Midsommar - O Mal Não Espera a Noite
Média
3,2
765 notas

179 Críticas do usuário

5
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Adenilson De Jesus Magalhães
Adenilson De Jesus Magalhães

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2019
O filme é um tanto diferente , quem espera cenas assustadoras , perseguições sem sentido e roteiros clichês esqueçam , o filme assusta pelo fato de te levar a pensar e se existir tais coisas , o que esta havendo e o que vai acontecer , maravilhoso pra mim que odeio os filmes de mocinhas burras e fortoes frangotes fugindo de assassinos que uma criança mataria
Jefferson A
Jefferson A

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de março de 2020
É aquilo...

Prende desde o início, tem uma boa crescente, é interessante pq te faz perguntar o que irá acontecer e...
Bem, não acontece nada e fica a sensação de que foi tempo perdido. Desfecho terrível.

Mas serve pra galera pagar de Cult dizendo que "não é para o grande público ".
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 508 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de novembro de 2025
Sinopse:
Após vivenciar uma tragédia pessoal, Dani vai com o namorado Christian e um grupo de amigos até a Suécia para participar de um festival local de verão. Mas, ao invés das férias tranquilas com a qual todos sonhavam, o grupo se depara com rituais bizarros de uma adoração pagã.

Crítica:
"Midsommar", dirigido por Ari Aster, é uma obra que se destaca no gênero de terror, não apenas por sua trama, mas pela profundidade emocional que oferece. Ao contrário da abordagem típica do horror, repleta de sustos repentinos e criaturas grotescas, o filme se imerge em um crescente estado de desconforto que reflete a fragilidade humana diante da dor e do luto.

A narrativa começa com um evento trágico que afeta a protagonista, Dani, interpretada de forma magistral por Florence Pugh. O trauma que a personagem enfrenta, a perda de sua família, é um catalisador para a sua jornada ao que parece ser um simples festival na Suécia. No entanto, à medida que o enredo se desenrola, nos deparamos com as camadas de uma cultura estranha e perturbadora, que desafia os limites da normalidade e da moralidade. O contraste entre a beleza vibrante do cenário sueco e a escuridão das práticas do culto cria uma tensão palpável, levando o espectador a questionar até onde a devoção e a tradição podem ir.

Aster é habilidoso ao apresentar o tema do luto, utilizando o festival não apenas como um pano de fundo, mas como um símbolo do desespero de Dani em busca de pertencimento e compreensão. A relação dela com Christian, que se torna cada vez mais desgastada e egoísta ao longo do filme, reflete as dificuldades dos relacionamentos sob pressão emocional. O desprezo sutil e a falta de apoio do namorado se tornam uma fonte de angústia, destacando a necessidade de conexão humana em momentos de crise.

Visualmente, "Midsommar" é uma obra-prima. A cinematografia é rica em detalhes, capturando a essência do verão nórdico com cores vibrantes e uma iluminação que, paradoxalmente, ressalta o horror que se esconde sob a superfície sorridente da comunidade. A música e o design de som também desempenham um papel fundamental, contribuindo para a atmosfera de estranheza e crescente inquietação.

No entanto, o filme não é isento de críticas. Algumas escolhas narrativas podem parecer excessivas ou prolongadas, levando o espectador a uma jornada que, em certos momentos, se torna cansativa. A exploração de temas pesados em uma narrativa tão longa pode deixar alguns à margem, dificultando a plena imersão no terror psicológico que Aster tenta provocar.

Em suma, "Midsommar" é uma experiência cinematográfica que desafia as convenções do terror, usando a dor e o luto como pilares para uma história complexa. A habilidade de Aster em unir esses elementos, junto com atuações brilhantes, tornam o filme um exemplo notável de como o terror pode ser mais do que sustos e monstros: pode ser uma análise profunda da natureza humana, das relações e das tradições que moldam nosso comportamento.
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 225 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de julho de 2020
Claramente "inspirado" em O HOMEM DE PALHA, MIDSOMMAR o supera em densidade e qualidade. Lento e reflexivo, o filme não é para todo mundo, pois exige imersão e reflexão do espectador. É um tipo de cinema que espera que o espectador tenha alguns questionamentos filosóficos e embarque em sua viagem, senão o estranhamento, a incompreensão e o tédio serão grandes. Nestes tempos bicudos em que vivemos, onde a cultura do fast food impera em todas as áreas e a descartabilidade está em todo lugar, MIDSOMMAR, um filme excelente, pede às pessoas o que elas não querem, ou, pior, talvez não tenham mais capacidade, para dar e isso é muito triste...
Adriano
Adriano

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de fevereiro de 2024
Uma b0st4. Rapaz, quem compara esse filme com Hereditário deve ter hidrocefalia, só pode. Esse filme é pior do que uma brochada com a sua esposa amada que revela que revela que após 14 anos de casamento as coisas não são mais como antigamente, que a chama se apagou e que o futuro é incerto pois você dedicou boa parte da sua vida a fazê-la feliz mas agora a Carla, contadora da empresa, parece te atrair de uma forma que você se sente envergonhado.
Midsommar é exatamente assim: confuso, triste, especificamente nada a ver com p0rr4 nenhuma.
1.000 não se compara com 0. Não se compara Hereditário com essa coisa tosca.
EduardoWrzecionek
EduardoWrzecionek

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 27 de dezembro de 2021
No começo é muito bom super envolvente mas na reta final e um lixo, odiei esse filme 2 horas jogadas no lixo.
alexiagazele
alexiagazele

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 28 de dezembro de 2021
filme ruim demais, sem pé nem cabeça... fui procurar na internet pra ver os significados e mesmo assim não me convenci. dei uma estrela apenas para a fotografia que é impecável, de resto é péssimo
Renan Araujo Costa
Renan Araujo Costa

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de junho de 2022
Filme sem sentido, sem história, sem enredo...
Péssimos atores, péssimo tudo. Não é terror, não é suspense, fiquei sem entender nada, absolutamente
Billy Joy
Billy Joy

4 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de dezembro de 2021
Nesta revisão de Midsommar, pude perceber como a sequência inicial proporciona uma ansiedade pela antecipação da tragéda, uma espécie de ressonância ao público do mesmo sentimento de Dani (Florence Pugh) ao esperar uma resposta a suas ligações. A premonição da catástrofe já se manifesta ao nível do plano, no alongamento de cenas aparentemente banais, porém progressivamente angustiantes, mas concretiza-se por completo na medida em que revisitamos a obra com o olhar do espectador calejado pela dramatização de Aster. Alguns filmes parecem ganhar vida nessa repetição esquemática da morte, mais do que nunca, a passividade do público assume caráter de voyeur da tragédia.

Todo o drama que advém da tragédia familiar na primeira parte do filme é brilhante na articulação de incomunicabilidades. Já falei recentemente aqui sobre como o Pulse de Kiyoshi Kurosawa trabalha essa ideia de distanciamentos afetivos. Em Midsommar, tal aspecto é abordado com menor ênfase nos espaços físicos, priorizando a subjetividade de gestos e intenções implícitas nas falas de seus personagens. Se por um lado, há um caráter dramatúrgico muito evidente em como cada personagem do filme se enxerga como protagonista dessa narrativa, suas ações buscam uma negação superficial disso. O filme todo é revestido de um falso altruísmo que tenta mascarar as verdadeiras necessidades de cada personagem.

Estas necessidades são centralizadas num falido relacionamento entre Dani e Christian que busca sobrevivência em espécies de obrigações sentimentais. A tragédia na família pede um amparo irrestrito e o plano da hesitante chegada de Christian no apartamento de Dani já esclarece bem o dilema da situação que se sucede. A viagem de férias exige uma roupagem de casal feliz, insistentemente evidenciada pelos planos do casal caminhando de mãos dadas, como que algemados nessa coexistência pseudoaltruísta. Todas as angústias do filme existem nas tentativas de apaziguamento que apenas reforçam a inevitabilidade do trágico na narrativa.

A chegada na Suécia representa um contraponto visual que denota algum suspiro de esperança por parte da protagonista. Um filme até ali de fotografia dessaturada, preenchido por ornamentos de natureza morta, abre espaço para a onipresença do sol e uma encenação quase fabular naqueles espaços bucólicos. Isso somente se dá para que, a partir da cena de suicídio do casal ancião, caia por terra qualquer expectativa de escapismo. A geografia possibilitadora de um respiro sentimental é rompida em suas superficialidades para que a tragédia humana manifeste seu caráter onipresente.

É decepcionante como, da metade para o fim, o filme de Aster perde muito de suas capacidades dramáticas, dedicando-se em demasia a uma mise-en-scène deslumbrada por estranhezas litúrgicas. Já existe um indicativo desse caminho a ser tomado quando o diretor abusa de movimentos complexos de câmera, como na transição temporal de cenas em que Dani entra em diferentes banheiros, ou no travelling invertido do trajeto do carro até o vilarejo. Aos poucos, o filme abre espaço para essa atenção performática que busca chocar, mas, em seus exageros, somente afoga o que há de melhor na natureza da narrativa.

Poucos elementos ainda sobrevivem bem nessa parte final. A frontalidade de um gore deliberadamente artificial é muito boa ao atestar certa banalidade contrastante com as angústias dos personagens-turistas. Tal naturalidade da comunidade local perante esses atos de extrema violência é articulada bem pela maneira como Aster não priva seu filme do dilaceramento explícito dos corpos, estabelecendo interessante contraste com o choque estrangeiro, carregado de traumas relacionados ao cessamento da vida.

Mesmo nas cenas em que o diretor pesa realmente a mão nessa unidade estilística que busca o choque através de contrastes entre a beleza explícita de um enquadramento e seus significados psicológicos, a atuação de Florence Pugh ainda assim consegue manter vivo algum interesse pelo que se sucede. Atriz que consegue equilibrar muito bem certa seriedade dramática com uma ingenuidade proveniente de trejeitos infantis (seu choro é perturbador por natureza ao remeter em demasia ao de uma criança), Pugh desenvolve magistralmente a postura passiva de uma personagem que busca sempre agradar aos outros e, por consequência, acumula grandes ressentimentos que são pouco verbalizados.

Pugh relembra ao público o que há de mais comum entre o adulto e a criança na manifestação de sentimentos quando tudo parece fugir de controle. Se o filme todo trabalha nessa incomunicabilidade dos desejos individuais, não há maneira melhor de articular isso em uma personagem que não pela luta interna entre a necessidade de um altruísmo maduro e a inevitabilidade do ego infantil. É por conta dessa sua tremenda capacidade de abstração no papel designado que, mesmo quando Aster parece sufocar tudo com sua busca sensorial por algo que não se mostra dramaticamente eficaz em tela, Pugh nos relembra que há ali uma personagem capaz de representar toda a angústia das tragédias humanas. Sua performance aqui é a representação contemporânea de uma Lilian Gish num close-up médio e, mesmo que isso seja um anacronismo grosseiro, é inevitável imaginar o quão belo seria Florence Pugh sob direção de um inspirado Griffith.

Em todo caso, Midsommar não deixa de repetir um esquema estilístico que também torna Hereditário um filme pouco regular na sua articulação dramática. Ari Aster parece um diretor já muito madura na construção de ambientes que emanem dramas bastante evidentes das relações humanas. Há um entendimento muito claro das possibilidades a serem exploradas narrativamente nesses espaços superficialmente comuns, mas contaminados pela tragédia. O seu grande problema parece ainda se dar na busca por momentos de maior purgação da unidade dramática. Quando aquilo que é sobriamente construído parece pedir uma ampliação de suas consequências, abrindo espaço para uma maior quebra de relações causais, Aster ainda parece um novato admirado com a suas possibilidades audiovisuais. Sua busca pelo fluxo limita-se somente ao imediatismo de um plano elaborado. Talvez ainda esteja por vir a grande realização desse jovem cineasta, sua perfeita síntese entre angústias mundanas e artifício cinematográfico.
Marcos Pereira
Marcos Pereira

8 seguidores 37 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de abril de 2020
Pois é... Um filme que poderia trazer algo melhor não passou de uma cantiga sueca com mais de duas horas. E não achei o filme ruim igual a maioria daqui; achei ruim porquê ele, apesar de ter um enredo interessante, fica cansativo por conta de tanta enrolação em se narrar a história. Ele poderia ter enchugado o filme em uns 30 minutos sendo mais rápido no desenrolar da trama; talvez ficasse mais atrativo. spoiler:
assim que o namorado da garota desapareceu, e deram a desculpa de que foi levado antes porquê só dava pra levar um por vez, ali já saquei que todos morreriam. E depois do pêlo pubiano na torta ficou mais claro. Então porquê enrolar mais e não ser mais direto? spoiler:
Fora isso dei duas estrelas porquê o lugar é muito bonito.
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