Através de um ensaio de ótica intimista, quatro realizadores exploram suas distintas perspectivas acerca do imaginário social brasileiro. Analisando acontecimentos do passado e do presente, a força da luta contra a tragédia é ressignificada quando os mesmos grandes problemas tendem a se repetir no tempo.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind.
1,0
Muito ruim
Depois da Farsa
Odessa não é aqui
por Renato Furtado
Brasil, 2018: com a indignação em um dos olhos e o incômodo profundo no outro, uma jovem adentra o fluxo das multidões, que elevam suas vozes em um protesto uníssono. Outra cena, tempo desconhecido: uma gigantesca aglomeração de pessoas, em preto e branco, reunidas pela efervescência do espírito da revolta. Para o bom conhecedor da sétima arte, no entanto, o segundo levante não guarda nenhuma surpresa: é a insurreição de Odessa, centro de O Encouraçado Potemkin (1925), clássico do cinema soviético e da obra de um dos maiores mestres da sétima arte, Serguei Eisenstein — cujo resgate, aliás, demonstra que a justaposição promovida entre lá e cá por Depois da Farsa não é mero produto do acaso.Hermética, contudo, esta experimentação brasileira que intenta digerir a atual crise politica e moral do titã latino-americano falha em seguir a cartilha estabelecida pelo influente realizador russo. On
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Filme mostra a triste realidade de um país sem memória, o mesmo discurso se repetindo e as mazelas da população sempre a mesma.
Festival de Tiradentes
Selecionado para a Mostra Aurora do 22º Festival de Tiradentes, em 2019.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
2019
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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