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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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3,5
Enviada em 7 de abril de 2021
Sarah Paulson em mais uma boa atuação ou seja quase sempre ela está bem. Roteiro é bom, apesar de algumas decisões estranhas da direção, deixando o filme imprevisível, a cena da Van... AFF Mesmo assim temos aqui uma boa edição de um filme de terror com pitadas de drama.
Mesmo assitindo The Act, que foi uma série completa, espetacular. O filme não é de todos ruim, Sarah Pau é perfeita, mas a história é muito rápida e conclusiva, fiquei com muitos porquês na cabeca.
Mas, algumas coisas não foram abordadas, é muito preciso o filme. Vale pra entreter. Me pretendeu do início ao fim.
Interessante o filme. Não é um roteiro muito original, tem muitos clichês e furos de roteiro, mas prende a atenção pelo suspense. Vale a pena conferir.
Ótimo suspense psicológico, gostei do roteiro, filme que prende do início ao fim, com certeza inspirado naquela história real que todos conhecemos da gypsy. Muito bom o final. Sarah Paulson maravilhosa como SEMPRE
Porcaria. Suspense psicologico barato cheio de clichês e furos de roteiro. Uma hora a menina eh esperta outra parece uma demente. Fraco pessimo um dos piores filmes q ja vi na netflix desse recomendados. Seria melhor ver o filme do pwle
Esse filme causa tensão do começo ao final, as atuações convencem muito, e com uma grande reviravolta. Fazia tempo que não via um suspense tão bom, excelente produção.!
Filme produzido pela Netflix de mistério e suspense psicológico, tenso e sufocante. Acredita-se que no início trata-se de um roteiro sobre a síndrome da mãe galinha, revelando-se aos poucos problemas muito mais complexos envolvidos na relação entre mãe e filha paraplégica doente com comorbidades. Chloe a filha passa a desconfiar que sua querida mamãe não tem administrado os remedinhos de forma correta entrando num estado de paranoia, interpretado com tensão pela jovem atriz Kiera Allen. Já a sua mãe Diane é um exemplo de mãe possessiva que na medida que a história se desenvolve as questões se tornam mais sombrias e Sarah Paulson torna-se aos nossos olhos a mãe dos pesadelos de qualquer filho. O roteiro é um quebra cabeças visto sob a perspectiva da filha e acompanhado pelo espectador. Existem passagens que lembram muito "O que terá acontecido a Baby Jane" de Robert Aldrich, Chloe é Blanche Hudson contemporânea sufocada e limitada em sua cadeira de rodas não por Bette Davis sua irmã, mas por sua mãe. Nesse ponto o filme atinge um clímax e uma tensão insuportável onde o título run, em português fuja, é mais que apropriado. A direção eficiente é creditada ao jovem diretor indo-americano Aneesh Chaganty. Recomendado!
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