Filme bom, roteiro bem feito, cenas bem legais, ÓTIMOS atores, inclusive o grande brasileiro Rodrigo Santoro. Tiveram alguns efeitos especiais ruins, mas no geral ok.
Um pouco confuso no início mas gostei. Prendeu minha atenção. Tem um bom desenrolar e um bom final! Vale a pena assistir e tirar as próprias conclusões.
O filme está na plataforma NETFLIX lançado no dia 14-08-2020, o elenco traz nada menos que Jamie Foxx, Joseph Gordon Levitt, Dominique Fishback, Rodrigo Santoro (vai Brasil!). Esse filme traz uma ideia interessante de uma pílula (Power) que ao ser ativada e ingerida te da super-poderes por 5 minutos (poderes esses desconhecidos num primeiro uso e varia de pessoa pra pessoa) ou ainda ela pode te matar logo de cara com um efeito doido inesperado — afinal é uma droga. Jamie Foxx interpreta o ex-militar “Art” que busca vingança, a procura de sua filha raptada… Joseph Gordon Levitt interpreta o policial “Frank” que faz uso da pílula pra “equilibrar o jogo”, pois, a cidade de Nova Orleans fica bem caótica com essa nova droga. Dominique Fishback faz o papel da adolescente “Robin”, que trafica essa nova droga para poder usar o dinheiro no tratamento da doença de sua mãe. Rodrigo Santoro faz o vilão “Biggie” o chefão-traficante da droga Power
Jamie Foxx ganhador do Oscar merecidamente em 2005 pelo filme “Ray”; e tbm o ator principal do filme “Jungle Livre”, lembram? Joseph Gordon Levitt — sempre lembro dele no filme “A origem”, aquele filme que os “caras entram” no subconsciente durante o sono para roubar segredos. Rodrigo Santoro — esse dispensa comentários, na minha humilde opinião é o nosso melhor ator brasileiro atuando mundo afora. Dominique Fishback — conheci ela no filme, fez um bom papel.
Filme pra criança... ou pra quem não se importa com enredo, roteiro e nexo. É aquele filme de sessão da tarde que você deixa passando de fundo enquanto faz algo mais útil ou aqueles filmes que você esbarra quando está numa sala de espera.
Filme ruim, pensei em desisti no meio, mas não tive coragem e me arrependi. Clichê sem graça. E eu não sei, tem partes com ótimos enquadramentos, mas tem partes que são estranhas feias. Não sei, parece que eles usam uma câmera inferior, uma fotografia ruim sei la.
O novo filme da Netflix estrelado por Jamie Foxx está no TOP 1 de filmes no Brasil na Netflix e não é por acaso. No meio de um gênero já batido e por muitos considerado clichê, "Project Power" mostra seus diferenciais de uma forma muito boa, mesmo com sua conclusão simples (o que pode incomodar algumas pessoas).
Os efeitos visuais, muito importantes para o desenvolvimento da trama tem boa qualidade, dando suas escorregadias apenas em algumas cenas, mas garantindo um ótima saudade na grande parte do tempo. Já o ritmo do filme é super dinâmico, sem nos entregar cenas inúteis, que acabariam não acrescentando nada na história.
Agora… os destaques vão para a trilha sonora de Joseph Trapanese, que no ritmo do filme, muitas vezes ditando ele e para a atuação de Dominique Fishback, que acabou se entregando bastante à personagem.
O filme tem seus pontos fracos como o que eu mencionei anteriormente, o final raso e superficial. Outro ponto negativo do filme foi algo simples mas que pode afetar na imersão da história. Parece que tudo o que ocorreu em Nova Orleans não afetou o resto do mundo. A droga não poderia ter sido espalhada para nenhum outro lugar do mundo? A imprensa de todo o mundo não soube que em uma cidade dos EUA não haviam pessoas ganhando superpoderes por apenas 5 minutos? Vale a reflexão!
Project Power é um bom filme para entretenimento e que nos satisfaz e nos diverte pelas 2 horas de duração.
Filme confuso MTA expectativa para pouca ação....o filme promete e não acontece nada, só no final algo ocorre mas tbm fica bem a desejar. São quase 3 horas de ação sem ação, de atitudes que vc pensa assim de onde veio isso... Direção fraca e sensação de tempo perdido
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade