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Assuero Breckinridge
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37 críticas
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0,5
Enviada em 10 de abril de 2026
Uma história de verdade é uma invenção criativa. Mesmo os filmes baseados em fatos reais carregam uma alta dose de criatividade, tornando-os únicos e conferindo-lhes nuances estéticas. Essas nuances estéticas permitem contemplação e nos convidam a embarcar em uma jornada metódica. Em Mamonas Assassinas, não observamos uma história sendo contada. Um relato jornalístico é feito em forma cinematográfica. Não vemos improvisação nem ousadia criativa. Apenas um documentário tácito e estático mascarado de filme. E um relato jornalístico não cumpre os requisitos necessários que o elevem ao status de obra de arte. São apenas fatos frios e concretos revestidos de uma aura criativa enganosa. Apenas um jeito diferente de listar fatos imparciais organizados. Sem impulso estético. Isso nos mostra que o Brasil também entende de cinema. E está pronto para surpreender. É capaz de contribuir de maneira brilhante. Porque Mamonas Assassinas pode ser classificado como qualquer coisa que possamos aventar, menos como uma obra artística cinematográfica.
Um dos piores filmes que já assisti na minha vida, horrível, péssimo. Atuações ruins, roteiro ruim, direção ruim, tudo ruim, não tem uma única coisa que salva.
O filme dos Mamonas Assassinas não é apenas fraco: ele é um fracasso como cinebiografia e como homenagem. O que deveria ser um retrato vibrante de uma das bandas mais marcantes da história do Brasil se transforma em uma obra confusa, infantilizada e desrespeitosa com o legado do grupo.
Um dos problemas mais evidentes, apontado tanto por espectadores quanto por críticos, é a narrativa completamente bagunçada. O filme parece uma sequência de esquetes mal costuradas, sem ritmo, sem progressão clara e sem qualquer cuidado com construção dramática. Em muitos momentos, o espectador simplesmente não entende o que está acontecendo, nem por quê. Não há começo, meio e fim bem definidos — apenas cenas jogadas na tela.
A ambientação é descuidada, misturando elementos modernos com os anos 90 de forma grosseira. Objetos, comportamentos e até estética visual não respeitam a época retratada, o que quebra qualquer tentativa de imersão. Para um filme com orçamento milionário, esse tipo de erro é injustificável e demonstra falta de pesquisa e atenção aos detalhes.
O roteiro opta por um caminho estranho e repetitivo: quase toda cena termina ou passa por algum beijo ou romance forçado, como se isso fosse necessário para sustentar a história. Ao mesmo tempo, as mulheres ligadas aos integrantes são tratadas de forma rasa e descartável, reduzidas a estereótipos, sem profundidade, sem respeito e sem relevância real para a narrativa — algo amplamente criticado pelo público.
No aspecto musical, o filme também decepciona. Embora as músicas dos Mamonas estejam presentes, a execução é tecnicamente problemática. Há trilhas fora do tempo, instrumentos que nunca fizeram parte das músicas originais, e situações absurdas em que personagens que nunca tocaram determinados instrumentos simplesmente “aprendem” do nada. Em vez de mostrar o processo criativo e a genialidade musical da banda, o filme escolhe o atalho mais preguiçoso possível.
Outro ponto frequentemente mencionado em críticas é o tom infantilizado da obra. Apesar de retratar uma banda irreverente, o filme parece algo no nível de Carrossel ou Chiquititas, tanto visualmente quanto na forma de contar a história. Em vários momentos, a sensação é de que o filme subestima o espectador, apostando em exageros bobos em vez de humor inteligente.
Talvez o erro mais grave seja a forma como o filme lida com seus próprios personagens. O longa consegue o quase impossível: transformar o Dinho em alguém chato. Toda a energia, carisma e espontaneidade que marcaram o vocalista simplesmente não aparecem. Em vez de um líder carismático e caótico, o que se vê é uma caricatura sem alma.
No fim das contas, o consenso entre público e crítica é claro: o filme não honra os Mamonas Assassinas. Ele banaliza a trajetória da banda, ignora seu impacto cultural e entrega um produto raso, confuso e mal executado. Com cerca de 7 milhões de reais de orçamento, o resultado final é constrangedor.
Não é um filme sobre os Mamonas. É uma piada involuntária, sem emoção, sem respeito e sem identidade. Uma obra que falha em tudo o que se propõe a fazer — e que ficará marcada como um exemplo de como não se deve contar a história de um ícone da música brasileira.
Que decepção com o filme dos Mamonas Assassinas. O que fizeram com a história dessa banda tão marcante? Uma das piores cinebiografias que já assisti. Os Mamonas mereciam uma obra à altura do seu legado – e não algo tão raso e sem emoção.
Se o orçamento era limitado, talvez fosse melhor esperar do que entregar um resultado tão fraco. O filme não consegue criar conexão, especialmente com as novas gerações, e passa longe de transmitir a irreverência e a energia que tornaram os Mamonas inesquecíveis.
E o que dizer da personagem Adriana, que nem sequer existiu? Incluir figuras fictícias em uma história real tão impactante só enfraquece ainda mais a narrativa. Muito triste ver uma homenagem tão mal executada.
Gente, esse filme, se é que pode se chamar de filme deveria ser banido. É uma afronta a história gigante do Mamonas. Nunca vi atuações tão ruins, roteiro tão superficial, sem nexo, cenas cortadas do nada. Um lixo
O filme é horrível!!! Deve ter sido feito por um grupo de estudantes. Eu acompanhei quase toda a trajetória da banda e fiquei com vergonha de assistir essa coisa.
A princípio senti saudosismo depois acompanhando as críticas e até mesmo ouvindo a opinião de pessoas reais que fizeram parte da vida dos mamonas, como a Valéria mesmo ex do Dinho, percebi q o filme foi pura ficção desconexa sem roteiro, realmente deu muita atenção a coisas irrelevantes e pequenas tipo o relacionamento do Samuel, focou demais em parecer com que o Dinho fosse um mulherengo e moleque, muito mal filmado, mal retratado. Não condiz. Desrespeito aos Mamonas assassinas. Os atores bem meia boca. Não gostei, achei q fosse ser mais emocionante! Na época que eles se foram tinha 12 anos era muito fã! Lembro o quanto fiquei triste, acompanhava na Tv e até gravava tudo em fita cassete pra assistir tudo de novo depois… foi muito ruim o filme não trouxe essa experiência
Horrível!! Eu que sou fã desde de criança, posso afirmar que esse filme tem tudo de ruim. Tem mais cena de 'pegação' como se fosse uma novela da globo, acho que nem a globo tem tanta pegação nesse nível! Além de não contar direito a história deles. Sem dizer dos personagens,aquela negra por exemplo (não é racismo pela amor de Deus) Segundo as coisas que eu já vi, o Sérgio namorava uma mulher branca. Tirou o nome da Valéria, não apareceu a Aninha (Namorada do bento), Muito menos as ex's namoradas dos meninos. Além do roteiro ser péssimo. Como falei, tirou toda a história.
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