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Mell Oliveira
1 crítica
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5,0
Enviada em 4 de julho de 2025
Uma fantasia cheia de nuances filosóficas, onde os dois personagens centrais estão cada qual em uma espécie de mergulho no self, desenvolvendo um diálogo psicanalítico. O gênio revisitando suas prisões, todas envolvendo poder e sentimentos viscerais, desperta aquilo que Alithea jamais conheceu, os desejos do coração dos outros e do seu próprio. A violência, o egoísmo, as expectativas presente nas relações, seja no passado ou na contemporaneidade, trás a tona a representação simbólica do gênio, onde o ser humano que apesar de reconhecer sua natureza preceptora, não consegue silenciar os ruídos sociais para escutar a si mesmo e se perde nos estímulos infinitos, sem concentrar no que importa. Da mesma forma a representação de Alithea, mulher bem sucedida que vive na ilusão de ser completa, quando na verdade não sabe quais são seus anseios, ou seja, aponta diretamente para necessidade do autoconhecimento. A mensagem do filme interpreto que seja a seguinte: o amor não se pede, não se apreende, não se impõe, apenas se vive, pois ele transita no pertencimento, na individualidade e ao mesmo tempo na escolha de ficar.
Visualmente emocionante, Era Uma Vez um Gênio mistura fantasia com reflexões sobre desejo e solidão, mas exagera no teor sexual para um filme que se propõe quase como um ensaio histórico. Belo, mas desconcertante em seu foco e muito apressado, mas vendo o ponto de vista de dois seres diferentes sobre a vida, é como valorizar um filme sem tanto apreço .
Tem uma premissa interessante, mas só fica por aí mesmo e nos efeitos especiais que são bons, no mais, que filme chatíssimo!!! Um tédio!! Foi difícil terminar de ver isso até o fim, perda de tempo.
Achei um ótimo filme, porém não consegui entender os 2 primeiros pedidos, ja que o filme não me prendeu tanto em assitir e nao me consentrei muito para assistir, ótimo roteiro e história
É bem legal, mas o final ficou bem "abrrto". Espera um desfecho mais congruente com a história do enredo. No mais, a produção é espetacular e a proposta é bem inovadora . Gostei
George Miller juntamente com Idris Elba e Tilda Swinton nos trás uma história de formato diferente daquilo que Miller sempre dirige, estilo meio barroco com atual, com um roteiro que é pra poucos e um desenvolvimento lento.
O filme é sobre uma intelectual especialista em narrativa literária que acaba libertando um gênio que tem que lhe realizar 3 desejos, mas curiosamente ela não quer. Está mais interessada em conhecer a jornada que o levou até aquele momento. No melhor estilo As Mil e Uma Noites uma história vai levando a outra. Tilda Swinton e Idris Elba formam uma dupla perfeita para diálogos tão marcantes.
O filme é muito delicado e questionador. Nos faz questionar sobre a busca por conhecimento, amor, solidão, sobre o que realmente vale a pena na vida. Infelizmente achei um pouco cansativo em alguns momentos. Acho que certas partes poderiam ter um ritmo um pouco mais fluído. Certas narrativas do gênio são muito prolongadas e acabam dando um cansaço na gente. Porém, num geral é um filme muito bom, trás uma mensagem muito bonita.
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