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RAISA WASCONCELOS
1 crítica
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0,5
Enviada em 28 de outubro de 2023
Achei o filme com um título e a história contada sob a visão dos Cravinhos. Se focasse na psicopatia dela e como as coisas aconteciam na visão dela (assim como sugere o título do filme) o filme seria mais interessante. Ressaltou demais as drogas e a nudez...
Pronto. Criei coragem, vi o segundo (O menino que matou meus pais) e minha opinião mudou: juntos, não são horríveis. Tornam-se insuportáveis! Que ideia horrorosa de fazer dois filmes muito ruins quando, juntando tudo em um só, e contrapondo as duas versões, o espectador seria, pelo menos, instado a pensar um pouco. Bem pouquinho. O diretor e os roteiristas perderam uma excelente oportunidade de explorar um fato que permitiria muitas leituras, se tivessem se dado ao trabalho de aprofundar questões éticas, morais e psicológicas que o espectador certamente esperava ver. Além, é óbvio, de outras versões além daquelas dos mais diretamente interessados, lógicamente parciais. Como tudo na historia recente deste país conseguiu-se polarizar a discussão entre duas visões que foram privilegiadas em detrimento de várias outras. Ao final minha mulher me lançou a pergunta: "quem você acha que falou a verdade?". E me disse que essa era a discussão acirrada em um desses grupos de internet. Foi isso que esse bando de gente incompetente conseguiu. Apenas despertar opiniões superficialíssimas e emocionais. Produzir coisas geniais depende de talento nato ou muito trabalho. Espero que os envolvidos nesses filmecos trabalhem muito.
O cinema brasileiro tá cada vez melhor,bem dirigido ,boas atuações e o clima do Amor tóxico te irrita e te faz refletir que é claro em versões separadas para o publico decidir em qual das Histórias acreditar.
Gostei muito dos dois filmes, apesar de para muita gente terem sido uma decepção para muita gente. Gostei muito da construção dos personagens, de como os filmes reprsetaram a escalada dos conflitos e dos relacionamentos entre a Suzane, o Daniel e os pais, até o ponto da noite do assassinato e das atuações especialmente a da Carla Diaz. Provavelmente nenhuma versão seja a verdadeira, mas ambas as versões são igualmente interessantes tanto essa aqui que é a do Daniel Cravinhos quanto a da Suzane
Não se aproveita nada do filme. Parece uma mistura de " A Grande Família" com "Malhação. Cansativo, patético e caricato. Pulei um bom pedaço pra não desistir no meio. Fora a inacreditável romantização dos assassinatos.
Que filminho sem vergonha!!!Já é um contrassenso ver um filme com um tema pesado desse se utilizar de uma mise-en-scène estilo "MALHAÇÃO", mas o pior mesmo foi que os realizadores tentaram ser tão "imparciais" que acabaram se tornando frios e indiferentes à barbárie da matança. No desenvolvimento do roteiro parece que os assassinatos são algo menor e sem importância. Faltou ao diretor e aos roteiristas coragem pra sujarem as mãos de sangue, mas talvez o medo de processos tenha podado qualquer traço de ousadia do projeto! Só se salva aqui o charme psicopata de Carla Diaz, charme este que desaparece em O MENINO QUE MATOU MEUS PAIS, pois lá ela é apenas uma "vítima" passiva de tudo o que acontece a sua volta...
Desnecessário dois filmes pra retratar o crime. Uma produção bem feita, teria sido melhor. Filme fraco, atuação da Carla Diaz péssima, assistam documentário para saberem mais sobre o caso....
Atuação, roteiro e direção fraquíssimos. Carla Diaz apresenta uma caricatura de Suzanne, confirmando que não consegue entregar algo diferente do papel de mocinha. Fizeram 2 versões praticamente iguais do mesmo filme. Não emociona, não acrescenta, não impressiona. Decepcionante.
Amei a experiência de assistir 2 filmes com visões diferentes da mesma história. Muito interessante esse formato! A Carla Diaz como Suzane está perfeita! Me lembrou muito a entrevista do Fantástico, onde Suzane tenta ser doce e arrependida, mas o jeito forçado e teatral não compra ninguém... E a Carla Diaz a interpreta exatamente assim. Agora gostaria de um terceiro filme abordando toda a história do crime, com a parte investigativa da polícia, e não deveria faltar a cena de Suzanne no enterro....
A Menina que Matou os Pais - Péssimas decisões de direção estragam seu potencial.
Tinha tudo pra ser um bom filme. Tínhamos uma boa história, um elenco operante, mas tudo isso é jogado no ralo por causa das Péssimas escolhas de direção.
Vamos começar pela decisão de dividir esse caso em dois filmes desnecessários. Dava pra realizar um longa com uma duração máxima de 2h30. Os dois filmes são cansativos demais. São executados de maneira porca. A montagem, a trilha sonora, as atuações são péssimas e a ainda temos um roteiro com diálogos mal escritos.
Vamos falar das atuações: A Carla Diaz tá operante. Ela tenta, mas os diálogos não salvam a personagem. É caricato demais, forçado demais. O Leonardo Bittencourt não há o que falar. O roteiro estraga o personagem.
Os dois longas são frios demais. Em nenhum momento você sente tensão, medo, angústia. Simplesmente é algo antipático demais. São filmes sem alma. Poderia ter sido um filme investigativo, mas a decisão que eles executaram foi horrível. É preguiçoso e porco.
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