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Natalia Felix
1 seguidor
13 críticas
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2,5
Enviada em 2 de outubro de 2021
Achei o filme mais blablabla que nao sei o que. A entrevista do Gugu continha mais informações que esse filme. Pensei que ia desenrolar mais sobre o caso, mas no fim, falou mais do namoro deles que dos fatos criminais.
Nunca vi uma porcaria tão grande e, pior, fizeram uma outra versão contada pelo namorado dela, que faz quase que um filme ser a cara do outro. Faltou roteiro, faltou direção, faltou tudo!
O filme é curto demais e não foi tão bem produzido. Provavelmente os produtores não tiveram muitos recursos à disposição, tanto que algumas cenas são filmadas como se os personagens estivessem em um Big Brother. Contudo, valeu a pena, pois a história envolve muita manipulação e é chocante demais, de modo que prende a atenção. As boas atuações ajudaram a salvar o filme de ser um abacaxi.
Me surpreendi uma Obra prima brasileira , por muito mais filmes assim , os protagonistas , talvez se fosse produção americana como umas coisas chatas nos streamings , como produção vc entra na São Paulo dos anos 2000 os carros a roupas , muito bem produzido , surpreendeu muito parabéns
Por mais incrível que pareça, essa outra parte, podemos dizer assim, é melhor que a outra. A Menina que matou os pais é melhor dirigido, tem atuações melhores, o roteiro consegue nos prender mais na história, e tem uma trilha sonora muito boa. Bom filme.
No dia 31 de outubro de 2002, o casal Manfred e Marísia von Richthofen foram assassinados, com requintes de crueldade, no interior da residência da família, em São Paulo. Logo, o que indicava ser um crime de latrocínio (devido ao estado em que a mansão se encontrava), se transformou na possibilidade de ser um crime envolvendo pessoas próximas à família. Seguindo essa pista, a polícia conseguiu a confissão, no dia 08 de novembro de 2002, de Suzane von Richthofen (ela, filha do casal) e dos irmãos Cristian e Daniel Cravinhos (este, namorado de Suzane), os responsáveis pelo assassinato do casal.
Com o tempo e com a atuação das respectivas defesas, Daniel e Suzane foram modificando as suas versões sobre o crime. É baseado na versão de cada um deles que os filmes "O Menino que Matou Meus Pais" e "A Menina que Matou os Pais", do diretor Maurício Eça, foram concebidos. Um dos nomes responsáveis pelo roteiro, o da criminóloga Ilana Casoy, é de alguém muito próximo ao caso - é dela a autoria do livro "Casos de Família: Arquivos Richthofen e Arquivos Nardoni: Abra os Arquivos Policiais".
Esta opção narrativa faz com que os dois filmes sejam um verdadeiro confronto de versões, como que para fazer com que o espectador tome a sua própria decisão sobre qual delas é a mais crível. Interessante perceber, no entanto, que os depoimentos apresentam, respectivamente, aspectos que fortalecem as defesas de cada um deles, ao mesmo tempo em que possuem pontos em comum, como: o quanto o relacionamento entre Suzane e Daniel (interpretados por Carla Diaz e Leonardo Bittencourt) era intenso; o quanto os dois se influenciavam mutuamente; o quanto o relacionamento causou crises familiares; o quanto Suzane era fria, manipuladora e calculista (para não dizer psicopata); o quanto Daniel estava encantado pelo que Suzane lhe proporcionava...
O que decepciona, na verdade, tanto em "O Menino que Matou Meus Pais", quanto em "A Menina que Matou os Pais", é o fato dos dois filmes simplesmente deixarem claro o seu propósito de serem uma reconstituição do depoimentos dados em julgamento. Faltou ao diretor Maurício Eça e aos roteiristas Ilana Casoy e Raphael Montes, o desejo de ir além do que já é de conhecimento públiico. Me lembrei muito da impressão que a série "Pistorius" me deixou: a de que a verdadeira versão, para além do que nos está sendo contado e do que foi construído pelas defesas, só quem sabe mesmo são Suzane, Daniel e Cristian.
A maneira que eles encontraram pra mostrar quem foi o culpado, em cada uma das versões, é: o culpado é quem é mais sexual e quem fuma mais maconha. Totalmente viesado, todo trabalhado no preconceito e demonizaçao do sexo/maconha, que não tem relação e não explicam o assassinato
Um bom roteirista não faria dois filmes, atuações infantis, cheia de clichês, Carla Diaz não merecia esse papel. Fizeram do filme um belo trabalho de conclusão de curso de faculdade.
Tinha tudo pra ser um bom filme,mas n aproveitaram a oportunidade ,em ambas versões deixam a Suzane como "mocinha injustiçada".O roteiro é super raso, atuações nada demais,foi difícil terminar de assistir, não recomendo ...
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