1917
Média
4,4
1417 notas

145 Críticas do usuário

5
39 críticas
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Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de março de 2020
O mais impressionante nesse filme é a qualidade de imagens e a forma de filmagem super realista, onde as cenas são longas e sem cortes, provavelmente foi um filme difícil de produzir, não só pelos aspectos que citei, mas também por ser baseado em fatos reais, essa mistura com ficção não é uma tarefa fácil e 1917 conseguiu realizar esse feito com maestria.
Nelson Jr
Nelson Jr

24 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de julho de 2022
Um filme tecnicamente perfeito! .. direção primorosa! direção de arte fantástica!.., o manejo das câmeras em plano sequência , de frente ao ator é muito original .., baseado na história do avô do diretor , retrata bem a imprevisibilidade de uma guerra.., o roteiro é simplório , nada de novo., muito bom elenco! ., mas o filme é uma grande experiência cinematográfica, que merece ser visto no cinema , pela qualidade de som e imagem.
Vi Gabriel
Vi Gabriel

5 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2020
Sam Mendes tornou esse filme uma obra prima. Por ser um filme em plano continuo, pode-se perceber o cuidado que ele teve em todos os detalhes, figurino, maquiagem, cenário, trilha sonora, entres outros. Ambientado na primeira guerra mundial, a fotografia trouxe o espectador para dentro dessa época e que traz uma carga dramática ainda maior. Um filme que deve-se visto duas vezes, uma pra aproveitar todo o roteiro épico e emocionante e outro para ver todos os detalhes do plano continuo e do cenário para ficar impressionado como foi bem feito esse filme.
Mauro A
Mauro A

16 seguidores 99 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de janeiro de 2020
O filme é narrado em dois planos apenas, o que não é novidade, já vimos tal em "Festim Diabólico" e "Bird-Man". Mas, esta maneira de contar o filme nos joga num suspense fenomenal e até impressiona pelas posições de câmera, algo ocorrendo em primeiro plano e outra desventura em segundo plano. Impressiona esta jogada de câmera, você pode tirar a prova no making off do filme: https://www.youtube.com/watch?v=3hSjs2hBa94, e interessante quando, ao mesmo tempo em que há uma cena em PAM geral, dali a menos de um segundo esta vai para um close. A história em si não tem nada de mirabolante, faz lembrar um pouco o conto "Mensagem para Garcia", onde nada tinha a ver com o heroísmo do personagem, ao contrário constituía-se em uma pesada admoestação aos trabalhadores para obedecer à autoridade e a devotar-se ao trabalho acima de qualquer outra coisa. O filme é candidato ao Oscar e creio que tem tudo para ganhar, somando-se a interpretação dos atores, a cenografia, a iluminação, o vestuário, etc. Vale a pena assistir e também torcer para que ele vença como melhor filme, diante de tanta porcaria que eu já vi levar a estatueta de ouro sem merecer.
Diogo S.
Diogo S.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de janeiro de 2020
Mais do mesmo. O filme é, no máximo, fotograficamente bonito. A primeira guerra não foi tão exposta em filmografias como a segunda e, portanto, é natural que tente se dar crédito a filmes sobre ela. Mas a história é um clichê, chegando a ser irrelevante... Candidato ao Oscar??? Putz!!! Mas depois da ficção travestida de documentário "Democracia em vertigem"ter sido indicada, podemos esperar qualquer coisa!
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 29 de janeiro de 2025
O filme 1917, dirigido por Sam Mendes, é uma das obras cinematográficas mais impressionantes da última década dentro do gênero de guerra. A produção se destaca pelo seu estilo inovador de filmagem, com a impressão de ser um plano-sequência contínuo, o que aumenta a imersão do espectador na brutalidade e na tensão da Primeira Guerra Mundial. A narrativa de 1917 é relativamente simples, mas sua execução a torna extraordinária. O filme acompanha dois jovens soldados britânicos, Blake e Schofield, que recebem a missão de atravessar território inimigo para entregar uma mensagem crucial que pode salvar 1.600 vidas, incluindo a do irmão de Blake. A estrutura da trama, que se desenrola em tempo real, contribui para uma experiência angustiante e visceral.

O roteiro evita os convencionalismos dos filmes de guerra mais tradicionais, como sequências de batalhas prolongadas ou grandes discursos patrióticos. Em vez disso, 1917 se concentra na jornada pessoal e nas provações dos protagonistas, destacando o horror da guerra através da tensão psicológica e dos desafios físicos que enfrentam. A simplicidade da história, no entanto, pode ser vista como uma fraqueza por alguns espectadores, pois carece de subtramas mais complexas ou desenvolvimentos narrativos profundos.

George MacKay e Dean-Charles Chapman carregam o filme quase que inteiramente sozinhos, o que exige um nível excepcional de entrega e comprometimento. MacKay, em particular, tem um desempenho notável ao retratar a exaustão, o desespero e a resiliência de Schofield. Seu olhar perdido e sua postura abatida, que se intensificam ao longo do filme, transmitem o peso da guerra de maneira autêntica e comovente.

Chapman, apesar de ter menos tempo de tela, também convence como Blake, exibindo uma ingenuidade e um senso de urgência emocional que tornam sua jornada ainda mais trágica. As pequenas participações de atores como Benedict Cumberbatch, Colin Firth e Mark Strong adicionam uma camada de credibilidade ao filme, mas são meramente pontuais e servem mais para reforçar a sensação de que Schofield está constantemente cruzando o caminho de figuras de autoridade.

A trilha sonora de Thomas Newman é outro elemento crucial na construção da atmosfera de 1917. Ao contrário de trilhas grandiosas que muitas vezes dominam os filmes de guerra, a música aqui é sutil e cuidadosamente inserida para maximizar o impacto emocional das cenas. Os momentos de silêncio são tão poderosos quanto as passagens sonoras, pois permitem que os ruídos ambientes da guerra—explosões distantes, passos apressados, respiração ofegante—sejam sentidos com intensidade.

Destaque para a faixa "The Night Window", que acompanha um dos momentos mais belos e melancólicos do filme, quando Schofield atravessa a cidade em ruínas iluminada por sinalizadores. A música cria um contraste entre a beleza visual da cena e o perigo iminente, evidenciando o impacto emocional que a guerra causa nos indivíduos.

A cinematografia de Roger Deakins é, sem dúvida, o grande trunfo de 1917. O filme foi concebido para parecer um plano-sequência contínuo, o que exige um grau excepcional de planejamento, coordenação e execução. Embora cortes invisíveis tenham sido usados para unir diferentes tomadas, a fluidez da câmera dá a impressão de que tudo acontece em tempo real, mergulhando o espectador na jornada angustiante dos personagens.

A movimentação da câmera é hipnotizante, variando entre planos fechados claustrofóbicos nas trincheiras e vastas panorâmicas dos campos de batalha devastados. As transições são incrivelmente suaves, tornando a experiência cinematográfica ainda mais imersiva. A cena do rio e a sequência da cidade em chamas são exemplos primorosos da maestria de Deakins, combinando iluminação magistral e uma coreografia impecável dos personagens e da câmera.

O roteiro, coescrito por Sam Mendes e Krysty Wilson-Cairns, é eficiente e focado, priorizando a jornada física e emocional dos protagonistas. No entanto, algumas escolhas narrativas foram criticadas, especialmente no que diz respeito à precisão histórica.

O filme opta por um realismo estilizado, sacrificando detalhes históricos para maximizar o impacto cinematográfico. Por exemplo, a ideia de dois soldados cruzando sozinhos o território inimigo para entregar uma mensagem crucial foi considerada improvável por historiadores militares, que apontam que uma missão desse porte provavelmente envolveria mais homens e apoio tático. Além disso, a inclusão de um soldado indiano no regimento britânico sem uma explicação adequada também gerou debates sobre autenticidade histórica.

Mesmo assim, a abordagem do roteiro permite que a narrativa flua sem distrações desnecessárias, criando uma experiência cinematográfica mais sensorial do que expositiva.

O final de 1917 é profundamente simbólico e anticlimático no melhor sentido da palavra. Após finalmente entregar a mensagem e impedir o ataque, Schofield encontra Joseph Blake e informa sobre a morte de seu irmão. O momento é contido e sem exageros melodramáticos, reforçando a ideia de que, na guerra, sacrifícios individuais muitas vezes passam despercebidos em meio ao caos e à brutalidade do conflito.

A última cena, com Schofield sentando-se sob uma árvore e revelando uma foto de sua família, traz um raro momento de introspecção e descanso, sugerindo que sua jornada não foi apenas física, mas também emocional e psicológica. O desfecho é coerente com o tom do filme, evitando grandes discursos e enfatizando o impacto humano da guerra.

1917 não é apenas um filme de guerra; é uma experiência cinematográfica visceral e imersiva que redefine a maneira como esse gênero pode ser explorado. A combinação de uma cinematografia inovadora, atuações envolventes, uma trilha sonora impactante e uma narrativa simples, mas eficaz, fazem dele uma obra-prima do cinema moderno.

Apesar de algumas críticas quanto à precisão histórica e à simplicidade do roteiro, o filme cumpre sua proposta de transportar o espectador para o horror das trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Mais do que um espetáculo visual, 1917 é um lembrete poderoso dos sacrifícios e do sofrimento humano que marcaram um dos conflitos mais devastadores da história.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2020
É um bom filme de guerra, não o melhor, mas é muito bem feito. Destaque aqui é a direção sem dúvidas.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2020
Filme em plano sequencia real que aborda uma missão em plena 1a guerra mundial. Tenso, criativo, um pouco mais do mesmo, porém bem legal.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de setembro de 2022
Quando eu assisto a filmes que se passam durante grandes conflitos, como a Primeira Guerra Mundial, sempre me chama a atenção o fato de que a batalha ocupa um pano de fundo. O foco principal se encontra nas histórias das pessoas envolvidas nos combates. Não é diferente com “1917”, filme dirigido e co-escrito por Sam Mendes.

Neste longa, iremos acompanhar os Cabos Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman) numa missão aparentemente impossível: eles devem cruzar o campo de batalha, correndo o risco de sofrerem ataques dos inimigos alemães, para entregar uma mensagem que pode impedir o massacre de 1.600 colegas do exército britânico.

A missão ganha um contorno ainda mais dramático quando consideramos que um dos integrantes do destacamento que eles tentam alcançar é o irmão do Cabo Blake.

“1917” é um filme que se destaca, principalmente, em dois aspectos: a edição e mixagem de som e pelas escolhas estilísticas de Sam Mendes. A jornada de Schofield e Blake nos é apresentada em planos sequências que chamam a atenção, não só pela coreografia das cenas, como também por terem a capacidade de nos inserirem no coração emocional desta história: o caráter pessoal que a missão dos militares adquire.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de outubro de 2020
Filme longo e sobre guerra (que não é um dos meus gêneros preferidos) que não sei por qual motivo, ganhou 3 Oscars(não vi nada demais!).
O filme tem um ritmo lento e a dupla protagonista é o que salva,apesar que o roteiro não ajuda muito e eles dão um mole que me fez ficar com muita raiva!
Apesar de tudo,não tem como sentir indiferença com tamanha coragem deles e dor ao redor.
A parte com o bebê é bem triste.
Percebe - se que não é baseado em fatos reais até porque não temos guerra aqui e sim,somente lembranças de um soldado.
Tem alguns livros que explicam melhor sobre a guerra como esse ao lado.
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