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Tomvjunior5
1 crítica
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5,0
Enviada em 14 de julho de 2026
Filme muito bom, o ator que fez o Buster foi excelente. Pena que ele nao sacou primeiro, gostaria muito de ver mais cenas com o ator. Tanto é que recentemente criei um versão em Cartoon, da primeira parte do filme, agora posso assitir toda vez que tiver vontade. Querendo ver se compartilho o canal. Se me permitirem.
A balada de Buster Scruggs é um filme de faroeste que contou com a direção e roteiro de Joel Coen e Ethan Coen. O filme foi produzido pela Netflix. O filme reúne 6 histórias independentes que nao possuem ligações entre si. É fato que pela forma que as narrativas foram separadas e pela costura de contos ( as histórias sao costuradas como se estivessemos lendo um livro de contos com capítulos independentes), cause incomodo por parte do público. Inicialmente acompanhamos Buster (Tim Blake Nelson), que tem o melhor personagem do filme, mas a pior história entre as 6, pelo desfecho desnecessário. Aqui temos uma história de violência imprevisível. No segundo conto, temos o protagonismo de James Franco, um assaltantes de banco que acaba indo para a forca. História legal, pela peculiaridade e uma leve reviravolta no final. A terceira história com Liam Neeson e Harry Melling, fazendo papel de um deficiente. Temos uma abordagem diferente nesta história do que costuma ser contada no velho oeste, com envolvimento dramático entre ambos. Porém, o desfecho cruel é mais uma vez colocado (marca dos irmãos Coen). A quarta história com tom mais de fábula, com uma caça ao filão de ouro. Mostrando o ritmo exaustivo e esperançoso de um velho em busca de ouro. A penúltima é a mais longa história, mostrando Alice (Zoe Kazan), uma jovem que esta prometida a um empresário em uma outra cidade. Para isso, seu irmão (já doente) passa a acompanhar-la em uma caravana. Porém, com o falecimento do irmão em viagem, a jovem passa a ter dificuldades. Confesso que gostei mais dessa história pelo envolvimento com o cachorro dela ( queremos saber o que vai acontecer com ele). Além de colocar uma mulher como protagonista da trama. Final tbm muito trágico. A última história é a segunda pior, lembrando os oito odiados do Tarantino, na qual vemos um diálogo longo durante uma viagem na diligência. Diálogo chato. Mas que tem um tom sombrio por estarem carregando um morto que estava sendo procurando pelas autoridades. É de se reconhecer o bom trabalho técnico, com figurinos, penteados e excelente fotografia. Além de um digna trilha sonora que faz parte de todas as histórias. Deu pra perceber que existe uma revisao de conceitos do faroeste para hoje ( especialmente entre os anos 2010) neste longa. O que ainda incomodou foi uma ou outra história ser chata, sem narrativa convincente. No mais é um interessante faroeste que os Coen colocam a sua marca e contribuição
Os irmãos Coen entrega aqui um ótimo trabalho, com um elenco muito bom, direção ótima e uma trilha sonora a moda antiga de western! Vale muito a pena conferir.
O filme é composto por seis histórias distintas e sem conexão que se passam no Velho Oeste. As trajetórias dos personagens são desenvolvidas em curtos contos que misturam ganância, amor, violência, melancolia, humor e má sorte.
"A Balada de Buster" é um filme que busca entrelaçar diversas histórias curtas, mas parece perder-se em sua própria ambição narrativa. Sua opinião sobre as duas primeiras histórias serem mais ou menos enquanto o restante é uma perda de tempo reflete uma frustração com a falta de coesão e substância narrativa que permeia o filme.
Ao assistir, é possível sentir que as histórias apresentadas carecem de um propósito unificador, deixando os espectadores desconectados e desinteressados conforme o filme avança. A falta de nexo entre as diferentes narrativas pode tornar a experiência de assistir ao filme uma experiência fragmentada e desarticulada.
Além disso, a sugestão de que os shorts do filme vistos em redes sociais não devem iludir o espectador é reveladora. Isso sugere que, embora possa haver momentos isolados de entretenimento ou engajamento dentro do filme, no geral, esses elementos não são representativos da qualidade ou da coerência do filme como um todo.
A falta de uma narrativa coesa e envolvente pode deixar os espectadores insatisfeitos e, em última análise, desapontados com a experiência geral do filme. A Balada de Buster parece ser um exemplo de uma ideia ambiciosa que não conseguiu ser executada com sucesso, resultando em um produto final que deixa muito a desejar.
O filme é dividido por 6 "capítulos", onde cada capítulo é uma história diferente, com personagens diferentes, sem ter nenhuma relação ou conexão entre elas. Os primeiros dois capítulos são ótimos, porém depois começa a ficar um pouco maçante, já que quando você está se acostumando com uma história, ela termina e começa outra, tornando o filme num ritmo irregular e inconsistente, lento e por horas sem sentido.... Termina sem nenhuma conclusão, sem nenhum ponto de conexão entre os 6 capítulos, nada com nada. Porém algumas histórias são divertidas, para mim, as melhores foram a 1°, a 2° e a 5°, as outras são maçantes. Numa visão geral, começa muito bom, mas perde o ritmo muito rápido.
Seis histórias. A única correlação entre eles é o tema do Velho Oeste. O filme começa como uma espécie de comédia musical de humor negro, mas, à medida que avança, torna-se uma espécie de musical de humor negro; a comédia é substituída por algum humor negro. O primeiro conto, The Ballad of Buster Scruggs, estabelece os padrões do filme tão altos que os últimos 5 contos não conseguem seguir adiante. O segundo conto é bom, irônico. O terceiro conto é totalmente sombrio, sem nenhuma comédia. O mesmo vale para o quarto conto. Esses dois estragam muito o filme. Especialmente o terceiro conto. Ele define os padrões tão baixos que você começa a se perguntar o que pode vir a seguir. O quinto conto também é triste, mas épico. A última história é chata e deve ser esquecida.
Em suma, não é como assistir a 6 pequenos filmes agrupados em 1, são 6 pequenos filmes agrupados em 1. Todos eles brincam com a "vida difícil no Velho Oeste", "a morte como uma coisa menor na vida", "ter sucesso a todo custo", e o tom sombrio da natureza humana.
Surpreendente. Acho que esse é o melhor adjetivo para esta obra-prima dos irmãos Coen. São seis contos ambientados no Velho Oeste, mas não espere nada do que você está acostumado a ver em filmes do gênero. Aqui os clichês e estereótipos foram deixados de lado e, com excelentes atores e um roteiro magnífico, o filme passeia por momentos absurdos, melancólicos e reflexivos. Em um dos contos, por exemplo, Liam Neeson e Harry Meeling, sem diálogos, protagonizam uma história incrivelmente impactante. Obra-prima, sem dúvida.
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