Fuja
Média
3,9
623 notas

78 Críticas do usuário

5
7 críticas
4
34 críticas
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8 críticas
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de abril de 2021
Sarah Paulson em mais uma boa atuação ou seja quase sempre ela está bem. Roteiro é bom, apesar de algumas decisões estranhas da direção, deixando o filme imprevisível, a cena da Van... AFF
Mesmo assim temos aqui uma boa edição de um filme de terror com pitadas de drama.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de abril de 2021
Mesmo assitindo The Act, que foi uma série completa, espetacular. O filme não é de todos ruim, Sarah Pau é perfeita, mas a história é muito rápida e conclusiva, fiquei com muitos porquês na cabeca.

Mas, algumas coisas não foram abordadas, é muito preciso o filme. Vale pra entreter. Me pretendeu do início ao fim.
Luiz Sergio Oliveira Silva
Luiz Sergio Oliveira Silva

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de abril de 2021
Interessante o filme. Não é um roteiro muito original, tem muitos clichês e furos de roteiro, mas prende a atenção pelo suspense. Vale a pena conferir.
Gio Palha
Gio Palha

9 seguidores 72 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de abril de 2021
Ótimo suspense psicológico, gostei do roteiro, filme que prende do início ao fim, com certeza inspirado naquela história real que todos conhecemos da gypsy. Muito bom o final. Sarah Paulson maravilhosa como SEMPRE
Vlad A.
Vlad A.

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de abril de 2021
Lançamento Netflix: FUJA

Este filme é tão agonizante quanto "O Quarto", premiado com o Oscar. E dá vontade de matar "o vilão" a pancadas...

THRILLER PSICOLÓGICO.
Lançamento de 2/4/21.
MUITO BOM , PRENDE ATENCAO DO INICIO AO FIM.

A ATRIZ É CADEIRANTE DE VERDADE. Sarah Paulson e Kiera dão um show de interpretação.
Soul_livro_filmes_series
Soul_livro_filmes_series

2 seguidores 21 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de abril de 2021
Não assista ao trailer! Seria mais que um bom filme, mas o trailer entrega quase tudo! Entretanto, o filme proporciona alguma sensação de angústia.
Cristina Almeida
Cristina Almeida

6 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de abril de 2021
Como diz a nota é legal !!! Valeu a pena ver, mesmo faltando explicar muitas coisas. Mas o final valeu pelo filme todo 
Luis V.
Luis V.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 4 de abril de 2021
Porcaria. Suspense psicologico barato cheio de clichês e furos de roteiro. Uma hora a menina eh esperta outra parece uma demente. Fraco pessimo um dos piores filmes q ja vi na netflix desse recomendados. Seria melhor ver o filme do pwle
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de abril de 2023
Esse filme causa tensão do começo ao final, as atuações convencem muito, e com uma grande reviravolta. Fazia tempo que não via um suspense tão bom, excelente produção.!
Iracema J
Iracema J

9 seguidores 48 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de abril de 2021
Filme produzido pela Netflix de mistério e suspense psicológico, tenso e sufocante. Acredita-se que no início trata-se de um roteiro sobre a síndrome da mãe galinha, revelando-se aos poucos problemas muito mais complexos envolvidos na relação entre mãe e filha paraplégica doente com comorbidades. Chloe a filha passa a desconfiar que sua querida mamãe não tem administrado os remedinhos de forma correta entrando num estado de paranoia, interpretado com tensão pela jovem atriz Kiera Allen. Já a sua mãe Diane é um exemplo de mãe possessiva que na medida que a história se desenvolve as questões se tornam mais sombrias e Sarah Paulson torna-se aos nossos olhos a mãe dos pesadelos de qualquer filho. O roteiro é um quebra cabeças visto sob a perspectiva da filha e acompanhado pelo espectador. Existem passagens que lembram muito "O que terá acontecido a Baby Jane" de Robert Aldrich, Chloe é Blanche Hudson contemporânea sufocada e limitada em sua cadeira de rodas não por Bette Davis sua irmã, mas por sua mãe. Nesse ponto o filme atinge um clímax e uma tensão insuportável onde o título run, em português fuja, é mais que apropriado. A direção eficiente é creditada ao jovem diretor indo-americano Aneesh Chaganty. Recomendado!
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