Não recomendado para menos de 12 anos
De mãe da Nouvelle Vague a ícone feminista, a diretora francesa Agnès Varda expõe seus processos de criação e revela sua experiência com o fazer cinematográfico. A cineasta dá um enfoque especial no método de storytelling que ela denomina de "cine-writing", uma espécie de fórmula utilisada por ela na grande maioria de seus documentários e ficções.
4,0
Muito bom
Varda por Agnès
Meu testamento
por Bruno Carmelo
Este documentário começa pelo final, ou seja, pelos créditos de encerramento. Todos aqueles letreiros que costumam desfilar ao final da sessão, quando as pessoas estão se levantando e saindo da sala, são apresentados no início, forçando o público a acompanhá-los por inteiro. As belas imagens aquareladas e a música orquestrada tornam a experiência mais prazerosa. De qualquer modo, a escolha nada tem de anódina: ela nos lembra que aquelas centenas de técnicos e colaboradores, a quem se agradece quando uma obra é concluída, constituem o verdadeiro tema do filme. Este é um filme sobre cinema, sobre gente de cinema, sobre ideias de cinema. Desta vez, os bastidores estão em cena.Nada mais justo, igualmente, do que começar pelo fim dentro de um projeto que se anuncia como testamento. Agnès Varda prometeu que, aos 90 anos de idade, este seria o seu último filme. Pela idade avançada, sabe-se que
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2:45




Um documentário , onde a própria Agnes fala sobre seus filmes , ideias , atores e etc.., ela faz uma autobiografia cinematográfica de seu trabalho. O filme é um tanto enfadonho pra quem não conhece Agnes , como é o meu caso., mas não de todo ruim , tem momentos interessantes , na forma como ela fazia cinema.
Festival de Berlim
Selecionado para a mostra World premiere da 69ª edição do Festival de Berlim.
Nacionalidade
França
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2019
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Inglês, Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-