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Dennys R
46 seguidores
198 críticas
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4,0
Enviada em 18 de abril de 2023
Esse filme causa tensão do começo ao final, as atuações convencem muito, e com uma grande reviravolta. Fazia tempo que não via um suspense tão bom, excelente produção.!
Filme produzido pela Netflix de mistério e suspense psicológico, tenso e sufocante. Acredita-se que no início trata-se de um roteiro sobre a síndrome da mãe galinha, revelando-se aos poucos problemas muito mais complexos envolvidos na relação entre mãe e filha paraplégica doente com comorbidades. Chloe a filha passa a desconfiar que sua querida mamãe não tem administrado os remedinhos de forma correta entrando num estado de paranoia, interpretado com tensão pela jovem atriz Kiera Allen. Já a sua mãe Diane é um exemplo de mãe possessiva que na medida que a história se desenvolve as questões se tornam mais sombrias e Sarah Paulson torna-se aos nossos olhos a mãe dos pesadelos de qualquer filho. O roteiro é um quebra cabeças visto sob a perspectiva da filha e acompanhado pelo espectador. Existem passagens que lembram muito "O que terá acontecido a Baby Jane" de Robert Aldrich, Chloe é Blanche Hudson contemporânea sufocada e limitada em sua cadeira de rodas não por Bette Davis sua irmã, mas por sua mãe. Nesse ponto o filme atinge um clímax e uma tensão insuportável onde o título run, em português fuja, é mais que apropriado. A direção eficiente é creditada ao jovem diretor indo-americano Aneesh Chaganty. Recomendado!
Olha, pra quem está procurando o que assistir, vale a pena. Tem bastante suspense. Os filmes da Netflix as vezes deixam a desejar, só o final que achei meio inconsistente.
(Insta: @cinemacrica) - Chloe acumula uma série de complicações de saúde: arritmia, diabetes, asma, paralisia. Apesar das previsíveis dificuldades, a garota nutre a motivação de estudar e ingressar na Universidade. As limitações físicas resultam na opção pelo estudo doméstico. À frente de todos os cuidados, incluindo o ensino, está a dedicação materna em período praticamente integral. Seria um elo afetivo comovente, mas a tensão criada desde o primeiro minuto evidencia que essa relação não segue o amor convencional. "Fuja" não é um filme que se propõe em aparar todas as arestas, tampouco embasar com lógica requintada motivações complexas. Em 90 minutos há notável objetividade em evidenciar as incongruências de uma relação de amor teoricamente saudável. O produto é o estabelecimento de um nível de tensão constante num patamar elevado, atributo fundamental para um bom suspense. O êxito é acompanhado de construções cinematográficas não verbais funcionais já que o quadro de personagens se restringe basicamente à mãe e à filha. A urgência em expor faz com que algumas intenções de Chloe sejam percebidas por simples e rápidos enquadramentos, ou seja, o pragmatismo bem aplicado a favor do crescimento acelerado da expectativa. Essas escolhas, entretanto, esbarram no desprezo à verossimilhança e a inclusão de episódios desarmônicos que nitidamente visam a excitação a qualquer custo. A desconexão com a realidade percorre diversas situações, desde o processo de entendimento que a filha tem acerca da mãe bem como a sucessão de falhas e coincidências que viabilizam o ato final. Pode-se alegar, é verdade, que o rigor lógico pode ser relevado para esse tipo de obra. Ainda assim é possível apontar deslizes como o tempo empregado na natureza dos tipos suspenses abordados: muitos dos episódios do embate filha-mãe são competentes, mas quando o olhar migra para a tentativa de gerar aflição pela singularidade das limitações físicas de Chloe a apreensão perde força (A busca pela bomba de asma).Também compromete a qualidade da decupagem de trechos relevantes onde o foco reside demasiadamente sobre a filha, quando seria mais aflitivo a alternância entre planos que contivessem a mãe.
Filme ótimo! Deixa a gente o tempo inteiro interessados, momentos de suspense, e tensão a todo tempo haha. Vale a pena assistir final surpreendente, eu amei!
Fuja, um suspense onde uma mãe toma conta de sua filha que tem vários problemas de saúde. Ao suspeitar de seus medicamentos, a filha passa a ter uma paranóia de que está sendo controlada por sua amável mãe. Um filme tenso, agoniante, hipocondríaco, um Misery materno. Adorei a atuação das 2 atrizes, o desespero da filha traz o espectador mais perto da trama e do mistério da mãe. Muito bem trabalhado. Adorei.
Bom suspense...bem explicado, prende a pessoa do início ao fim e tem.um final justo. Bom exemplo de como se fazer um suspense em 1:30 onde se vai direto ao ponto e não deixa se arrastar com cenas descartáveis. Boas atuações eu recomendo.
Esses são os motivos pelos quais eu queria FUGIR desse filme.
O filme começa com uma temática incrível, aos poucos você entra no mundo das personagens, e já se sente envolvido no problema da protagonista, o grande problema é o que acontece depois disso...
As atuações são ótimas, porém a sensação que fica no ar é que o roteiro foi bem desenvolvido até a metade e depois abandonado, o suspense acaba, o final é previsível, e o filme desce ladeira abaixo.
O fim do filme parece mais uma desculpa preguiçosa, provavelmente feito de última hora porque não daria pra desenvolver um final melhor.
O grande ponto é, a temática do filme é uma ótima temática a ser explorada, os personagens são interpretados por grandes atrizes, mas nem isso conseguiu salvar o filme, tinha tudo pra dar certo, mas graças a combinação diretor/roteirista o filme perde a mão e a única sensação quando você acabar de assistir é o arrependimento de ter gastado uma hora da sua vida assistindo.
Bem, o thriller começa bem, prometendo, e vai assim até o fim do segundo terço; a partir daí, desanda e oferece, ao final, uma barafunda "sem pé nem cabeça". Ok, é (mais!) uma história de uma louca, mas bem que poderia ter sido dado um sentido e explucação para a maluquice! Diriam alguns: "doidice não tem sentido!"; mas um bom filme tem que apresentar um mínimo de coerência! Leva duas estrêlas! Fraco!
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