Um Lugar Silencioso - Parte II
Média
4,1
1048 notas

77 Críticas do usuário

5
8 críticas
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B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de setembro de 2021
O filme possui bons momentos de tensão e suspense, consegue criar uma boa ambientação e atmosfera que faz realmente os monstros serem temidos a cada aparição. Os efeitos especiais também são competentes e boas atuações dos atores. Todavia, esse segundo filme eu esperava outra coisa, esperava um combate direto entre os humanos e os monstros, haja vista que eles, teoricamente, já tinham descoberto o ponto fraco dos monstros e como combatê-los. Enfim... Ambos os filmes são muito bons, mas nada excepcional.
lucasmag
lucasmag

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de setembro de 2021
Pegaram a receita de um filme com uma trama diferente que deu muito certo e aprimoraram no segundo filme, tornando-o mais intenso e empolgante que o primeiro.
Matheus Garcia
Matheus Garcia

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de agosto de 2021
Filme sem nexo. não tem fim, não tem suspense, não tem absolutamente nada de bom. minha namorada desperdiçou 1 hora e 30 minutos da minha vida.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de agosto de 2021
“Um lugar silencioso 2” é um bela continuação, num cinema atual cheio de Blockbusters genéricos o filme dirigido por John Krasinski mostra novamente um identidade própria, que até segue um certo arco padrão de desenvolvimento de personagem, porém tem ramificações inesperadas e principalmente, uma bela identidade visual muito própria, o designer facial dos “monstros” lembra muito o jogo The Last Of Us e o seu corpo físico é algo assustador, eles são visualmente mais explorados no segundo filme, porem sem ser forçado, e suas aparições sempre são seguidas de uma enorme tensão, o diretor consegue transmitir a incapacidade física dos seres humanos perante as criaturas.
Outro fato interessante é como Krasinski conseguiu transformar esse segundo filme em um segundo ato gigante, aqui não temos um inicio e nem um fim, temos apenas um desenvolvimento de uma historia em seguimento, isso é legal, é claro, a criação de uma trilogia é obvia, e é interessante a proposta de fazer da mesma uma perfeita divisão de atos entre os filme, o único detalhe que foge dessa proposta é os primeiros 10 minutos que mostra como tudo começou, temos uma pequena pincelada da origem das criaturas, e é muito bom como essa origem não é mastigada e nem explicada para o telespectador, a adição do novo personagem Emmett (Cilian Murphy) é boa, mas não supera o personagem do próprio John Krasinski (Lee), que alias paira o filme e sentimos muito a sua falta, outro ponto de roteiro é que eu esperava um pouco mais da personagem da Emily Blunt que tem um arco ótimo no primeiro e agora no segundo faz um plot secundário, em compensação a personagem surda de Millicent continua ótima.
As atuações são boas, o maior destaque para mim é a atriz Millicent Simmonds, que tem um texto difícil mas entrega demais, Emily Blunt também faz uma boa atuação, Cilian Murphy apesar de ser um ótimo ator faz uma atuação um pouco apagada.
Os primeiros 10 minutos são incríveis, temos uma construção magnifica, intercalando diversos artifícios técnicos para compor as cenas de ação, o visual e a fotografia são ótimos, a trilha sonora é boa (apesar de não ser tão bem usada), a maquiagem também funciona bem, enfim, todo o designer de produção é ótimo e bem autoral.
“Um lugar silencioso 2” perde um pouco a essência do seu antecessor, mas continua uma ótima sequencia, temos duas cenas desnecessária, e alguns usos péssimos de jump scare, porém o filme cumpre sua função, mostrando uma maturidade cinematográfica e bem autoral, é um filme tenso, porém divertido e fluido e ficamos ansiosos pela trilogia. 7,5/10.
Caca L.
Caca L.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de agosto de 2021
Filme bom, com ótimos efeitos sonoros / visuais. Roteiro buscou explorar mais a questão da presença das criaturas em cenas muito bem boladas de tensão e correria..

Elenco se destaca deixando muito bem a marca da personalidade de cada um. O final deixa ao espectador um gosto de "quero mais" já abrindo brechas pra um possível desfecho numa 3ª parte.

Em linhas gerais um bom filme que deu uma dimensão da possível expansão da franquia.

Parabéns Krasinski, parabéns a todos.
Marcos Silva
Marcos Silva

14 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de agosto de 2021
Esse filme está simplesmente incrível, os erros que o filme possuí são invisíveis, pelo fato do filme ter uma trama muito interessante e conseguir deixar o telespectador conectado na trama, não tem como falar que esse filme é ruim, a única coisa que incomoda no filme é que as criaturas que são pouco explicadas, não que isso estrague a experiência do filme, mas era algo que queríamos explicação, aqui nesse filme nós vemos muito pouco sobre a chegada delas na terra, então fecho esse filme como um filme bom, pelo fato de todos os pontos bons que ele possuí
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 343 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de agosto de 2021
Desde o lançamento da parte 1, alguns outros filmes exploraram a diegese que simula a surdez. Uns o fizeram muito bem, outros foram um desastre. Mas após voltar à direção sensitiva de Krasinski, dá pra notar os detalhes que fazem os filmes dessa série serem mais imersivos.

Tudo é muito calculado e preciso, desde os momentos que alternam a perspectiva auditiva até a criação das situações mais desesperadoras possíveis, em que tudo o que você precisa é gritar! Mas não pode...

Voltar aos cinemas e ter filmes assim, divertidos e impressionantes, é tudo que o cinéfilo quer.
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de agosto de 2021
Minha opinião: Em todo filme que há sequência, a maioria fracassa nas suas continuações. Existe suas exceções como: #matriz #johnwick #vingadores Mas existem aqueles que nem chegam a ser produzidos como: #eusouonumeoquatro #eragon E esta sequência não encantou como o 1º. Um enredo que tenta ser envolvente. Um filme onde a protagonista se torna coadjuvante e a coadjuvante se torna a protagonista. E falando foi a melhor atuação. Uma coisa digo, o trailer vende bem o peixe. Existe momentos que o filme até cria um suspense, mas depois é clichê. O filme tenta explicar um pouco os alienígenas, mas continuamos sem saber.
Roteiro: tenta ser envolvente
Vale apena pagar o ingresso? Se você quiser assistir
Nota: 6,5
Fabiana Santos
Fabiana Santos

3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de agosto de 2021
O filme não me surpreendeu, achei muito parecido com o anterior. Faltou enredo, é mais um filme para provocar uns sustos na pessoa, mas a história é fraca.
Eliezer J. Santos
Eliezer J. Santos

6 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de agosto de 2021
Não é de hoje que Hollywood aposta na fórmula “children Power”, principalmente em filmes de terror. E mais uma vez a fórmula funciona! Em Um lugar silencioso - Parte II, a vez é, literalmente, das crianças, que “pedem emprestado” o protagonismo dos adultos (pra não dizer que “roubam” a cena).

De volta ao cenário pós-apocalíptico do primeiro filme, mergulhamos novamente na rotina da família Abbott e sua saga de tentar sobreviver num mundo dominado por criaturas horrendas, que atacam ao ouvir qualquer ruído. Agora, spoiler: sem o patriarca Lee Abbott (John Krasinski, que é também o diretor do filme)
, a matriarca Evelyn (Emily Blunt, casada na vida real com Krasinski) precisa encontrar um novo lugar para ficar e criar o pequeno bebê, spoiler: nascido no final do primeiro filme.


Com a necessidade de expandir o seu próprio universo, John Krasinski acerta ao abordar a história de uma perspectiva mais aventuresca e menos densa do que no primeiro filme. Aqui vemos mais cenas de ação, além de conhecermos também um pouco da história por detrás desse universo, de como as criaturas surgiram.

A falta de cenas “de roer as unhas” spoiler: , como a cena do parto “silencioso” do primeiro filme
não chega a ser um ponto negativo, já que a própria história já indicava uma expansão, visto que os Abbott descobriram uma forma de combater as criaturas, até então imbatíveis, e surgiu então a necessidade intrínseca de compartilhar este segredo com possíveis outros sobreviventes. E é neste contexto que a pequena Regan (Millicent Simmonds) ganha destaque.

A evolução da personagem é uma grande sacada deste filme. Enquanto no anterior ela se sentia culpada pela tragédia que afetou a família logo no início do filme, e por isso se comportava de forma infantil e irresponsável, aqui ela tem plena consciência do papel que desempenha. Como sendo a descobridora do segredo que pode combater as criaturas, ela se enche de coragem e determinação para compartilhar este segredo com o máximo de pessoas que puder.

Um conflito que poderia ter sido melhor explorado é entre Emmet (Cillian Murphy) e a família Abbott. Ao reencontrar seu antigo amigo, agora amargurado pelo contexto de sobrevivência em que está inserido e pela perda de sua família, Emmett reluta em ajudar os Abbott, mas sua relutância é logo vencida pela determinação de Regan, que logo o coloca numa posição onde ele precisa entrar em conflito consigo mesmo e encarar os seus demônios.

O tempo de exibição reduzido das salas de cinema por conta da pandemia pode ter prejudicado o corte final do filme, que deixa a impressão de que haviam mais arcos a serem explorados, mas a narrativa flui muito bem. E o grande mote do filme fica por conta do surpreendente protagonismo dos jovens, principalmente Regan. É dela as principais ações que levam a narrativa adiante, fazendo com que todas as ações dos demais personagens fluam em direção às ações tomadas por ela, spoiler: com as exceções de Evelyn e Marcus (Noah Jupe), que se voltam para cuidar do pequeno bebê Abbott
.

Tendo que enfrentar além das criaturas o risco de encontrar sobreviventes dos quais, segundo Emmett, são “pessoas das quais não vale a pena salvar”, Regan e Emmett se veem com um objetivo em comum, e as interações entre os dois personagens funcionam bem. O interessante é que Regan é deficiente auditiva e se expressa por linguagem de sinais, e Emmett pouco conhece sobre o assunto, mas num “acordo de cooperação mútua”, eles conseguem se entender, e este entendimento é fundamental para o desfecho final do filme.

A parceria entre Krasinski e Micheal Bay (trabalharam juntos em 13 Horas - Os soldados secretos de Benghazi, filme de 2016 dirigido por Bay e que Krasinski atua como Jack Silva. Aqui, Krasinski assume a direção e Bay {franquia Transformers, franquia Bad Boys, Tartarugas ninja, etc} assina a produção) é algo que também chama a atenção, principalmente nas cenas de ação (marca registrada do diretor/produtor).
As cenas que mostram os primeiros ataques das criaturas são bem intensas, bem ao estilo Michael Bay. Já em comparação com o primeiro filme da franquia, também assinado por Krasinski, o ator/diretor tinha um grande desafio pela frente: contar uma história mais abrangente sem perder o clima de tensão.
Apesar de o desenrolar da história aqui ser bem menos densa e até apresentar momentos de leveza e sorrisos em algumas cenas, coisa rara no primeiro filme, a premissa de um “revés” da humanidade sobre as criaturas funciona. Primeiro porque parte das circunstâncias mais impensadas, onde literalmente por acaso se descobre uma forma de neutralizar as criaturas (ainda no primeiro filme), e segundo porque ela vem da personagem mais improvável: uma adolescente problemática e deficiente.

E é a pequena Regan e seu irmão Marcus quem se encarregam de trazer um final Hollywoodiano à trama, que na verdade, pode ter tido uma inspiração bem brasileira, mais especificamente a cena icônica de Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, com crianças “fazendo o papel de adultos.”

Também Publicada na Prensa (com alguns Spoilers).
https://prensa.li/@eliezer.santos/critica-um-lugar-silencioso-parte-ii-hora-de-fazer-barulho/
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