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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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4,0
Enviada em 22 de novembro de 2023
Filme do diretor em acessão Ari Áster, que tem em Hereditário seu único filme e que já lhe rendeu bons frutos o colocando no mapa de diretores promissores. Aqui temos uma história com a pegada um tanto que exótica, levando o público a refletir e criar possibilidades e isso eleva bem esse roteiro duro e eficaz. Muito bom
Após vivenciar uma tragédia pessoal, Dani vai com o namorado Christian e um grupo de amigos até a Suécia para participar de um festival local de verão. Mas, ao invés das férias tranquilas com a qual todos sonhavam, o grupo se depara com rituais bizarros de uma adoração pagã.
Mesmo tendo lido tantas críticas negativas sobre o filme ainda assim resolvi perder 2:30 da minha vida vendo essa porcaria filme totalmente sem sentido que não vale o tempo perdido⭐
Pode parecer um clip da música "Eduardo E Mônica" do Legião Urbana: "..Festa estranha, com gente esquisita, Eu não estou legal..." ou então um comercial de sabão em pó ou amaciante devido a claridade e limpeza que o filme oferece. Talvez até um comercial de margarina com gente feliz e reunida nos campos. O ponto alto do filme é na dinâmica apresentada. Muitas vezes reclamamos de tanto clichê que os filmes do gênero oferecem, com tanta escuridão e com situações mais absurdas possíveis, como escolher sempre a noite para ir ao "matadouro", aqueles sempre mesmo grupinho, composto de uma ninfeta, um bombado, o brincalhão, a espertinha..que vão morrendo um a um. Em Midsommar, temos exatamente o oposto, fugindo totalmente do tradicional. Nesta obra, há muitas metáforas e simbologias em que teria que assistir mais vezes o filme para tentar decifrar e tem um andamento lento e arrastado em muitos momentos. Achei Hereditário melhor, sendo um filme do mesmo diretor, porém não há como negar que Misommar tem uma bela fotografia e um nova receita de como fazer filmes.
É um filme nada convencional, dado ao histórico do gênero nesses últimos anos. O problema para mim é a duração, poderia ter tido uns 30 minutos a menos, deixando o filme mais compacto. Mas enfim, Quer ver algo "fora da casinha"? Midsommar é uma opção.
Um suspense absolutamente interessante. O roteiro é um pouco longo demais, no entanto ficamos presos para saber quais serão os próximos acontecimentos todo o tempo. Bizarro e sufocante, apesar do final ser previsível.
Midsommar: O Mal Não Espera a Noite é um filme de terror/suspense que contou com a direção e roteiro de Ari Aster. Na trama, acompanhamos Dani (Florence Pugh), que vem atravessando um momento delicado de sua vida após a perda de sua família. Dani decide viajar para um vilarejo isolado na Suécia, junto com o seu namorado Christian (Jack Reynor) e os amigos dele. Porém, o grupo se depara com uma comunidade fechada com costumes estranhos. O roteiro começa de forma interessante, dando profundidade a personagem Dani, suaz perdas e a relação desgastada com seu namorado. Tudo isso, para justificar a sua necessidade de procurar algo novo para se conectar diante de um luto. Nesse sentido, o terror desse filme se espelha no desconhecido, abraçado pela antropologia que liga ao misticismo do grupo. Existe um cuidado da direcao em preparar todo o terreno, mostrando cada detalhe desse grupo ( costumes) ,isso de fato enriquece muito o filme, mas o maior problema é a dosagem do terror. Em um filme longo, normalmente se espera que o horror seja crescente, mas diria que nao é assim nesse filme. Além da demora (justificada ,como descrevi acima) para inserir essas comunidade, temos uma cena que impacta bastante envolvendo 2 velhos (suicídio) e se esperava coisas piores a partir dali, mas o filme vai aliviando as cenas seguintes e depois mostrando novamente algo chocante. O horror vai funcionando como uma montanha russa até o ápice final do filme ( que nao me chocou tanto quanto a cena de suicídio dos 2 velhos). Esses momentos de "alívio " do terror, serve para a construção do drama entre os personagens. Embora o drama se concentre entre o casal protagonista do filme, tanto quando o relacionamento vai por água abaixo, o drama se esvazia num terror. Acredito que o roteiro em nao saber dosar e nem conduzir seus momentos de drama e terror tenha sido o maior pecado do filme. No mais, temos boa atuação de Pugh, boa fotografia com cenas amplas e sempre ensolarado. Isso se justifica pelo verão sueco, em que o sol praticamente nao se poe. No mais, é um filme longo, que poderia ser mais curto.
Primeiro que não se compara com o Hereditário. Muita fama prá pouco filme em si... um "drama com horror", com umas saídas fáceis, um conformismo exagerado que resulta nas facilidades que a trama precisava... onde que não ia gerar revolta os amigos sumindo? Ok, ok... estavam todos dopados... mas mesmo assim eu esperava MUITO mais, MUITO. Não é um filme ruim, mas é arrastado SIM, é meio chato SIM, e não é de terror, é de horror... e, mesmo assim, um horror meia boca. Uma seita com suas tradições e muito alucinógeno.
Essa onda de longas bem diferentes do gênero horror vem cada vez mais ganhando espaço nos cinemas,seja pelo Robert Egger ou pelo Jordan Peele que vez lançando filmes que seguem uma linha diferente do normal,outro que está fazendo isso é o Ari Aster que ganhou visibilidade com o bom Hereditário do ano passado e aqui estrega um longa peculiar que aborda diversos temas mas sem uma clareza pu repostas.Podemos analisar o longa de muitas maneiras e a mais clara possivelmente é o relacionamento que é tratado entre a protagonista e seu namorado que ambos tem uma dificuldade de manter a relação que vai dos problemas pessoais e trumas da protagonista até lado sem sal do namorado dela,outra coisa que eu percebi é justamente como lidamos com criticas a nossa religião,a aceitação que diferentes crenças e costumes.O filme tem uma parte técnica de destaque com uma fotografia bonita e um movimento de câmera engenhoso tentando nos prender na narrativa do filme que aliás é feita da maneira mais incômoda possível já que temos uma trilha incômoda e um senso que que algo está errado além das sequências psicodélicas que passam ao espectador a sensação de desorientação que os personagens se apresentam.As atuações são muito boas com destaque para a protagonista interpretada pela Florence Pugh.O roteiro procura mostrar crenças,dor,perda e trauma além de te por em situações incômodas desenvolvendo mais a protagonista do que os personagens secundários.O gore é extremo com cenas cruas e realistas,coisa que o cineasta fez no seu trabalho anterior e a apresentação dessas cenas fortes causa o impacto que precisava ter.Mas é claro que no meio de todo o processo ele se perde em suas ambições e passa do ponto nos simbolismo e bizarrices,cadenciando o filme o tornando mais longo que o necessário.Mindsommar é pretencioso e alegórico,é um filme difícil e até enfadonho mas que ainda assim te bota para pensar.
O terror tem produzido um novo subgênero: O que não dar medo em ninguém!! Foi assim com esse filme, A Bruxa e outros correlatos que são aclamados pela mídia, mas no final das contas não passa por um Terror Nutella que nos são vendidos como cult.
A trama é desenvolvida com ritmo sonolento e inconsistente,nem tudo funciona bem no filme,mas vale três estrelas por possuir um suspense interessante com cenas chocantes que conseguem levantar questões relevantes.
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