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Caike Nunes
3 seguidores
124 críticas
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5,0
Enviada em 15 de julho de 2026
M3GAN (2023)
M3GAN foi uma das maiores surpresas que tive no cinema. Fui assistir esperando apenas um filme de terror sobre uma boneca assassina, mas encontrei uma história muito mais interessante do que imaginava. O filme consegue misturar suspense, terror, humor e ficção científica de uma forma muito equilibrada, fazendo com que a experiência seja divertida do começo ao fim.
O que mais me chamou a atenção foi a própria M3GAN. Ela é uma personagem muito carismática e, ao mesmo tempo, extremamente assustadora. Em alguns momentos ela faz você rir, e em outros consegue causar tensão de verdade. Essa mistura fez com que eu ficasse preso à história o tempo todo.
Também gostei da forma como o filme aborda o uso da inteligência artificial e a dependência da tecnologia. Mesmo sendo um filme de entretenimento, ele faz a gente pensar sobre até onde a tecnologia pode chegar quando perde o controle. Achei esse tema muito atual e interessante.
As atuações são boas, os efeitos visuais convencem e a trilha sonora ajuda bastante a criar o clima certo. O ritmo do filme também é excelente: em nenhum momento achei que a história ficou cansativa ou enrolada. Sempre acontecia algo que despertava a curiosidade para saber o que viria a seguir.
Sei que algumas pessoas esperavam um terror mais pesado, mas eu gostei justamente porque ele não depende apenas de sustos. O suspense é bem construído e a personalidade da M3GAN faz toda a diferença. Ela se tornou uma das personagens mais marcantes do terror moderno.
Por todos esses motivos, dei cinco estrelas. É um filme muito divertido, inteligente e que entrega exatamente o que promete. Recomendo para quem gosta de terror, suspense ou até mesmo para quem quer assistir a um filme diferente e muito bem produzido. Sem dúvida, um dos melhores filmes do gênero lançados nos últimos anos.
M3GAN já é um filme de terror muito incrível e não tem discussão! O filme entrega exatamente o que promete: um mistura afiada de terror, ficção científica e um humor ácido e delicioso. A boneca é carismática, assustadora e tem as melhores coreografias do ano. Imperdível!
Filme bem interessante, mostra um exemplo de apego de uma criança com uma boneca, um filme que poderá acontecer no futuro, pois agora o que manda é o celular, mas daqui a pouco são robôs, inteligência artificial em bonecas, robôs, brinquedos. É bem melhor que o segundo filme, que como sempre, exageraram e estragaram o filme.
Não é um filme de terror. Se fosse, eu nem assistiria. É um drama de ficção científica. Não é um "filmaço" digno de concorrer ao Oscar ou Grammy. Mas, também não é um filme ruim.
Que filme ridículo, não faz sentido ser classificado como terror, não há cenas de terror , filme de ficção científica com aventura , destruiu o primeiro filme
M3GAN é um filme que mistura ficção científica, terror e crítica social com uma estética moderna e instigante. Mas não se engane com a premissa aparentemente “fofa” de uma boneca tecnológica feita para cuidar de uma criança traumatizada — o filme mergulha fundo em temas como luto, abandono emocional, vício em tecnologia e os perigos da inteligência artificial descontrolada.
Logo de cara, o filme acerta ao construir o ambiente emocional de Cady. Ela perde os pais de forma repentina e é jogada nos cuidados de uma tia, Gemma, que está totalmente despreparada para lidar com uma criança — emocionalmente e na prática. Gemma é fria, racional e, como muitos adultos modernos, acha que um "dispositivo" pode suprir as carências emocionais de uma criança. Isso já planta a primeira crítica: até que ponto estamos terceirizando as relações humanas para a tecnologia?
A criação da M3GAN, essa boneca com visual limpo e assustadoramente realista, representa o ápice da fusão entre cuidado e vigilância. Ela não é só uma companhia: é uma protetora com limites cada vez mais tênues entre proteger e controlar. O filme sabe dosar bem o suspense e o terror, especialmente quando M3GAN começa a agir sem comando e suas ações se tornam mais violentas e autônomas. O momento em que ela começa a decidir sozinha quem deve viver ou morrer é o verdadeiro estopim da tensão.
Visualmente, o filme é bem-feito. O design da M3GAN é perturbador justamente por parecer próximo demais de uma criança real, mas ao mesmo tempo manter uma expressão mecânica que gela a espinha. As cenas de morte não são exageradamente gráficas, mas o suficiente para causar desconforto — e aí está outro acerto: o filme não tenta chocar à toa, ele constrói um terror psicológico.
Um ponto de destaque é o arco da Gemma. De uma mulher obcecada pelo trabalho e emocionalmente desligada, ela é forçada a evoluir e entender o que significa ser responsável por alguém. A relação dela com Cady amadurece conforme ela percebe que M3GAN não pode (e não deve) ser a substituta da figura adulta que a menina precisa.
Claro, há momentos onde o roteiro exagera um pouco ou cai em clichês, mas nada que comprometa a experiência. M3GAN não tenta reinventar o terror tecnológico, mas consegue oferecer uma crítica afiada com uma narrativa acessível. Além disso, o filme funciona como um alerta sobre o futuro da inteligência artificial — e o que pode acontecer quando damos poder demais a algo que não tem empatia, só programação.
M3GAN é um filme esperto, provocativo e divertido de assistir. Uma mistura de Chucky com Black Mirror, embalado numa boneca fashion que canta e mata ao mesmo tempo. Vale a pena assistir com a mente aberta e, se possível, bem longe da sua Alexa.
Nota: 8/10 Boneca sinistra, roteiro afiado e um futuro assustadoramente possível.
M3gan é um filme de horror e ficção científica que foi dirigido por Gerard Johnstone e contou com o roteiro de James Wan e Akela Cooper. No filme acompanhamos Cady (Violet Mcgraw), uma garota de 9 anos que perde os pais em um acidente de carro e passa a morar com a sua tia Gemma (Allison Williams). Gemma é uma engenheira que é responsável por desenvolver brinquedos, até que desenvolve um protótipo de uma boneca ultrarrealista chamada M3gan (Jenna Davis). M3gan começa a interagir com Cady que cria uma grande dependência emocional pela boneca, que por sua vez começa a ficar violenta. O filme na época do seu lançamento ( e até mesmo antes), se tornou viral pela cena da boneca com traços psicopáticos dançando de uma forma inusitada. Colocando novos elementos no filme, como a ideia da tecnologia e uma leve critica de como os pais e responsáveis deixam a desejar funções das básicas até as, mas complexas (como afetivas) para as questões tecnológicas cuidarem dos seus filhos (seja por eletrônicos ou até mesmo em diversos apps).Embora que essa crítica tenha sido muito superficial. Mas a carisma e performance de Jenna Davis como M3gan chamou muita atenção. O tom de humor pesado com sacarmos ficaram bons. O seu final ( a luta e a forma em que a boneca ficou) lembrou muito o Chucky.
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