Não recomendado para menos de 16 anos
Dalva (Nina Medeiros), uma menina de 9 anos, se torna responsável por sua casa quando seu pai, o pedreiro Jorge (Julio Machado), fica doente. Órfã de mãe, ela precisa deixar de lado a infância para cuidar do pai, que por sua vez, tem que lidar com a frustração de perder aspectos de sua paternidade.
Looke
Por assinatura
Veja todas as opções de streaming
3,5
Bom
A Sombra do Pai
A iminência do terror
por Bruno Carmelo
À primeira vista, Cristina (Luciana Paes) e Dalva (Nina Medeiros) parecem mãe e filha. Aos poucos, descobrimos que se trata da tia da garota, que ainda mora com o irmão e a sobrinha enquanto não concretiza o sonho de se casar com alguém, ter filhos e se tornar dona de casa. O pai, Jorge (Júlio Machado), trabalha na construção civil, e não demonstra afeto pela garota. A mãe morreu. Há algo estranho neste núcleo familiar cujas relações são movidas a gestos paliativos ou indispensáveis. Cristina cuida da garota, mas não se sente mãe. Júlio não cuida da garota e não se sente pai. Durante as férias, Dalva se encontra abandonada em sua casa.A ideia do abandono simbólico não é percebida como uma situação aberrante, afinal, a família de baixa renda tem recursos necessários, não passa fome. Sozinha em sua descoberta do mundo, a garotinha enterra bonecas e guarda os restos do corpo da mãe, exumada
Ler a crítica
1:39





13 Notícias e Matérias Especiais
Terror autoral e corajoso, com atuações e direção impressionantes e criativas.
Na Sombra do Pai (2018), de Gabriela Almeida, é uma ousada incursão no terror sobrenatural, onde a diretora mistura influências de clássicos como O Cemitério Maldito e A Volta dos Mortos-Vivos, explorando o retorno dos mortos para assombrar os vivos. O filme segue Dalva (Nina Ribeiro), uma menina órfã de mãe, que vive com seu pai (Júlio Machado), um homem ...
Leia Mais
Leia Mais
Ótimo. Um suspense brasileiro ainda é algo raro (o último foi o excelente "As Boas Maneiras"). Brilhante atuação da protagonista, interpretando uma menina de 9 anos (órfã de mãe) q cuida do pai - um morto-vivo após a viuvez. O clima é bastante interessante, crescendo aos poucos em força e consistência.
Achei logo de inicio preguiçoso e sonolento. Mas a medida que se desenrola, entendemos que ninguém ali está confortável no seu papel familiar. Cheguei a me distrair durante o meio do filme, aguardando algo chiclete acontecer, mesmo que não fosse explícito na tela. Mas é nos 20 últimos minutos, que tudo que esperávamos acontece. Previsível? Sim, muito. E achei isso ótimo, pois se a diretora buscasse sair do lugar comum, iria aborrecer ...
Leia Mais
Leia Mais
Ótimo filme, me prendeu e me levou-a refletir nos dias de hoje... a falta de atenção e até mesmo amor aos filhos, cada um vive em particular a sua depressão e angústia. A realidade de uma família pobre, que dia tem comida... outro passam fome! Nina Medeiros, não a conhecia, muito bom trabalho! Recomendo!
Festival de Brasília
Longa exibido na mostra competitiva da 51ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Festival do Rio
Selecionado para a mostra Première Brasil: Longas Ficcionais da 20ª edição do Festival do Rio.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
PANDORA FILMES
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
Mais filmes : Melhores filmes do ano 2018, Melhores filmes Drama, Melhores filmes de Drama de 2018.