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cláudio mesquita
10 críticas
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3,5
Enviada em 26 de julho de 2026
Apesar de muito longo, por demasia, o filme tem seus trunfos! O roteiro é em parte bom, porém por vezes de diálogos cansativos, que arrastam o filme para mais de 03 horas, desnecessário. A atuação de Brody é impecável, Oscar merecido! A fotografia, ponto alto do filme, impressionante! Trilha sonora em conformidade com a estética brutal. Em resumo, veja com um baldão de pipoca!
Ótimo filme que retrata muito bem todas as dificuldades enfrentadas por sobreviventes do Holocausto na tentativa de reconstruir suas vidas após os horrores da guerra. O Brutalista aborda esse importante marco histórico através dos personagens de Felicity Jones e, principalmente, de Adrien Brody. Além disso, o filme retrata muito bem a complexidade humana. Também observamos que a guerra, mesmo após seu fim, deixa traumas difícil de serem superados, e que onde os sobreviventes deveriam encontrar conforto para reconstrução de suas vidas, na verdade eles encontram hostilidade e repressão.
Guy Pearce está muito bem, interpretando um personagem completamente indecifrável. Brody, mais uma vez, mostra seu talento ao interpretar personagens que fogem do comum e possuem camadas densas e complexas. Parece que o cara nasceu para interpretar personagens em filmes que retratam épocas marcantes da nossa história. É como se ele se transformasse de um ator comum, quando atua em filmes que seguem a cartilha, para um dos melhores atores de Hollywood quando interpreta personagens como László Tóth em O Brutalista. Realmente fez jus ao Oscar que recebeu.
Quanto à duração do filme, faz parte. Filme bom você assiste e nem percebe o tempo passar.
O filme cativa e emociona, mas é muito longo! Por vezes, se deixa cair numa lentidão desnecessária. A história é muito boa e o conjunto de roteiro, trilha sonora e fotografia é o grande destaque.
O brutalista é um drama que foi dirigido por Brady Corbet que também participou do roteiro ao lado de Mona Fastvold. O filme recebeu 10 indicações ao Oscar de 2025: melhor filme, melhor direção, melhor atriz coadjuvante (Felicity Jones), melhor ator coadjuvante (Guy Pearce), melhor montagem, melhor direção de arte, melhor roteiro original, melhor fotografia, melhor trilha sonora e melhor ator (Adrien Brody), venceu as 3 últimas categorias mencionadas. Na trama, acompanhamos László (Adrien Brody), um arquiteto visionário que foge da Europa no pós Segunda Guerra para os EUA, enquanto deixa a sua esposa Erzspebet (Felicity Jones) no seu país de origem. László conhece um rico industrial Van Buren (Guy Pearce) que reconhece o talento do arquiteto e tem planos ambiciosos. A metáfora do brutalismo arquitetônico (uso de materiais sólidos como concretos, que desafiam delicadeza e expõe sua forma geométrica) cai perfeitamente na condição humana vivida pelo personagem principal do filme. O paradoxo de tentar se reconstruir em meio aos escombros históricos em meio a sua identidade dilacerada. O filme tem seus atos bem divididos, com o primeiro sendo a busca de László pelo sonho americano em meio a onda migratória para os EUA no pós guerra. O custo desse sonho é mostrado no segundo ato e o colapso no último. A atuação de Adrien Brody é algo único ao lado dos personagens coadjuvantes que foram importantes para trama. A narrativa é longa e bruta, trabalha com xenofobia, classismo, antissemitismo etc. Poderia ser mais enxuta, principalmente em seu segundo ato que o filme parece perder folego, além do primeiro que exagera demais na inserção de personagens. O filme acaba se tornando um padrão super previsível. O terceiro ato até tenta entregar uma violência que o protagonista sofre, mas não havia necessidade para aquilo, precisa mostrar mais violência diante de tantas sofridas com relação ao seu patrão? Para além disso, o filme ainda tem sua competência na montagem e uma linda fotografia.
3hrs e meia de pura melancolia que te prende por que? Sinceramente esse feito do filme é inegável ele te prende por algum motivo para ver o fim da obra aliás que mer d@ de nome tem esse filme?! Brutalista?! A capa então, faiscas cigarro na boca... Tudo faz pensar em algo totalmente diferente ai vc assiste e o filme é sobre um arquiteto judeu sexualmente e socialmente estranho desde o início do filme e termina, bemm termina e só. Não recomendo mesmo
Adrien Brody estrela com maestria que inclusive lhe rendeu seu segundo Oscar nesse filme que tem um dos inícios mais originais da história do cinema, com um roteiro muito bem inscrito e seu desenvolvimento é muito bom! Grande filme
O sujeito que pensou o argumento é genial. Criou pedaço por pedaço de uma obra que se restará eterna. Não é um filme, mas um épico. A própria arquitetura ajuda. Para O Brutalista, nota 9
Uma aula de arquitetura modernista brutal... apesar do tempo talvez 1 pouco longo e a película ser meio arrastada, conta bem a história desse gênio brutalista! Vale bem à pena! Ótima direção e atuações! Critkurtclass!
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