Mamonas Assassinas - O Filme
Média
2,6
290 notas

100 Críticas do usuário

5
19 críticas
4
12 críticas
3
11 críticas
2
6 críticas
1
21 críticas
0
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Thay
Thay

22 seguidores 125 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de janeiro de 2024
Eu esperava mais desse filme
algumas situações não são reais e foram criadas para o filme
a pior para mim foi a namorada do Dinho que é totalmente diferente da real, onde se cria um diálogo que ela queria que ele seguisse carreira solo, o que não é real.
os personagens do filme, a caracterização e fotografias são maravilhosas
anônimo
Um visitante
1,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2025
"Mamonas Assassinas: O Filme" (2023), dirigido por Edson Spinello e roteirizado por Carlos Lombardi, apresenta um olhar sobre a vida e a carreira meteórica dos Mamonas Assassinas, uma das bandas mais irreverentes e populares da história do rock brasileiro. Ao retratar a trajetória do grupo, desde sua formação em Guarulhos até a trágica morte de seus integrantes em 1996, o filme se propõe a celebrar a energia e a irreverência que definiram a banda. No entanto, a obra se depara com desafios narrativos e estéticos que impedem uma plena imersão no universo dos Mamonas Assassinas, resultando em uma experiência que, embora cheia de boas intenções, acaba por decepcionar a crítica e o público em diversos aspectos.

O filme faz um esforço considerável em capturar a essência do grupo, especialmente no que diz respeito à irreverência e à atitude desafiadora que marcaram sua carreira. No entanto, a narrativa padece de uma estrutura excessivamente apressada e fragmentada, que não permite o desenvolvimento adequado dos personagens e dos eventos. A história avança rapidamente, sem dar tempo para que os espectadores se conectem de maneira profunda com os integrantes da banda. Esse ritmo acelerado prejudica a construção emocional da trama, com os acontecimentos sendo tratados de maneira superficial e sem as devidas reflexões sobre o impacto de cada etapa na vida dos músicos.

Apesar de seus méritos, como a recriação da estética visual da época e a tentativa de resgatar a atmosfera do Brasil da década de 1990, o filme falha em dar profundidade às relações entre os membros da banda. O roteiro se concentra principalmente em Dinho, o vocalista carismático, enquanto os outros membros da banda, como Bento e Júlio, são relegados a papéis secundários e pouco desenvolvidos. Embora haja algumas tentativas de explorar a dinâmica entre os integrantes, a falta de foco na verdadeira complexidade das relações interpessoais dentro do grupo faz com que o filme perca uma oportunidade de abordar com mais profundidade os desafios e as tensões que existiam por trás da fachada de irreverência e diversão.

O elenco, composto por Ruy Brissac (Dinho), Beto Hinoto (Bento), Robson Lima (Júlio), Adriano Tunes (Samuel) e Rener Freitas (Sérgio), é, em grande parte, o ponto alto da produção. A semelhança física dos atores com os reais membros da banda é impressionante, e as atuações conseguem transmitir a energia contagiante e a irreverência que tornaram os Mamonas Assassinas tão populares. Ruy Brissac, em particular, brilha como Dinho, capturando a essência do líder da banda e seu carisma natural. Contudo, apesar do esforço do elenco, as limitações do roteiro impedem que suas performances tenham um impacto duradouro. A falta de profundidade nas motivações dos personagens e o tratamento superficial de questões importantes, como o relacionamento com as mulheres e o consumo de drogas, deixam a narrativa rasa e muitas vezes desinteressante.

A direção de Spinello, embora competente em algumas áreas, também sofre com a falta de coesão e consistência. A montagem é um dos maiores problemas do filme, com cenas excessivamente picotadas e uma estrutura narrativa desarticulada. O ritmo irregular, que alterna entre momentos de grande energia e outros de tensão mal construída, contribui para uma atmosfera descompensada que dificulta a imersão do público na história. Além disso, a transição do formato de série para filme, que já havia sido anunciada, se reflete negativamente no produto final. O filme parece querer contar uma história longa e detalhada, mas as limitações de tempo e a necessidade de condensar a trama resultam em uma narrativa apressada e sem o devido cuidado com os detalhes.

Outro ponto negativo do filme é sua escolha de trilha sonora. Apesar de ser uma cinebiografia musical, a obra opta por utilizar faixas contemporâneas que não condizem com a atmosfera da década de 1990, prejudicando a autenticidade da produção. As músicas dos Mamonas Assassinas, que poderiam ter sido a grande força emocional da obra, são pouco exploradas, e as cenas de performance não conseguem capturar a energia dos shows que marcaram a banda. A música, um dos pilares da identidade do grupo, é tratada de maneira superficial, sem o devido destaque ou resgate do seu impacto cultural.

O filme também falha em explorar as questões mais sombrias e complicadas que marcaram a trajetória da banda, como a luta contra o sistema da indústria musical, o impacto da fama e a tragédia que encerrou sua história. A morte dos Mamonas Assassinas, embora retratada, é apenas um ponto final de um enredo que não consegue explorar adequadamente as consequências da vida e da morte desses jovens. A decisão de não centrar o filme em torno dessa tragédia é válida em certo sentido, pois evita o sensacionalismo, mas a forma como a narrativa aborda o fim do grupo não faz jus ao legado deixado por eles.

"Mamonas Assassinas: O Filme" é uma produção que busca capturar o espírito irreverente e a energia contagiante de um dos grupos mais icônicos do Brasil, mas não consegue entregar uma cinebiografia coerente e impactante. A falta de um roteiro mais estruturado, o tratamento superficial dos personagens e a direção inconsistente resultam em uma obra que, embora carinhosa em sua intenção, não faz jus à complexidade e ao legado dos Mamonas Assassinas. O filme é, portanto, uma oportunidade perdida de se fazer justiça a uma das bandas mais influentes da história da música brasileira.
Odilei Lazaro
Odilei Lazaro

12 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2024
Esse filme é fraco demais pela história gloriosa dos mamonas que alegraram minha juventude. Os mamonas merecem um filme melhor, espero que algum produtor, diretor e roteirista possam nos dar um filme melhor sobre essa banda que tanto nos deu momentos de alegria na década de 90.
Ana Paula Thaddeu
Ana Paula Thaddeu

1 seguidor 20 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de janeiro de 2024
Vou começar falando dos pontos positivos: para mim, a atuação é um ponto forte. É possível ver que os atores estudaram cada traço dos meninos, e, graças ao seu desempenho em tela, quem não pegou a época dos Mamonas (como é o meu caso, por exemplo) consegue entender porque se tornaram o fênomeno que conhecemos, já que os atores passam a irreverência, o carisma, a parceria e a originalidade dos meninos. Além dos atores, outro destaque vai para os cenários e figurinos utilizados, que aumentar a veracidade da história, já que pegaram peças e locais muito importantes para a história da banda.

Agora os pontos negativos: o roteiro é fraco em algumas partes, já que buscou ocupar maior tempo de tela com as relações amorosas dos integrantes da banda ao invés de focarem mais, de fato, na sua história, além de quase não mostrarem a Brasília Amarela ou sequer contar a história dela e o porquê dela ter se tornado uma marca tão forte dos Mamonas. Outro fator negativo é a edição, que é muito bagunçada e torna a narrativa confusa, já que, várias cenas foram juntadas de forma disconexa, além de muitas não terem transições sutis ao se trocar de localidade ou de personagens.

No geral, Mamonas Assassinas- O filme consegue cumprir com o que propõe, que é trazer um sentimento nostálgico, ser emocionate, descontraído e leve, além de manter o legado da banda sempre vivo, já que consegue juntar, em uma única sala de cinema, pessoas de todas as idades, desde aquelas que pegaram a época dos Mamonas até a geração que chegou após o acidente com a banda.
leeh S.
leeh S.

6 seguidores 68 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2024
a banda é nota mil emocionou marcou época e entraram pra história em tão pouco tempo , mais o filme é uma vergonha , desconexo , fraco , e não passa emoção alguma para quem está assistindo além de atores fracos
Paulo César Abreu costa
Paulo César Abreu costa

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de janeiro de 2024
O filme traz uma nostalgia muito bom da época é conta a história dessa banda com muito humor trazendo o espectador, para perto dos personagens
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2025
[04/01/2025 Max]

Esse filme é impossível eu avaliar direção, roteiro, fotografia, fidelidade e muito coisa no filme não bate com o real.
Eu que vive esse furação incendiário que foram os Mamonas Assassinas na época, parava tudo pra ver os caras na televisão aos domingos, fiquei muito emocionado com o filme.
O saudosismo falou mais alto, os olhos encheram de lágrimas e só curtir cada segundo desse filme...
André Pavan
André Pavan

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de janeiro de 2024
História muito bem contada sobre essa banda épica que marcou várias gerações de pessoas, inclusive a minha na década de 90 e que infelizmente terminou de forma muito trágica . Destaque para a atuação impecável do ator que interpretou o Dinho, além da semelhança física com o mesmo. É daqueles filmes que a gente fica feliz e triste ao mesmo tempo em assistir.
Samir l
Samir l

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2024
Atuações caricatas demais , que deixam o filme com ar de besteirol americano. Enfim, péssimo até para os fãs mais fervorosos.
Sebastião Maciel
Sebastião Maciel

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2023
Muito humano e com um roteiro surpreendente. Foge dos clichês e aposta nas relações dos personagens, sempre com ótimos diálogos. Excelente para quem também não era fã da banda, mas é fã de uma boa história.
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