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Embora não curta muito filmes de super-herois, achei esse aqui um bom passatempo. Algumas situações desconexas, exagero no CGI e buracos no roteiro. Mesmo assim, me divertiu.
Os diálogos chegam a ser, em determinados momentos, desconfortáveis de tão sem emoção por parte dos atores. Nem Russel Crowe, como o pai de Kraven, salva o filme... mas com certeza ele dá um q de chamativo a história.
baixas e me surpreendi positivamente, por isso a nota tão alta. É um bom filme, pensando em Marvel.
Muito bom! Mais um desse desconhecido universo de super heróis que nos faz ter simpatia pelo vilão, depois de conhecer suas origens. Ótima direção, boas cenas e um personagem que imprime carisma em sua caracterização.
Eu achei o filme muito bom achei o filme muito ação tem muita pancadaria recomendo isso é uma obra prima recomendo muito n vai ser arrepender
Filme muito fraco, pisquei acabou o filme. Enredo muito sem sal, não envolve o telespectador. Além de o nome do cara é sergay (Zuera kkkk)
O Clichê que Dilacera o SonyVerso
Desde que a Sony iniciou seu projeto de expandir o universo do Homem-Aranha com filmes solo de seus vilões, a aposta em Kraven, o Caçador parecia promissora. Entre os antagonistas do herói, Kraven é um dos mais conhecidos, superando figuras como Morbius e Madame Teia em popularidade. Para dar vida ao personagem, Aaron Taylor-Johnson, um ator carismático e confortável em papéis no gênero de heróis, foi escalado. Contudo, nem mesmo o talento do ator consegue salvar uma narrativa que se perde em sua própria ambição – ou falta dela.
Dirigido por J.C. Chandor (O Ano Mais Violento, Operação Fronteira), o longa parece uma tentativa de unir todos os clichês possíveis de filmes de super-herói, misturá-los em um liquidificador e entregá-los sem tempero algum. Com uma direção apática e um roteiro desastroso, Kraven, o Caçador soa mais como um caça-níquel do que como uma obra que justifique sua existência. O filme, no entanto, foge de um erro comum no SonyVerso: a falsa promessa de conexão com o Homem-Aranha. Dessa vez, o estúdio foi direto e afirmou que não haveria qualquer menção ao herói, o que evita uma frustração adicional ao público.
A maior fraqueza de Kraven reside em seu roteiro. A história tenta construir uma relação dramática entre os irmãos Sergei (Kraven) e Dmitri (Fred Hechinger), enquanto desenvolve a jornada de vingança de Kraven contra seu pai, interpretado por Russell Crowe. No entanto, nada disso convence. As motivações são rasas e os eventos, por vezes, beiram o absurdo – como uma viagem de uma área urbana a um aeroporto isolado que, magicamente, dura menos de cinco minutos.
Mesmo após adiamentos e refilmagens supostamente feitas para aprimorar as cenas de ação, o resultado é um filme que não apenas tropeça em seus erros, mas se afoga neles. As cenas de combate, embora viscerais, não são memoráveis. E quando a violência explícita se torna o principal chamariz de um filme, ela precisa vir acompanhada de algo mais substancial – o que Kraven falha em entregar.
Aaron Taylor-Johnson faz o possível para trazer intensidade ao papel de Kraven, mas sua dedicação não encontra respaldo em um roteiro digno. É lamentável ver um elenco tão talentoso, que inclui nomes como Ariana DeBose, Russell Crowe e Christopher Abbott, ser desperdiçado em performances que não convencem, simplesmente porque os personagens não têm material suficiente para brilhar.
Por mais que o marketing tenha tentado vender Kraven, o Caçador como um filme ousado e violento, a verdade é que a obra não se sustenta. Há, sem dúvida, espaço para histórias de anti-heróis violentos no cinema, mas Kraven é um exemplo de como uma abordagem genérica pode tirar a força de um personagem com tanto potencial.
Quando colocado ao lado de outros filmes do SonyVerso, como Morbius e Madame Teia, Kraven consegue ser, ironicamente, o “quarto melhor” desse universo, ficando atrás apenas dos três filmes do Venom. Não que isso seja um grande feito.
Em resumo, Kraven, o Caçador simboliza mais um prego no caixão de um universo compartilhado que nasceu sem propósito. É um filme que falha em divertir, engajar ou entregar qualquer relevância narrativa. Se a Sony quer manter o SonyVerso vivo, talvez seja hora de repensar completamente a abordagem. Afinal, filmes do universo do Homem-Aranha sem o Homem-Aranha, por mais bem-intencionados que sejam, têm poucas chances de sair do papel de coadjuvantes no grande palco do cinema de super-heróis.
Desde que a Sony iniciou seu projeto de expandir o universo do Homem-Aranha com filmes solo de seus vilões, a aposta em Kraven, o Caçador parecia promissora. Entre os antagonistas do herói, Kraven é um dos mais conhecidos, superando figuras como Morbius e Madame Teia em popularidade. Para dar vida ao personagem, Aaron Taylor-Johnson, um ator carismático e confortável em papéis no gênero de heróis, foi escalado. Contudo, nem mesmo o talento do ator consegue salvar uma narrativa que se perde em sua própria ambição – ou falta dela.
Dirigido por J.C. Chandor (O Ano Mais Violento, Operação Fronteira), o longa parece uma tentativa de unir todos os clichês possíveis de filmes de super-herói, misturá-los em um liquidificador e entregá-los sem tempero algum. Com uma direção apática e um roteiro desastroso, Kraven, o Caçador soa mais como um caça-níquel do que como uma obra que justifique sua existência. O filme, no entanto, foge de um erro comum no SonyVerso: a falsa promessa de conexão com o Homem-Aranha. Dessa vez, o estúdio foi direto e afirmou que não haveria qualquer menção ao herói, o que evita uma frustração adicional ao público.
A maior fraqueza de Kraven reside em seu roteiro. A história tenta construir uma relação dramática entre os irmãos Sergei (Kraven) e Dmitri (Fred Hechinger), enquanto desenvolve a jornada de vingança de Kraven contra seu pai, interpretado por Russell Crowe. No entanto, nada disso convence. As motivações são rasas e os eventos, por vezes, beiram o absurdo – como uma viagem de uma área urbana a um aeroporto isolado que, magicamente, dura menos de cinco minutos.
Mesmo após adiamentos e refilmagens supostamente feitas para aprimorar as cenas de ação, o resultado é um filme que não apenas tropeça em seus erros, mas se afoga neles. As cenas de combate, embora viscerais, não são memoráveis. E quando a violência explícita se torna o principal chamariz de um filme, ela precisa vir acompanhada de algo mais substancial – o que Kraven falha em entregar.
Aaron Taylor-Johnson faz o possível para trazer intensidade ao papel de Kraven, mas sua dedicação não encontra respaldo em um roteiro digno. É lamentável ver um elenco tão talentoso, que inclui nomes como Ariana DeBose, Russell Crowe e Christopher Abbott, ser desperdiçado em performances que não convencem, simplesmente porque os personagens não têm material suficiente para brilhar.
Por mais que o marketing tenha tentado vender Kraven, o Caçador como um filme ousado e violento, a verdade é que a obra não se sustenta. Há, sem dúvida, espaço para histórias de anti-heróis violentos no cinema, mas Kraven é um exemplo de como uma abordagem genérica pode tirar a força de um personagem com tanto potencial.
Quando colocado ao lado de outros filmes do SonyVerso, como Morbius e Madame Teia, Kraven consegue ser, ironicamente, o “quarto melhor” desse universo, ficando atrás apenas dos três filmes do Venom. Não que isso seja um grande feito.
Em resumo, Kraven, o Caçador simboliza mais um prego no caixão de um universo compartilhado que nasceu sem propósito. É um filme que falha em divertir, engajar ou entregar qualquer relevância narrativa. Se a Sony quer manter o SonyVerso vivo, talvez seja hora de repensar completamente a abordagem. Afinal, filmes do universo do Homem-Aranha sem o Homem-Aranha, por mais bem-intencionados que sejam, têm poucas chances de sair do papel de coadjuvantes no grande palco do cinema de super-heróis.
Historia fraca, vilão fraco, protagonista fraco e ação meia boca. Kraven definitivamente não tem nada de interessante
Filme muito bom! Fiquei receoso por conta das críticas ao filme, porém após assistir percebi que essas criticas são pelo "efeito manada". O filme tem uma boa história, muitas cenas de ação e tem um ótimo plot no final. Valeu super a pena ter assistido!
Eu Assisti o filme do Kraven O Caçador 2024, que filme Top, Selvagem, as cenas de ação são daora pra caramba, tem sangue, violência, o Ator que faz o Kraven no filme tá muito Foda, e a única coisa que eu não gostei foi o Cgi do Rhino, tá muito feio, e aquele personagem o Estrangeiro, eu não conheço esse personagem, nunca vi, ele tem o poder do medo, sei lá que personagem de merda, o irmão do Kraven, me surpreendeu, porque ele se transforma no Camaleão, eu achei legal, mais em fim, pode ir ao cinema tranquilo, Vale muito a pena assistir no Cinema, esse filme pra mim foi melhor do que os filmes do Venom, Morbius e Madame teia, eu acho que Kraven é o Melhor Filme de vilões da Sony sem o Homem Aranha, Nota 8 pro filme
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