Um Lugar Silencioso - Parte II
Média
4,1
1046 notas

77 Críticas do usuário

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Michael Sillva
Michael Sillva

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4,0
Enviada em 25 de junho de 2021
O Thriler consegue resgatar toda a tensão do primeiro, boas sacadas de áudio e tem um ótimo andamento, o roteiro segue com muito suspense e ótimas atuações (destaque para Millicent Simmonds). Neste temos elementos diferentes, colocando a visceralidade do ser humano em questão, com novos personagens e amarrando alguns pontos que ficaram soltos no primeiro, o final deixou um excelente gancho para um próximo filme... Emily Blunt continua muito bem e Cillian Murphy encaixou como uma luva. Excelente continuação !!!
Cinergiasf
Cinergiasf

6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de maio de 2023
Sequência mantém o ótimo nível do primeiro filme com muita tensão, terror e suspense.

Vale lembrar que já começaram as filmagens do novo filme da franquia ‘Um Lugar Silencioso – Dia Um’
Cristian Lima
Cristian Lima

5 seguidores 71 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2021
É um filme que se equipara com folga ao primeiro (o que, a meu ver, é suficiente para justificar a sua existência, bem como de uma possível sequência ou spin-off) e isso se deve ao seu enredo profundamente interligado e coeso, que consegue ampliar o universo sem necessidade de explicá-lo por meio de artifícios rasos, que removeriam a atmosfera do desconhecido (justamente o que causa medo nesse filme). Além disso, é o filme traz novas personagens e, de fato, dá a elas uma função narrativa e dentro da história que nos é apresentada, sem parecer apenas um acréscimo bobo de um ator de peso. Eu gostei do filme por continuar a história maravilhosamente e se concluir no momento certo aos 96 minutos, praticamente a mesma duração de seu antecessor, não sendo um filme arrastado nem curto em excesso. Para mim, foi um ótimo entrenimento,
Adeilson G
Adeilson G

3 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de julho de 2021
Achei Um Lugar Silencioso - Parte 2 um filme muito bom, não tão bom quanto o primeiro, mas é um bom filme! O filme te prende com o sofrimento da família. E no final deixou aquele gostinho de quero mais. Afinal Um Lugar Silencioso não é como o primeiro, mas é um bom filme!
Arthur
Arthur

5 seguidores 85 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de janeiro de 2022
Uma DLC funcional do primeiro. Aqui Krasinski investe novamente na construção minimalista da tensão escorando-se bastante o núcleo dramático na relação da família, Ele não usa o típico susto de salto fácil e barato a cada poucos minutos. Existem alguns, confesso, mas são muito mais eficazes por causa da escassez. É fácil torcer pelos personagens e Blunt faz outro trabalho fantástico. Se você gostou do primeiro, tem tudo para se agradar neste aqui, boa tensão, drama e construção de mundo distopico, 'A Quiet Place' é facilmente a franquia de horror mais interessante da atualidade, só posso complementar que mau posso esperar para terceira parte.
Eliezer J. Santos
Eliezer J. Santos

6 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de agosto de 2021
Não é de hoje que Hollywood aposta na fórmula “children Power”, principalmente em filmes de terror. E mais uma vez a fórmula funciona! Em Um lugar silencioso - Parte II, a vez é, literalmente, das crianças, que “pedem emprestado” o protagonismo dos adultos (pra não dizer que “roubam” a cena).

De volta ao cenário pós-apocalíptico do primeiro filme, mergulhamos novamente na rotina da família Abbott e sua saga de tentar sobreviver num mundo dominado por criaturas horrendas, que atacam ao ouvir qualquer ruído. Agora, spoiler: sem o patriarca Lee Abbott (John Krasinski, que é também o diretor do filme)
, a matriarca Evelyn (Emily Blunt, casada na vida real com Krasinski) precisa encontrar um novo lugar para ficar e criar o pequeno bebê, spoiler: nascido no final do primeiro filme.


Com a necessidade de expandir o seu próprio universo, John Krasinski acerta ao abordar a história de uma perspectiva mais aventuresca e menos densa do que no primeiro filme. Aqui vemos mais cenas de ação, além de conhecermos também um pouco da história por detrás desse universo, de como as criaturas surgiram.

A falta de cenas “de roer as unhas” spoiler: , como a cena do parto “silencioso” do primeiro filme
não chega a ser um ponto negativo, já que a própria história já indicava uma expansão, visto que os Abbott descobriram uma forma de combater as criaturas, até então imbatíveis, e surgiu então a necessidade intrínseca de compartilhar este segredo com possíveis outros sobreviventes. E é neste contexto que a pequena Regan (Millicent Simmonds) ganha destaque.

A evolução da personagem é uma grande sacada deste filme. Enquanto no anterior ela se sentia culpada pela tragédia que afetou a família logo no início do filme, e por isso se comportava de forma infantil e irresponsável, aqui ela tem plena consciência do papel que desempenha. Como sendo a descobridora do segredo que pode combater as criaturas, ela se enche de coragem e determinação para compartilhar este segredo com o máximo de pessoas que puder.

Um conflito que poderia ter sido melhor explorado é entre Emmet (Cillian Murphy) e a família Abbott. Ao reencontrar seu antigo amigo, agora amargurado pelo contexto de sobrevivência em que está inserido e pela perda de sua família, Emmett reluta em ajudar os Abbott, mas sua relutância é logo vencida pela determinação de Regan, que logo o coloca numa posição onde ele precisa entrar em conflito consigo mesmo e encarar os seus demônios.

O tempo de exibição reduzido das salas de cinema por conta da pandemia pode ter prejudicado o corte final do filme, que deixa a impressão de que haviam mais arcos a serem explorados, mas a narrativa flui muito bem. E o grande mote do filme fica por conta do surpreendente protagonismo dos jovens, principalmente Regan. É dela as principais ações que levam a narrativa adiante, fazendo com que todas as ações dos demais personagens fluam em direção às ações tomadas por ela, spoiler: com as exceções de Evelyn e Marcus (Noah Jupe), que se voltam para cuidar do pequeno bebê Abbott
.

Tendo que enfrentar além das criaturas o risco de encontrar sobreviventes dos quais, segundo Emmett, são “pessoas das quais não vale a pena salvar”, Regan e Emmett se veem com um objetivo em comum, e as interações entre os dois personagens funcionam bem. O interessante é que Regan é deficiente auditiva e se expressa por linguagem de sinais, e Emmett pouco conhece sobre o assunto, mas num “acordo de cooperação mútua”, eles conseguem se entender, e este entendimento é fundamental para o desfecho final do filme.

A parceria entre Krasinski e Micheal Bay (trabalharam juntos em 13 Horas - Os soldados secretos de Benghazi, filme de 2016 dirigido por Bay e que Krasinski atua como Jack Silva. Aqui, Krasinski assume a direção e Bay {franquia Transformers, franquia Bad Boys, Tartarugas ninja, etc} assina a produção) é algo que também chama a atenção, principalmente nas cenas de ação (marca registrada do diretor/produtor).
As cenas que mostram os primeiros ataques das criaturas são bem intensas, bem ao estilo Michael Bay. Já em comparação com o primeiro filme da franquia, também assinado por Krasinski, o ator/diretor tinha um grande desafio pela frente: contar uma história mais abrangente sem perder o clima de tensão.
Apesar de o desenrolar da história aqui ser bem menos densa e até apresentar momentos de leveza e sorrisos em algumas cenas, coisa rara no primeiro filme, a premissa de um “revés” da humanidade sobre as criaturas funciona. Primeiro porque parte das circunstâncias mais impensadas, onde literalmente por acaso se descobre uma forma de neutralizar as criaturas (ainda no primeiro filme), e segundo porque ela vem da personagem mais improvável: uma adolescente problemática e deficiente.

E é a pequena Regan e seu irmão Marcus quem se encarregam de trazer um final Hollywoodiano à trama, que na verdade, pode ter tido uma inspiração bem brasileira, mais especificamente a cena icônica de Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, com crianças “fazendo o papel de adultos.”

Também Publicada na Prensa (com alguns Spoilers).
https://prensa.li/@eliezer.santos/critica-um-lugar-silencioso-parte-ii-hora-de-fazer-barulho/
Billy Joy
Billy Joy

4 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de setembro de 2021
Tal qual em seu filme antecessor, a narrativa de Um Lugar Silencioso: Parte II progride através do senso de sobrevivência de seus personagens. Contudo, se lá esse universo era essencialmente centrado no sobreviver, aqui há um sentimento de urgência na necessidade de vencer a ameaça em um nível que vá além do núcleo familiar. É através dessa mudança, encadeada pelos eventos que encerram o primeiro filme, que o diretor John Krasinski articula um dinamismo maior para essa sequência.

É como se todo o eixo de ação se invertesse aqui: da ação centralizada em um local, ameaçado no seu entorno pelos monstros, passamos à progressão destes personagens no sentido de um lugar melhor. O embate com a ameaça aqui se dá de modo mais frontal e necessário. E o que de fato faz com que essa Parte II se concretize cinematograficamente como uma mudança no curso das ações, e não somente um apêndice de seu antecessor, é uma rigorosa decupagem, muito bem aliada ao paralelismo da montagem em momentos climáticos.

De modo geral, chama a atenção como o filme consegue se manter dentro do seu eixo e nunca abre mão de ir direto ao ponto. O próprio final parece abrupto, no sentido de que poderia se esperar uma espécie de epílogo pós-tensão, mas nada que não sirva primariamente às situações que encadeiam a ação do filme parecem interessar a Krasinski. Isso fica evidente desde sua sequência inicial, quando um travelling acompanha os personagens de modo a pontuar a tensão para a chegada dos monstros.

O filme se apoia especialmente na montagem paralela para envolver o espectador, um recurso muito utilizado no cinema de ação e terror, e em muitos casos de modo genérico. Aqui, longe de ter esse problema, a montagem faz com que as duas sequências finais do filme pareçam organicamente emendadas dentro dessa ideia de paralelismo.

Krasinski utiliza diferentes recursos para imprimir um dinamismo que, ao invés de desconectar, aproxima cenas que se dão em locais distantes entre si. Por vezes, isso se dá através de algum elemento presente em ambos os cenários, como o fogo. Em outros momentos, e de modo ainda mais interessante, essa transição se dá através do enquadramento em si: um personagem olha para um espaço em off, e esse corte se dá para outro cenário, utilizando um princípio de continuidade impossível em termos de espaço cênico, mas inventivo ao conferir fluidez à ação. De modo complementar, o diretor também se aproveita de movimentos de câmera, como a pan ou o travelling para conectar essas cenas.

Com isso, de filme-sequência que busca transitar no sucesso comercial que foi seu antecessor, Um Lugar Silencioso: Parte II alcança um status de aprimoramento cinematográfico, numa visível evolução de Krasinski no domínio de sua mise-en-scène. Quase um slasher em seu modo de tratar o embate entre forças (a cena do monstro chegando à ilha de barco é um ótimo exemplo de recurso desse gênero), o filme assume de vez um compromisso pela tensão do impossível, num crescente de situações que se emendam e parecem não sobreviver de modo independente, muito menos fora do espetacular que é a tela grande e o som de cinema.
Junior @@@
Junior @@@

3 seguidores 59 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2025
Sou muito fan do gênero, vale muito a pena assistir. Porém fique o tempo todo em silêncio. 狼.
Maria Lavrador
Maria Lavrador

3 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de julho de 2021
Sou super fã de filmes de terror, poucos me escapam. Gostei bastante deste filme, ainda mais do que do primeiro, apesar de o 1º ter o encanto de praticamente não existirem diálogos mas a história desta saga cativou-me bastante e fez com que desse alguns saltos na cadeira, pelo que recomento a todos os fãs do género
fernandosgs_
fernandosgs_

2 seguidores 19 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de junho de 2021
Hmmm senti que a part. II, apesar de ser instigante como a primeira, deixou a desejar no final e também se perder com atitudes dos personagens que beiram a burrice em certos casos.. uma pena, mas ainda sim, um belo filme.
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