Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Alana Goulart
9 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2025
Amoo esse filme, perdi as contas de quantas vezes já olhei. Você ri e se emociona. Apesar de não ser o Ryan Gosling que aparece no final e sim o seu socia Chad Zigmund foi uma sacada genial.
Eu sou muito fã desse estilo de filme, comédia romântica, filme tranquilo pra àqueles dias de estresse em que vc não quer guerra com ninguém, apenas ficar em frente a TV.
A proposta é de um filme simples de comédia Romântica, não é para ser daqueles filmes que concorrem ao Oscar, muito menos para fazer crítica a vida de solteiros ou de casados, ou para doutrinar pessoas. É apenas uma comédia para um casal assistir e dar algumas risadas enquanto come pipoca, ou para assistir agarradinhos antes de dormir. Gostei muito do filme, mas deixo um alerta, se você é daqueles que quer criticar tudo ou vê 3as intenções em tudo, não assista esse filme, ao invés disso procure um psiquiatra e vá se tratar!
Sinceramente eu não sei quando foi que as pessoas se tornaram tão amargas! Um filme tão engraçadinho desse com uma bota tão baixa…. O mundo anda tão pesado, tanta desgraça e problema…. E as pessoas não conseguem nem se divertir nem com um filme leve desse! Pois eu digo: Assistam! O filme é engraçado! É um pouco besteirol… mas é essa função mesmo! Quer realidade nua e crua? Vá assistir documentário. O casal tem uma química muuuito boa! Hahaha eu amei! Um bom tempo de risada!
"Amor com Data Marcada" não é uma comédia que vai fazer você dar risada a todo instante, mas é um filme legal para passar o tempo. Para quem está querendo relaxar, sugiro que assista. Apesar de ter poucos momentos em que eu ri com as piadas, achei interessante o roteiro do filme. Não é um super roteiro, mas a premissa é condizente com aquilo que o filme busca atingir, que é o passatempo. Mesmo sendo um filme para descontrair, me fez ter algumas reflexões sobre relacionamentos interpessoais. A primeira reflexão que tive é como a família ou pessoas próximas podem ser inconvenientes e não respeitar nosso espaço de dor. Sloane é a prova viva de estar em um ambiente onde as pessoas simplesmente não a respeita e como ela não consegue colocar limite nisso tudo. Outra reflexão importante que tive sobre o filme é como devemos estar atentos para que o nosso passado não nos faça parar para sempre. No começo do filme, é possível perceber a armadura que Sloane criou em torno de si em termos de relacionamento, porque se machucou muito no relacionamento passado. Ela já não se cuidava mais e claramente tinha sintomas depressivos. A terceira reflexão que me veio é sobre como podemos encontrar coisas boas na nossa vida em lugares menos improváveis. Sloane estava claramente depressiva e estagnada na vida, apesar de sua autoafirmação constante de que não queria ninguém. Mas, mesmo assim, ela se propôs a sair com Jackson e tentar a experiência nova de sair com alguém novo em lugares novos. Mesmo que ela não tivesse consciência dessa movimentação que estava fazendo em meio há 1 ano de estagnação, ela ainda assim o fez e acredito que o fez devido àquela força de continuar que acompanha os seres humanos. Aqueles movimentos mínimos que fazemos quando estamos em meio ao caos e que no futuro se provaram muito importantes para uma mudança efetiva. Sobre a proposta do "ferigato/ferigata": nesse filme percebi o quanto o ser humano é bobo e como precisa criar uma muralha de autopreservação para não cair direto no amor e se machucar. Na maioria das vezes, as duas pessoas estão gostando muito da outra, mas precisam se machucar para se protegerem de alguma forma, porque ao longo da história da humanidade, a demonstração de afeto e carinho se tornou algo vergonhoso e para fracos no início de relacionamentos. Por quê? Cabe a reflexão. Por que temos repulsa a receber e dar carinho? Por fim, coisa que pensei sobre a interação entre Jackson e Sloane é que o amor pode surgir quando menos esperamos. Às vezes, ficamos atrás do amor constantemente a fim de preencher um requisito imposto pela sociedade, porque espera-se que você tenha alguém sempre. O interessante aqui é que tanto Jackson quanto Sloane vão para esse relacionamento interpessoal sem expectativas um com o outro e acabam se permitindo. Permitindo conhecer um ao outro sem terem criado uma grande expectativa prévia sobre o outro, o que faz com que o amor floresça ali. Se nesse filme temos Sloane que criou uma muralha em torno de si mesma, temos a tia dela que se relaciona com todo mundo e não se apega a ninguém. Isso não seria um problema nenhuma se ela de fato quisesse pegar apenas por pegar, o que a tia insiste em dizer o tempo todo durante o filme. Mas, no final ela revela que quer alguém e que já tinha se apaixonado, mas não tinha se permitido viver esse amor por causa das barreiras. Novamente volta aquele questionamento sobre como somos tão bobos a ponto de, como humanidade, termos sérios problemas de nos entregarmos. Com isso, acabamos machucando pessoas a nossa volta e nos machucando também com essa necessidade patológica de quanto menos afeto, melhor. Apenas faz a gente perder um tempo enorme nos desgastando. Enfim, foram reflexões legais de se ter e de se levar para terapia. É um filme legal. Não é uma obra prima, mas quem espera que seja?
Ótima edição, ótimo filme, melhor atriz protagonista impossível!!!!!!! Amo a emma, Emma minha vida. História bacana, gostei dos detalhes e como foi bem desenvolvido
Ah, um filme muito bom. Não é as mil maravilhas, digno de um Oscar, mas um filme bem mais que sessão da tarde. Mesmo com as críticas aqui quis assistir e não me arrependo. É um clichê com ótimas doses de risadas, sorri mais do que em filmes que muitos elogiam por aí. Um ótimo filme pra um domingo, feriado, tarde chuvosa, Natal principalmente. Vale a pena assistir.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade