Black Mirror: Bandersnatch
Média
3,6
272 notas

36 Críticas do usuário

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Mendes S.
Mendes S.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de dezembro de 2019
Parece que o filme foi feito para fazer o telespectador de idiota. História fraquíssima, repetitiva. Não suportei mais assisti-lo.
Douglas E
Douglas E

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de janeiro de 2019
Ia dar 1 estrela, mas vou dar duas pois a opção de "escolher" o que vai acontecer é inovador, porém se você faz a escolha "errada" o filme fica dando voltas... o roteiro é bem fraquissimo, o ator é meia boca, o filme em si é uma bosta =/
SoulAndre
SoulAndre

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 11 de janeiro de 2019
O conteúdo em si do filme não é muito ruim, porém o jeito que o filme apresenta as escolhas é diferente de como realmente é. Ele finge te dar escolhas, se você erra o que o filme quer, você reinicia o filme. Fora isso, a obra tem vários finais pobres que deixam muito a desejar. Se fosse um filme comum, sem as "escolhas", certamente seria um filme melhor.
eu m
eu m

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de abril de 2019
Geralmente eu gosto desses jogos de escolha, mas não gostei desse filme. Por fim não podemos escolher nada, é o Netflix que escolhe, ou sei lá o que. Achei ridículo o personagem dizer que "não queria fazer aquilo" e algo obrigou. Não gostei!
Verônica V
Verônica V

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de janeiro de 2019
Pior filme que ja vi em todos os tempos, a gente decide até o que o ator come no café da manhã,o que ouve no fone de ouvido,coisas fúteis. História chata e sem conteúdo, cenas confusas e sem nexo com o filme. Quase desisti de acabar, tinha esperança que o final salvasse o filme mas infelizmenre fui novamente desapontada com um final igualmente ruim e intediante.
arthinkabtit
arthinkabtit

10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de julho de 2023
Como eu já vi esse filme a uns 2 anos ou 3 eu vou dar uma "análise" rápida sobre o que eu me lembro

| • Esse filme até onde eu sei, foi um dos primeiros a introduzir a função de interação na Netflix.

• Sendo uma vertente de Black Mirror, é de esperar que vá ter situações onde a tecnologia vai estar mais avançada e com a função interativa cativando o foco do espectador a se divertir e "interagir" com essa tecnologia,
se divertir ou ficar irritado a depender do final que você vai ter.

| • Opinião •

É realmente um filme divertido por trazer esse algo inovador na plataforma Netflix, sendo utilizado em outros filmes na plataforma como Minecraft: Story Mode
Na minha visão, não tem nada que me recorde que tenha estragado a minha experiência assistindo o filme.
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Na realidade, de novo, dependendo do seu final você pode ter diversas opiniões diferentes mas às vezes você não sabe se é um filme pra ser levado a sério com um pouco de comédia, mesmo consigo se manter sério em muitos momentos, em alguns momentos ele parece se perder nisso, no total é um filme engraçado e divertido.

• Metáforas e referências

O filme também traz referências e uma metáfora interessante que seria a metáfora do pac-man, que se relaciona com a história e mecânica de Bandersnatch,
onde seria que pac-man sempre aparece conquistando pelo mapa do jogo, mas no caso, na realidade ele está sempre correndo em loop que querendo ou não ele nunca vai conseguir sair dali porque nunca tem fim, mostrando como o pac-man estivesse quase em um esquema aprisionado a viver ali tendo que fazer escolhas mas sempre ficar preso ali até chegar no final e começar tudo de novo.

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O que não se diferencia de Bandersnatch, que ao você fazer uma escolha, se algumas das escolhas que você fazer pelo caminho, for errada, você vai ficar preso ali até conseguir chegar no final e começar tudo de novo se quiser, a única diferença é que você tem a "escolha" de querer voltar a fazer tudo de novo, mas o pac-man não.

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Tendo também tem como a referência sobre as teórias que muitos pensam até hoje e tem diversos assuntos e vertentes sobre o mesmo, que é, será que tudo isso que você está vendo, sentindo e cheirando é real?

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Partimos com essa teoria desde o primeiro filme da trilogia Matrix, onde resumidamente, tudo que você pode estar vendo agora pode ser uma simulação ou algo formulado pra você acreditar que isso é real.

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Podemos tomar como exemplo o show de Truman, onde tudo é manipulado para fazer Truman se sentir em casa, tendo sua privacidade e quando se dá de conta que toda sua vida era uma mentira, uma simulação inventada para entretenimento.
Até onde nossa capacidade vai, para conseguirmos um dia, se existir, descobrirmos que estamos vivendo em uma espécie de simulação.
Essa, é uma das visões e interpretações sobre Bandersnatch, onde os personagens acham que estão no controle sobre suas vidas, mas na realidade temos nós que também achamos que estamos no controle de nossas vidas mas esse poderia ser um controle falso? Uma falsa sensação de confiança a nossa própria realidade?

Provavelmente, um dia saberemos.

• Notas sobre o filme:

• História 08/10 (a depender do final, mas na maioria dos diferentes finais são divertidos)

• Cinematográfia 07/10 (um filme bonito visualmente, em algumas cenas lembrando até uma estética Cyberpunk e retro)

• Protagonista 10/10 (bem desenvolvido nos outros finais, não tem muito o que dizer)

• Elenco 09/10 (will poulter)

• Plot -/10 (tendo em soma com todos os finais, acho que é difícil decidir uma nota pra um plot considerando que existem outros finais pra dar a uma nota só, mas levando a tona o melhor pra mim seria o final Netflix onde quebramos a quarta parede e conseguimos se comunicar com o protagonista)



Essa e minha opinião e visão sobre o filme, vale.
Uila T.
Uila T.

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2019
gostei foi difícil parar de assistir, teve um ponto alto que amei spoiler: quando stefan olha pra cima e pergunta para darem um sinal e o filme me deu a escolha de eu dar o sinal, ou seja, eu era o "eles" que ele se referia
senti muita conexão nessa hora. muito bom.
guimaraesvitor
guimaraesvitor

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de janeiro de 2019
O meu maior interesse em assistir esse filme da Netflix foi a tecnologia. Quando vi o primeiro post sobre esse conteúdo me interessei pela tônica que move os roteiros da série (Black Mirror) e também pela surpreendente estratégia de marketing da empresa, que divulgou de maneira oficial o lançamento poucos dias antes (menos de uma semana), sem propaganda, inclusive para alguns que logo com as primeiras notícias já buscaram adicionar o conteúdo em suas listas de interesses no serviço de streaming se depararam com somente uma imagem de tumbnailcom no centro os pontilhados formando um circulo que gira e vai se completando, comum nos primeiros segundos dos episódios (e nada mais). Alguns gatilhos mentais dos fãs foram ativados, e a ansiedade já tomou conta de imediato (tudo que o time de inbound marketing da empresa desejou).

O filme é muito bem filmado, contando com algumas cenas com closes pouco habituais, além de cortes que, intencionalmente te deixa confuso. Tudo bem até aqui não há muita novidade, além de logo de cara, por alguns segundos você perde o controle da sua TV (isso mesmo, nada funciona, se me recordo bem, nem mesmo o volume, enquanto uma TV da década de 80 aparece e lhe dá instruções básicas de como interagir com o conteúdo, e na sequência, um sinal de estática, e então vinheta padrão da Netflix). Só percebi esse momento porque por costume nos primeiros segundos eu sempre confiro se o áudio escolhido é o original na opção 5.1 e a legenda está em português (em casa sempre mudamos os idiomas de acordo com o gênero que assistimos, então já virou rotina essa checagem). Essa “perda do controle” me deixou ainda mais curioso para iniciar logo a experiência de interatividade.

Por aqui, combinamos de assistir em grupo (isso mesmo, nós admitimos, sentimos saudades da nossa infância assistindo Você decide), e logo na primeira escolha me maravilhei com os 10 segundos de decisão binária (ou seja, são apresentadas somente duas opções) e o quanto é difícil a enquete para mais de uma pessoa em 10 segundos. Além disso, independente da decisão, tudo ocorre de maneira muito fluída, ou seja, depois dos 10 segundos, não há cortes e nem nenhum tipo de quebra na sequência das cenas, o que realmente ficou muito bom. Nesse momento eu estava muito divido entre analisar conscientemente tudo que estava acontecendo, atento há possíveis Easter Eggs das temporadas, citações da época (década de 80), tecnologias que os produtores aplicaram e etc. e aproveitar a trama, me deixar envolver como os demais presentes, pois, mesmo o roteiro sendo mórbido como prometido, a curiosidade para compreender a história, motivações e o fio da meada é realmente magnetizador .

A mensagem do episódio é bem impactante, porém, em alguns momentos que se chega mediante as escolhas, você passa por uma quebra no ritmo, o que rapidamente lhe confere mais interesse (uma vez que o cérebro humano não trabalha muito bem com “tarefas incompletas” - neurociência aplicada mode on). Dessa maneira, era unânime a pequena frustração quando chegávamos em algum ponto sem saída (o que faz o espectador voltar em um determinado ponto de escolha previamente visto), porém as cenas mudam ligeiramente, e é importante ficar atento a essas mínimas mas importantes mudanças. Além da frustração, a nossa alegria ao encontrar alguma informação “escondida” ou link entre um fato e outro foi também outro ponto forte da experiência.

Ao assistir todos os possíveis finais (ao menos descobertos até agora) tivemos a preferência por um deles (que para mim ainda tem algumas informações extras que não conseguimos identificar), e acredito que cada pessoa terá o seu predileto (ou acontecerá o mesmo efeito que o final do filme Inception cujo o nome em português do Brasil ficou A Origem, que normalmente se interpreta o final de maneira distinta de acordo com a quantidade de vezes que se assiste o filme, ao menos comigo e uns amigos isso ocorre). O interessante é todo o ecossistema criado pela Netflixpara o filme. Já descobriram que o código sonoro em um dos finais nada mais é do que linhas de programação, que, ao serem convertidas formam um código QR Code que lido por um smartphone direciona para um site retrô da empresa de tecnologia do filme, com os seus conteúdos (os jogos produzidos pela empresa) e até mesmo vagas de emprego (que são reais na própria Netflix, por falar nisso, tem vaga para mais um por aí??). Além disso tem banner para o famoso aplicativo de um dos episódios da série que lhe informa o seu nível de notoriedade. No momento que esse artigo estava sendo escrito, fui dar mais uma espiada no site, e “estranhamente” não estava apresentando todo o conteúdo (somente o redirecionamento para as vagas de emprego), o que pode ser por conta da demanda de acessos ou mesmo parte da estratégia da empresa.

Se você já se questionou com relação a destino, livre arbítrio, o que é politicamente correto ou não, consciência e demais temas, irá gostar das mensagens desse filme, e com certeza fará parte de várias das rodas de conversa daqui para frente. Muito além de tecnologia, bom roteiro e boas atuações, Black Mirror cumpre mais uma vez com a proposta aplicar um choque de realidade para quem tem sensibilidade e coragem.
Vincenzo Valentim Gagno
Vincenzo Valentim Gagno

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de julho de 2020
A proposta do filme é interessante, nos faz refletir a respeito das nossas escolhas diárias. Apesar do livre arbítrio ser um direito humano, algumas situações cotidianas fazem com que as nossas ações sejam direcionadas; exemplificando: propagandas, influências da sociedade, ignorância, etc. A obra nos ensina de uma forma dinâmica a ideia de: “por mais que você tenha um sonho/ideia em mente a sociedade consegue te moldar”  retornando ao ideal positivista de Durkhein.
Klaudia K
Klaudia K

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de agosto de 2019
Como desperdiçaram uma ideia tão boa (interatividade) com um filme tão ruim? Confuso, chato, até peguei no sono... Assim mesmo, gostaria de saber o final, qualquer um dos 5 finais... Mas, não aguento mais ver as mesmas cenas porque eu não escolhi o que eles queriam que eu escolhesse... A única coisa que eu me surpreendi, neste filme, foi com a quantidade de pessoas que gostaram dele...
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