M8 - Quando a Morte Socorre a Vida: Recentes críticas
M8 - Quando a Morte Socorre a Vida
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Fabiano Basílio dos santos
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0,5
Enviada em 24 de janeiro de 2026
Horrível. Descaloriza o negro e sugere que na periferia não existem pessoaa brancas. Distorce o trabalho da PMERJ e tenta impor a ideia que somente os brancos são ricos. Não perca tempo vendo esse filme.
O filme é um filme de sessão da tarde. Traz o tema do racismo e trabalha de forma caricatural todas as possibilidades de Racismo que alguém preto pode sofrer no Brasil.
Acabei de assistir “M8 Quando a Morte Socorre a Vida” e tô com o coração apertado. O filme é bom. Tão bom que incomoda. Mas também é inacabado, e não por erro, mas por escolha. Porque a realidade que ele retrata ainda não tem final feliz. A história de Maurício, jovem negro que entra na universidade, escancara o quanto o racismo estrutural ainda dita quem vive, quem morre e quem é esquecido. Cada cadáver negro na aula de anatomia é um grito que a sociedade finge não ouvir. M8 não é só sobre um corpo. É sobre todos os corpos que são descartados, silenciados, usados até depois da morte pra sustentar um sistema excludente. O final deixa a gente no ar. E talvez seja esse o ponto: enquanto o Brasil não mudar, não tem como esse filme acabar. Porque ele é, antes de tudo, um espelho. Às vezes, é a morte que precisa socorrer a vida. O médico fazendo vista grossa no final mostra nosso sistema que finge não saber as coisas e a espiritualidade é o que manteve e mantém grande parte da cultura negra salva. Filme maravilhoso, mas não segue padrões americanos e fotografia belíssima.
O tema do filme que é o racismo, somado ao espiritismo e corpos pretos “sem valor”, somado a um elenco poderoso tinha tudo pra ser um filme épico!
Mas o que se mostrou foi um roteiro pobre, com vários “chavões” e falas de impacto que se vê muito nas redes sociais, mas sem um contexto que as justifiquem! Os personagens são rasos, os diálogos são superficiais, atuações bem pobres dos personagens principais.
É muito fácil adivinhar as cenas e as reações dos personagens, por conta dos preconceitos que são colocados de forma bem caricata e até com preguiça de tentar fazer algo mais surpreendente ou mais profundo.
Perdi 1:30h da minha vida vendo esse filme e confiando na boa nota que ele tem no IMDB. Uma pena! Tinha potencial pra ser um filmaço, mas é MUITO RUIM!!
Um filme com muito potencial, traz temas que se fosse desenvolvidos não seriam vistos de forma tão forçada. O filme tem elenco de peso e assuntos que não faltam para fazer dar certo mas sempre que vamos criar um laço a partir de uma cena logo ela é cortada para ir pra um outro assunto. Dessa forma quando aparecem as criticas que são mais que necessárias na nossa sociedade, não sentimos o impacto que elas teriam se algum laço fosse feito com algum personagem. Um dos piores filmes brasileiros que já assisti, uma pena pois tinha tudo para ser bom. Filme te deixa com tédio e depois apático.
a crítica do filme é sensacional, mas achei que faltou aprofundar mais na ligação do maurício com o m8, algumas pontas ficaram soltas, mas no geral é um filme bem massa e necessário!
SPOILER - Achei muito bom o começo do filme, os temas abordados sobre racismo e preconceito, mas achei que o final foi fraco. Não gostei! Imaginei que a solução do corpo, provavelmente ilegal ali na faculdade, se daria de outra forma, sendo denunciado e tal.... enfim... misturou questões sociais com espiritismo, achei que não combinou.
O MELHOR filme que eu assisti ultimamente (é de 2019) e que aborda o RACISMO ESTRUTURAL/INSTITUCIONAL no Brasil. Maurício, filho da auxiliar de enfermagem "Cida" (Maria Aparecida) cursa MEDICINA na UFRJ. Além do preconceito explícito por parte de alguns dos colegas brancos e da mãe da namorada branca, velado, por parte do professor branco, paradoxalmente, sofre até truculência por parte de policial negro, sofre suspeição por parte de porteiro negro, é maltratado pela empregada negra na casa da namorada. Para piorar um pouco sua situação, ele e a mãe são de religião de matriz africana, num Rio de Janeiro cada vez mais Evangélico. O Brasil sendo o Brasil: os capitães do mato eram negros! Como dizia Simone de Beauvoir, "O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos". Deixando de lado que, como na vida real, quem se aproxima dele é o colega gay e a namorada, burguesa da zona sul com consciência social, a mãe de Maurício, Cida, rouba a cena e o protagonismo e faz o discurso mais político, histórico e sociológico do filme, ao repreender o filho, em momento de vitimismo: "Me respeita! Eu sou uma mulher preta falando!" Recomendo a todos, de todas as cores e todas as orientações sexuais que assistam, pois o filme é em primeiro lugar sobre VALORES HUMANOS.
Eu escolhi o filme despretensiosamente na Netflix e simplesmente amei. A fotografia é bonita demais, a história prende do início ao fim, a mistura e transição entre as questões sociais e a parte espiritual foram no ponto certo. Realmente acredito que seja um dos filmes indispensáveis do nosso cinema nacional. E justamente por enxergar tantas camadas importantes do filme que eu completamente discordo de quer disser que é um filme "lacrador". Quem se limita nesse nível certamente não deu nem chance de entender a história, uma pena. Enfim, se não assistiu, assista.
Filme mt bom e extremamente necessário, com belas participações especiais. Depois de vê-lo complete o tema com o curta "Dois estranhos" tbm da Netflix e concorrendo ao Oscar.
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