais, sobrou apenas àquela com o famoso “final feliz”.

Holly Golightly conhece um vizinho de apartamento chamado Paul Varjak, outro charlatão que faz as mesmas coisas que ela só que logicamente o contrário.

Contrariando os seus “objetivos de vida” ela se apaixona por Paul, mas esta história vai se arrastando até o fim do filme muito por conta deste conflito racional, insistindo em casar com alguém rico, e aí que muitas situações desastrosas ocorrem para finalmente no final, o amor triunfar.

O filme aborda algumas questões que hoje são inconcebíveis, não que seja culpa da obra, mas isso o deixa datado. Como por exemplo o padrão de beleza, a forma de submissão que as mulheres até então precisavam ser diante de seus maridos. Mas o “grito” e símbolo do feminismo que Holly tornou-se foi justamente por pregar a independência de sentimentos durante todo o filme, sobre não pertencer a ninguém a não ser a si mesma.

Uma “gafe” é cometida, um vinil que Holly está ouvindo para aprender a língua brasileira, entretanto na verdade é Português de Portugal, fora isso é bacana uma atriz de origem belga falando um inglês fluente expressar algumas frases em nosso idioma. “Fora esse fora” algumas frases hoje consideradas racistas permeiam pelo filme e que nem valem a pena citar aqui para não ter aqueles Mimimi’s de hoje, mas que ao assitir não temos que ficar incomodado, mesmo porquê estamos falando de um filme de 50 anos atrás onde de fato falar algumas coisas jogadas ao vento como no filme eram normal, hoje ainda é, só que existe muita gente hipócrita que nas redes sociais paga de santo, mas quando está sozinho, veste até a capa da Ku Klux Klan, mas isso é tema de outra “rezenha” em outra categoria.

Me decepcionei pois achei que o filme embarcaria em alguma crítica social já antecipando o que estaria por vir nas décadas seguintes. Não, ficou naquela superficialidade do que de fato era a personagem, apesar da cena final na chuva ser muito bem feita, não sei como conseguiram manter um gato quieto tomando chuva sem arranhar os atores ksksksksks…

Iria assistir de novo? Não.

Minha nota é 2/5.

E você o que achou do filme? Conte-nos para saber sua experiência. O seu comentário é a alma do Blog.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de julho de 2014
“Era uma vez uma garota amável e muito assustada. Ela vivia sozinha na companhia de um gato sem nome”. Esses são os primeiros rabiscos de um conto chamado “Minha Amiga”, que o aspirante a escritor Paul Varjak (George Peppard) começa a escrever tendo como inspiração a sua vizinha Holly Golightly (Audrey Hepburn), uma garota inocente, ambiciosa e fútil, que habitava um mundo de aparências, o qual acabou mascarando a sua verdadeira identidade, a ponto dela mesma não saber quem ela era de verdade e quais os caminhos que ela gostaria de seguir.

São esses dois personagens que movem o universo narrativo de “Bonequinha de Luxo”, filme dirigido por Blake Edwards tendo como base o livro homônimo escrito por Truman Capote. Na realidade, o longa se apoia no relacionamento que se estabelece entre Holly e Paul, com quem ela tem algumas características bastante similares. Assim como Holly, Paul tem, dentro de si, uma série de atos moralmente questionáveis. Só que, ao contrário da sua amiga, Paul se atormenta por isso, pois tem a consciência daquilo que faz e encara a realidade de frente, sem fugir das consequências.

“Bonequinha de Luxo” foi lançado em 1961; antes, portanto, da liberdade de expressão e sexual que marcou o final dessa década. Neste sentido, Holly Golightly foi uma personagem fundamental para o surgimento da mulher moderna. Apesar de nunca estar explícita, fica subentendida a condição de Holly: uma garota de programa que sonhava em se casar com um milionário. Alguém que suprimiu o seu eu verdadeiro em busca de condições melhores para si e para o seu amado irmão Fred.

Talvez, por isso mesmo, a importância de se escalar alguém como Audrey Hepburn para esse papel. Uma das maiores estrelas de cinema de todos os tempos, Hepburn viu sua imagem se tornar icônica a partir do momento em que colocou o vestido preto e se pôs diante da vitrine da Tiffany’s (loja que, em “Bonequinha de Luxo”, representa o ideal de felicidade e segurança para Holly Golightly). Com uma aparência de “garota comum”, Audrey humanizou a protagonista deste filme.

Ajudou também nesse processo de humanização o fato de que Blake Edwards impôs uma visão um tanto romântica (com toques de comédia pastelão nas cenas que retratam o estilo de vida agitado de Holly) à história idealizada por Truman Capote. Se, no livro, tínhamos a crônica de um estilo de vida e de uma personalidade que fascinava o seu narrador por completo; na adaptação cinematográfica, “Bonequinha de Luxo” virou uma história de amor, em que esse sentimento significa o resgate de Holly Golightly e daquilo que ela verdadeiramente é e teima em esconder.
Alan
Alan

16 seguidores 358 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de setembro de 2023
O filme tem o charme de um clássico. A atriz principal está muito bem no papel. A música tema também é um clássico. Detalhe importante o personagem José Pereira da Silva.
Leon K.
Leon K.

112 seguidores 117 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de junho de 2013
Cativante,emocionante,hilaria,confuso todos esses sentimentos nesse belo longa romantico,protagonizado pela incrivel Audrey Hepburn!que atuação uma pena não ter ganho o a trama foi bem elaborada,o elenco bem escolhido,talvez a canção mais doce e linda de todas...enfim obrigatoria pra qualquer fã do genero.
Bya93
Bya93

6 seguidores 57 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um filme salvo por Audrey Hepburn! A história e desajeitada e mal conduzida. Mais o diretor Blake Edwards tinha Audrey, o músico Henry Mancini, e a figurinista Edith Head, e permitiu que eles brilhassem.
E é interessante analisar, como naqueles tempos era ''errado'' uma mulher ser solteira e desempedida. Por isso, Audrey Hepburn ficou temerosa em aceitar o papel; ela teve que mudar a si mesma, para mudar a postura das mulheres daquela geração.
É incrivel como os produtores e roteirista, modificaram o livro de Truman Capote, para não ''chocar'' o público; as cenas de sexo, até as falas que dizem que Holly (Audrey) é uma garota de programa de homens ricos, são TODAS insinuadas, nada explicito.

Realmente, Bonequinha de Luxo se torna um clássico por registrar uma época em que os produtores queriam quebrar a censura hollydiana, e o medo deles de chocar uma sociedade tão conservadora.

Vale muita a pena ver, mais por Audrey Hepburn que ilumina a tela.
Luzia M. R.
Luzia M. R.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de abril de 2015
Esse filme é um do meus filmes clássicos favoritos. Tudo nele é perfeito, a direção, o roteiro, a trilha sonora e a atriz protagonista foi maravilhosa e interpretou a personagem de forma impecável. Já assisti esse filme umas vinte ou mais vezes e nunca me canso, sempre me emociona de uma maneira diferente cada vez que assisto. Além de se uma história de amor sem precedentes retratada no cinema, como se isso não bastasse, ainda nos remete à fortes emoções em relação à trilha sonorra, que é uma canção maravilhosa, inesquecível e belíssima ao meu ver! Recomendo à todos os amantes do cinema de Arte.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Curiosamente esse filme ficou conhecido como um clássico, ainda que tenha traços de um verdadeiro cult, tanto pela sua excentricidade quanto pela direção inusitada de Blake Edwards (A Pantera Cor de Rosa), que ilustra a vida de Holly Golightly de uma maneira quase surreal.
Priscila S.
Priscila S.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de março de 2014
O clássico das comédias românticas! Audrey Hupburn linda, elegante e interesseira estava em busca de um marido milionário, e até encontra um brasileiro rico o que leva a tentar aprender a língua portuguesa.. É marcante a cena de Audrey cantando a canção "Moon River"... E a Big Apple, a charmosa New York dos anos 60 é retratada bem menos agitada.. Adooro!
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