Réquiem para um Sonho
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4,4
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100 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2021
Ano 2000, o então jovem e desconhecido realizador Darren Aronofsky surpreende todos com um drama visceral chocante que pôs o dedo nas mais variados mazelas sociais americanas e não tirou. Como já era de se esperar do diretor, este filme que o colocou no mapa(e que é, na minha opinião, o seu melhor até hoje) não é para todos os gostos, aliás, prepare-se bem antes de vê-lo, porque algumas partes podem ser incomodas demais para alguns. Réquiem para um Sonho é uma viagem perturbadora pela mente de quatro personagens com vidas absolutamente trágicas, já destinados à indignidade. É um filme que fala sobre o potencial destrutivo de diferentes tipos de vício, como todos eles são fundamentados em nossas inseguranças, e nossa incapacidade em reconhecê-los. Também é um filme que fala sobre como as estruturas sociais, o sistema, é em si viciado, feito para penalizar os que menos tem, os que menos podem, não resolvendo seus problemas, mas os tratando com truculência ou suavidade excessivas, assim, agravando-os. Poderia discorrer sobre todos os significados do filme por milhares de caracteres, mas seria uma injustiça esquecer de mencionar as atuações fantásticas de basicamente todo o elenco e a edição brilhante. Ellen Burstyn em uma atuação devastadora, uma das melhores que já vi, ela captura a essência de sua personagem de uma forma realmente tocante. Jared Leto também não fica muito atrás, encorporando o espírito problemático de Harry com muita verdade. Jennifer Connelly claro excelente como sempre. E até Marlon Wayans entrega uma interpretação intensa. Enfim, Réquiem é um drama psicológico de se tirar o chapel, poucos filmes dão seu recado de forma tão incisiva, inteligente, e original quanto este.
Juliana Larissa
Juliana Larissa

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2021
Que baita agonia foi assistir esse filme, um verdadeiro soco no estômago!
Achei um excelente filme (apesar de alguns momentos serem cansativos, porém relata a vida de viciados e não tem como não ser uma vida repetitiva). Ótimas atuações e uma trilha sonora de afligir mais ainda...
Proerd nunca errou!
LaraFurini
LaraFurini

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5,0
Enviada em 17 de junho de 2020
Acabo de terminar de assistir o filme “Réquiem para um sonho” e eu sei que me faltarão palavras para descrever tal obra. Me interessei por tal longa devido ao fato de já ter lido um livro de mesmo nome e, consequentemente, saber o interessante significado dessa peculiar palavra.
É simplesmente fenomenal, ao ponto de fazer você se sentir na ponta de uma faca. Não chorei ao vê-lo, devido ao estado de choque em que me encontrava. spoiler:
Eu via tudo desmoronando para os personagens e era incapaz de conter o meu desespero. Minha vontade primitiva era de gritar ou chorar ou permanecer quieta com os olhos vidrados na tela, que foi o que eu fiz. Harry, ao perder o seu sonho, me fez perder todas as minhas ínfimas esperanças de que algo pudesse ocorrer bem no final do filme. Sua vivacidade no começo do filme vai se esvaindo de seu corpo gradualmente e o telespectador, obviamente, não pode fazer nada à respeito, o que é extremamente angustiante. Tyrion, ao perder sua liberdade, me fez querer derreter sobre o sofá e desaparecer. Suas lembranças de sua mãe são tão pequeninas e singelas, mas tão tocantes, que nos fazem pensar e pensar e pensar em como sua vida simplesmente ruiu. Marion, com a sua sede por mais, me fez desintegrar assim como as letras no início do filme. Seu caminho e onde chegou me fazem querer entrar dentro do filme, pegar sua mão e ajudá-la a sair de tal limbo — mesmo agora após já ter terminado o filme. Por fim, Sara Goldfarb. Falharei em encontrar palavras para descrever essa personagem, eu sei disso. Ao perder sua mente, essa senhora solitária fez meu coração se estilhaçar em milhões de pedaços. Seu vício, criado durante o longa, é de se angustiar por si só, fazendo com que nossos olhos fiquem vidrados, e o corpo tenso. Sem dúvidas, é um filme ideal para os que se afeiçoam pela mente humana, e que possuem uma força significativa para não se esfacelar em meio aos inúmeros cortes. Eu poderia falar sobre a relação de Marion com um vestido vermelho no píer, sobre as “refeições” de Sara e suas cores, sobre a exposição das estações do ano ao longo do filme, sobre o frenético hip-hop montage ou ainda sobre a trilha sonora envolvente e perturbadora, mas não se torna necessário, após o último “I love you too, ma”.

Inspirada demais, acredito que eu tenha acabado de escrever um monólogo que, tal qual todos os outros, nunca se aproximará do “vestido vermelho”.

Avaliação: angustiante e frenético e desesperador e envolvente e perturbador.
Natane Karine Kühn Gonçalves
Natane Karine Kühn Gonçalves

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de janeiro de 2020
Esse filme é simplesmente fantástico. É profundo, perturbador. Vale muito a pena assistir. É um filme que vai te deixar pensando por um certo tempo, faz muito o meu estilo.
Ramon C
Ramon C

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de agosto de 2019
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Darren Aronofsky nos apresenta seu segundo trabalho, mas um dos mais audaciosos até agora. A obra é extremamente realista, ela toca na mais dolorosa ferida de todas as pessoas sob a ótica de uma sociedade pós-moderna de relações sociais líquidas: o vício. Para o cineasta, TUDO que nos faz perder a razão e induz nosso comportamento a atitudes obsessivas, ao mesmo tempo em que nos faz flertar com o caos e a loucura, é vício. É engano nosso achar que o vício está apenas nas drogas, ele está no nosso dia-a-dia, nos nossos próprios padrões, nas nossas próprias concepções, dentro do nosso interior.
A procura pelo prazer, pelo destaque, pelo propósito existencial só aumenta ainda mais nossa insanidade frente a tantas ações viciantes. Mas o descaso provocado pela sociedade, só torna o delírio ainda mais rotineiro.
A desmoralização, o abandono, o infortúnio, o desgaste físico e psicológico. Todos são os inevitáveis desprazeres que formam um inverno sentimental para os que não se livram de seus piores vícios. Para Aronofsky, é lutar ou sofrer. Nenhum entorpecente é capaz de provocar uma evasão da realidade que afaste essas angustiantes consequências.
_Requiem para um sonho_ é aterrorizante, gritante, intimidador. Não deixando de ser excepcionalmente esplêndido.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 17 de julho de 2019
Ano 2000, o então jovem e desconhecido realizador Darren Aronofsky surpreende todos com um drama visceral chocante que pôs o dedo nas mais variados mazelas sociais americanas e não tirou. Como já era de se esperar do diretor, este filme que o colocou no mapa(e que é, na minha opinião, o seu melhor até hoje) não é para todos os gostos, aliás, prepare-se bem antes de vê-lo, porque algumas partes podem ser incomodas demais para alguns. Réquiem para um Sonho é uma viagem perturbadora pela mente de quatro personagens com vidas absolutamente trágicas, já destinados à indignidade. É um filme que fala sobre o potencial destrutivo de diferentes tipos de vício, como todos eles são fundamentados em nossas inseguranças, e nossa incapacidade em reconhecê-los. Também é um filme que fala sobre como as estruturas sociais, o sistema, é em si viciado, feito para penalizar os que menos tem, os que menos podem, não resolvendo seus problemas, mas os tratando com truculência ou suavidade excessivas, assim, agravando-os. Poderia discorrer sobre todos os significados do filme por milhares de caracteres, mas seria uma injustiça esquecer de mencionar as atuações fantásticas de basicamente todo o elenco e a edição brilhante. Ellen Burstyn em uma atuação devastadora, uma das melhores que já vi, ela captura a essência de sua personagem de uma forma realmente tocante. Jared Leto também não fica muito atrás, encorporando o espírito problemático de Harry com muita verdade. Jennifer Connelly claro excelente como sempre. E até Marlon Wayans entrega uma interpretação intensa. Enfim, Réquiem é um drama psicológico de se tirar o chapel, poucos filmes dão seu recado de forma tão incisiva, inteligente, e original quanto este.
Gustavo T. Almeida
Gustavo T. Almeida

10 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de julho de 2019
Um filme realista e melancólico, nos faz refletir sobre os males do consumo incontrolável de drogas, tanto as ilegais quanto as "legais", e a prisão na qual o vício coloca o ser humano. Direção, roteiro e atuações espetaculares. Entrou pra lista dos meus favoritos.
Calleb H.
Calleb H.

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5,0
Enviada em 31 de março de 2018
Profundo e extremamente dramático! Me abalou! As atuações e as nuances dos personagens são maravilhosas! Fotografia e tomada de câmeras excelentes!Indico e indico!
Bruno Campos
Bruno Campos

630 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2018
Obra-prima de Darren Aronofsky, o filme mais pesado a q já assisti. O título é perfeito, pois a questão central é mostrar o tempo ingênuo e idílico do sonhar, seguido da tragédia mórbida da realidade mais dura q se poderia conceber. A história vai progressivamente se tornando um enorme e assustador soco no estômago. Demorei alguns minutos para conseguir me levantar do cinema.
Eder Brito
Eder Brito

48 seguidores 119 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de junho de 2017
Com certeza um dos melhores filmes que já assisti na vida, com certeza é um filme também pra ser visto apenas uma vez pelo impacto que ele causa ao final da historia, é um belo soco na boca do estomago. Filmaço experiencia unica. Vale muito apena ser visto a metáfora com as estações do ano onde spoiler: a primavera nunca chega
. Perfeito!!!
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