cara , mt ruim mesmo , pelo amor de Deus !!!! Pior filme da minha vida , pensei que nunca mais iria acabar meu sofrimento. So terminei de ver por birra
Filme ruimspoiler: o filme nos apresenta o cliche de qualquer filme de terror uma turma ontem tem a prssoa problematica, uma turma de amigos onde se tem o garanhao, o idiota, o inteligente e por fim o hippie(que por acaso aqui esta querendo levar os migos pra ser tributo).
Tudo mt clichê, eles vao pra um lugar isolado e la eles se deparam com um vilarejo onde todos fazem parte de um culto pagão EXTREMISTA onde todos as pessoas que "nasceram" ali tem a missao quando ficam mais velhos de levar pessoas para o vilarejo aparentemente para servirem de tributo para o Deus que eles cultua.Tem algumas mortes bem interessantes como eles fazendo uma Aguia de Sangue, Mas n espere muito desse filme, ele é mt lento e tedioso... esse mesmo filme daria pra ser feito em uma 1h30m com tranquilidade
Excelente filme, mas precisa de um certo grau de entendimento exotérico retrogusmão, pois ele trata diretamente sobre a sócio endogamia da cultura eurooriental ligada diretamente ao abuso de drogas e brutalidade espiritual, quando não se pode tocar as músicas pouscas. O filme eleva levemente o raciocínio tatacaense de cada expectador... Vale muito apena ver com toda família.
Curto filmes de terror, porém este filme está longe de ser um. Um filme de terror, não envolve apenas cenas nojentas e sem nexo, o contexto do filme pode até tentar demonstrar um pouco da cultura pagã, e respeito completamente isso, porém, deve ser feito com qualidade e não desprezo pelas pessoas alheias!
Obs: NÃO ASSISTAM, PERDERÃO 2H30 DA VIDA DE VOCÊS NISSO!!!
Vamos lá, o filme inicia com uma relação de uma irmã que ninguém explica por que morreu. O foco tinha cara de seitas familiares, onde a irmã era vítima, Ai em segundos muda totalmente para um amigo que nem dá conexão com os personagens principais, é como um penetra. A garota que tava de luto, resolve ir pro mato com o namorado e amigos sem saber qualquer coisa do evento.
Pessoas somem e ninguém faz nenhum questionamento sério mesmo vendo pessoas pulando de penhasco. E no final, a menina se torna uma da seita so por que viu o marido traído ela.
A verdade é ...
Se vce é uma pessoa que curte religioes antigas, prática e rituais. Parabens vai curtir em diversas partes eles dão total foco nas pratica o uso de substâncias, respiração e simbolismo. Entao se é isso que procura vai achar mas o roteiro é extremamente ruim, os significado dos símbolos péssimos. Os diálogos quase todos vazios, a personagem principal é totalmente vazia da existência onde em momento algo vc admira ela ou se interessa por ela. E pior o filme todo é sobre ela. As pessoas desta seita falam coisas que se for avaliar nao faz qualquer sentido, cenas infinitamente sem explicação. Ao ponto de voce sair do filme com a mente assim.
Foco na mesa de inseto, e nao mostra o que tem na mesa.
Foco num cenário ritualisto apenas para ter u
Assistir um documentário sobre religiões antigas e nao aprendi nada com ele.
Essa foi minha sensação.
Como eu disse... so serviu as praticas que sao curiosas. E que tem muita bagagem de seitas reais.
Midsommar: O Mal Não Espera a Noite é um filme de terror/suspense que contou com a direção e roteiro de Ari Aster. Na trama, acompanhamos Dani (Florence Pugh), que vem atravessando um momento delicado de sua vida após a perda de sua família. Dani decide viajar para um vilarejo isolado na Suécia, junto com o seu namorado Christian (Jack Reynor) e os amigos dele. Porém, o grupo se depara com uma comunidade fechada com costumes estranhos. O roteiro começa de forma interessante, dando profundidade a personagem Dani, suaz perdas e a relação desgastada com seu namorado. Tudo isso, para justificar a sua necessidade de procurar algo novo para se conectar diante de um luto. Nesse sentido, o terror desse filme se espelha no desconhecido, abraçado pela antropologia que liga ao misticismo do grupo. Existe um cuidado da direcao em preparar todo o terreno, mostrando cada detalhe desse grupo ( costumes) ,isso de fato enriquece muito o filme, mas o maior problema é a dosagem do terror. Em um filme longo, normalmente se espera que o horror seja crescente, mas diria que nao é assim nesse filme. Além da demora (justificada ,como descrevi acima) para inserir essas comunidade, temos uma cena que impacta bastante envolvendo 2 velhos (suicídio) e se esperava coisas piores a partir dali, mas o filme vai aliviando as cenas seguintes e depois mostrando novamente algo chocante. O horror vai funcionando como uma montanha russa até o ápice final do filme ( que nao me chocou tanto quanto a cena de suicídio dos 2 velhos). Esses momentos de "alívio " do terror, serve para a construção do drama entre os personagens. Embora o drama se concentre entre o casal protagonista do filme, tanto quando o relacionamento vai por água abaixo, o drama se esvazia num terror. Acredito que o roteiro em nao saber dosar e nem conduzir seus momentos de drama e terror tenha sido o maior pecado do filme. No mais, temos boa atuação de Pugh, boa fotografia com cenas amplas e sempre ensolarado. Isso se justifica pelo verão sueco, em que o sol praticamente nao se poe. No mais, é um filme longo, que poderia ser mais curto.
Fazia um certo tempo que eu ouvia falar de Midsommar por meio de críticas e comentários, então resolvi assistir e o filme me surpreendeu positivamente. Como fã do gênero, achei a proposta e a execução do diretor excelentes. Logo na cena inicial envolvendo os pais, já é possível imaginar o que vai acontecer, e isso é fundamental para explicar diversos elementos emocionais e narrativos que surgem depois. Há muito tempo o cinema explora a ideia de seitas sinistras, mas aqui a abordagem é diferente: a seita apresentada em Midsommar é provocativa, sádica e profundamente estranha, e o espectador absorve essa sensação aos poucos, quase sem perceber, como se fosse sendo envolvido pelo ritual junto com os personagens. Quando o grupo viaja para o local, um detalhe visual chama muito a atenção: os efeitos de câmera que mostram o céu totalmente branco dominando a estrada, funcionando como uma preparação psicológica para o que está por vir, e esses efeitos remetem diretamente ao Overlook Hotel de O Iluminado, de Stanley Kubrick, não pela ambientação em si, mas pela sensação de opressão criada através da luz, da simetria e da composição dos planos, onde o terror não se esconde na escuridão, mas se revela de forma clara, iluminada e constante. O filme também utiliza transições visuais com imagens convergindo, criando uma sensação contínua de distorção e desconforto, reforçando a ideia de um mal puro, explícito e solar. As atuações são muito boas, especialmente na construção do sofrimento emocional e do estranhamento progressivo, e a fotografia é impecável, fortalecendo essa proposta estética. Midsommar é um filme absurdo no melhor sentido possível: perturbador, impactante e extremamente bem executado.
Um filme que eu não esperava muito mas que me surpreendeu completamente. A princípio parece que o filme não vai te prender, mas de repente vc se encontra preso nesse drama incrível e aterrorizante.
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